11 dicas para exercitar a criatividade

Estou meio sem criatividade para fazer novos posts, ando estudando e trabalhando muito e todo pouco tempo que tenho é para descansar, então pensei….

Por que não postar algo sobre exatamente isso? Falta de criatividade.

Pois bem, segue um post que achei pelo Pinterest e achei interessante, inclusive adicionei usar mais a minha criatividade nas minhas resoluções. Veja que legal!

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Quem trabalha com criação (e porque não dizer: invenção!!!) está sempre na caça de gatilhos pra ativar o lado criativo do cérebro, né? Foi uma das minhas resoluções pra 2014 usar e exercitar a criatividade, lembra? Nas minhas ‘andanças’ entre os boards do Pinterest achei um infográfico muito fofo e útil, com dicas que considero preciosas pra quem está tentando fazer desse ano um ano diferente e divertido!

infografico_criatividade

Com certeza aprender a enxergar a rotina com os olhos de quem vê tudo pela primeira vez é uma das maneiras mais eficientes de criar algo NOVO. Durante nossa evolução o cérebro humano foi condicionado a criar “imagens padrão” das coisas que estamos acostumados a ver todos os dias como forma de economizar energia, sabia? Ou seja, inconscientemente, seu cérebro já “sabe”como devem ser cadeiras, mesas, paisagens, texturas, etc. Então, quando você enxerga algo corriqueiro (ou de forma corriqueira, sem prestar muita atenção) o que você recebe é um combo do que está vendo + a imagem pré-definida que seu cérebro já tem pra quilo… Puxado, né?

Portanto, FIQUE ATENTO DE VERDADE! Coloque-se em situações que são fora do comum para você. Viaje para lugares inéditos com paisagens nunca vistas. Frequente exposições, escute músicas diferentes das que estão na sua playlist fazendo aniversário, ehehe. Force seu cérebro a ser inserido em situações nunca antes vividas. Comece a realmente ENXERGAR as coisas ao seu redor. A criatividade virá, pode ter certeza!

O Demonologista – Considerações sobre a obra

Fui na Saraiva há alguns dias e não estava procurando nada específico, mas ao chegar lá pensei:

– Bem que eu podia achar um livro de terror bem legal!

Algumas estantes depois… SURPRESA!! Esbarrei no livro O Demonologista de Andrew Pyper, entre as críticas da capa estavam:

“Um romance inteligente, emocionante e absolutamente enervante. O dom de Pyper é que ele respeita profundamente seus leitores.”

GILLIAN FLYNN, autora do best-seller Garota Exemplar

“É impossível ignorar os demônios que têm uma presença tangível nesta história, mas o prazer mais profundo do romance vem da análise que o protagonista Ullman aplica a esses horrores […] Que venham os demônios.”

THE NEW YORK TIMES BOOK REVIEW

“A história mais convincente e assustadora que você vai encontrar este ano. O Demonologista mostra um escritor extremamente talentoso, produzindo um romance com uma misteriosa ameaça e profundidade. Aqueles de nós que escrevem histórias sobrenaturais não mencionam os nomes de Ira Levin, William Peter Blatty e Peter Straub em vão. Você vai ouvir todos os três associados a Pyper, e todas essas comparações são honestas, o maior elogio que posso oferecer.”

MICHAEL KORYTA, autor de The Prophet

“Uma história de horror incrivelmente lapidada, inteligente e tocante […] Há uma elegância narrativa e um domínio a respeito do que o mal pode significar.”

DAILY MAIL (REINO UNIDO)

“Muitos livros afirmam ser assustadores, mas este é realmente aterrorizante, do tipo não-leia-tarde-da-noite. Emocionante, convincente e muito bem escrito, O Demonologista faz O Bebê de Rosemary parecer um passeio no parque.”

S.J. WATSON, autor do best-seller Before I Go to Sleep

“Muito bem elaborado, delirantemente assustador e uma leitura compulsiva do começo ao fim. Imagine O Exorcista e O Código Da Vinci escrito por Daphne du Maurier. Não perca de jeito nenhum!”

JEFFERY DEAVER, autor do best-seller O Colecionador de Ossos

Muito bem, depois de críticas tão boas, não poderia deixar para trás. Além disso, a edição tem capa dura e um acabamento maravilhoso. Então, fiz o que qualquer fã de terror faria, comprei o livro e fiquei tão empolgada com a leitura que não desgrudei dele até terminar.

E aqui estou eu para fazer uma avaliação do romance de Pyper. Esse livro ganhou o Prêmio de Melhor Romance do International Thriller Writers Award (2014), concorrendo com autores como Stephen King. Além disso entrou em diversas listas de melhores livros de 2013, foi finalista do Shirley Jackson Award (2013) e do Sunburst Award (2014), chegou ao topo da lista dos mais vendidos do jornal canadense Globe and Mail e foi publicado em mais de uma dezena de países.

Apesar de tudo isso, eu confesso que me decepcionei muito com o livro, a trama realmente é envolvente, você não quer largar e quer saber logo o que vai acontecer, mas o final, MEU DEUS O QUE É AQUILO? Faltou algo sabe, me senti assistindo um filme que eu estava super ansiosa, mas que nos últimos 10 minutos me fez arrepender do tempo perdido assistindo aquilo.

Resumidamente, a história é inspirada na obra-prima de John Milton, Paraíso Perdido a qual o personagem, David Ullman é especializada. Inclusive na figura literária do Diabo, que, para David, é apenas um ser mitológico. Ao aceitar um convite para testemunhar um suposto fenômeno sobrenatural em Veneza, David começa a ter motivos pessoais para mudar de opinião. O que seria apenas uma boa desculpa para tirar férias na Itália com sua filha de 12 anos se transforma em uma jornada assustadora aos recantos mais sombrios da alma. Enquanto corre contra o tempo, David precisa decifrar pistas escondidas no clássico Paraíso Perdido, e usar tudo o que aprendeu para enfrentar O Inominável e salvar sua filha do Inferno.

Entre mortos, demônios, possessões podemos ficar na linha tênue entre a demência e a lucidez do protagonista. Por muitas vezes duvidei se ele realmente estava passando por aquilo ou se tudo não era um delírio. E, infelizmente, o final me deixou na dúvida se realmente tudo aquilo aconteceu ou não. Sei que está sendo feito uma adaptação cinematográfica, mas confesso que estou com receio de assistir e ter o entendimento diferente do que eu dei, já que o livro deixou bem aberto as interpretações. Talvez meu otimismo tenha influenciado e eu tenha torcido desde o início para que tudo terminasse bem, recusando os clichês de filmes de horror onde o fim não precisa ter nexo. No entanto, eu posso dizer que apesar de ter uma trama excelente este livro me decepcionou.

Para não dar mais spoilers vou ficar por aqui e indico a todos que possam fazer a leitura da obra, para que chegue a suas próprias conclusões. E depois podemos fazer uma discussão.

“A maior astúcia do Diabo é nos convencer de que ele não existe”, escreveu o poeta francês Charles Baudelaire.

 

A mente é onde eles habitam, e nela
Podemos fazer do inferno um paraíso, do paraíso um inferno.

‘Esmagando o patriarcado!’: Uma playlist só com músicas empoderadas para ouvir no último volume

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Poder.

É isso que Karol Conka, Maria Betânia, Gal Costa, Beyoncé, Mc Mayara, Christina Aguilera, Elza Soares e outras mulheres incríveis da música querem que você sinta ao escutar algumas de suas canções.

Elas cantam as lutas diárias das mulheres, gritam por direitos e lembram como as mulheres devem — e podem — desafiar a sociedade patriarcal simplesmente dizendo que elas devem amar seus corpos do jeito que são.

E não é?

Hoje, Dia Internacional da Mulher, é momento de lembrar como ainda precisamos lutar pelos nossos direitos, mas também não esquecer de que ser mulher é bom, incrível, “foda”, no sentido mais positivo possível da palavra.

E, claro, esmagar o patriarcado.

Para isso, selecionamos 30 músicas para ouvir no último volume — e se empoderar ainda mais.

Vem ouvir!