Estas super-heroínas da vida real lutam em nome de uma imagem positiva do corpo

Um novo grupo de super-heroínas está dando as caras, e elas trazem consigo uma imagem positiva de seus corpos.

Conhecidas coletivamente como The Succulent Six (as seis suculentas), essas super-heroínas têm a missão de lutar contra o preconceito contra os obesos e celebrar pessoas de todos os tamanhos. As seis mulheres adotaram personas relacionadas a comida, como Cookie Cutta e Dirty Dottie Donuts. Em abril, elas posaram para um ensaio fotográfico, a fim de incentivar os outros a parar “com a guerra de comida”. Baseado nos uniformes coloridos e na bagunça envolvida, parece que elas estão se divertindo muito divulgando sua mensagem.

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As The Succulent Six posaram para um ensaio fotográfico em abril a fim de incentivar o fim da “guerra de comida”.

Steff “Ivory” Conover, também conhecida como Cupcake Charlie, disse ao The Huffington Post que o grupo quer promover uma imagem positiva do corpo e desafiar os padrões de beleza pouco realistas.

“Queremos questionar a ideia da silhueta ‘certa’ e celebrar a beleza de todo tamanho”, disse Conover. “Nosso objetivo é acabar com a discriminação por peso e a gordofobia.”

Para as fotos, a equipe se juntou a N. Maxwell Lander, descrito por Conover como o “gênio artístico mais insano, positivo, sério, inteligente, engraçado e ranzinza que você pode imaginar”.

Juntos, eles lançaram a série de fotos “Stop the Food Fight” (pare com a guerra de comida, em tradução livre), em 6 de maio, o Dia Internacional Sem Regime, que questiona o chamado “corpo ideal” e abraça a diversidade.

Conover disse que parte da missão das The Succulent Six é divulgar esse tipo de atitude o ano inteiro.

“Acima de tudo, queremos celebrar um dia sem regimes e obsessões com o peso”, disse ela. “Acreditamos de verdade que se conseguirmos começar com um dia sem patrulha do corpo, talvez consigamos o mesmo nos outros 364.”

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As mulheres adotaram personas como Cupcake Charlie e Cotton Candy Sandy.

O grupo não tem planos de amolecer na luta contra a aceitação do corpo. O futuro das The Succulent Six inclui mais ensaios fotográficos, além de palestras e uma festa em Toronto, em julho. Com esses eventos, elas querem incentivar as pessoas a juntar-se ao movimento e amar seus corpos.

“Somos grandes. Somos fortes. Somos lindas. E aprendemos a amar e a ter orgulho de quem somos”, disse Conover. “Te convidamos a sentir o mesmo.”

Conheça as The Succulent Six

Repost – HuffPost Brasil

10 Maneiras para de ter um Bom Dia

Hoje é sexta-feira, nada como começar bem esse dia.

1 – Comece com um café

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2 –  Tome um banho quente ou frio ( o que mais te agradar)

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3 – Use algo que faça você se sentir bonito

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4 –  Sorria para todos que encontrar

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5 – Ligue para um amigo

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6 – Ande pelo seu bairro

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7 – Combata algo que esteja te colocando para baixo

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8 –  Fale para alguém que o ama

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9 –  Leia um livro

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10 – Quando todo o resto falhar, gaste dez minutos no Pinterest.

 

Blog Desafio – 31 dias (20º dia)

Dia 20 –  Onde eu quero estar em 10 anos?

Responder essa pergunta me fez lembrar muito de um jogo da infância onde eu tinha que escolher com quantos anos queria casar, quantos filhos e se seria rica, pobre ou milionária.

Hoje sei que a vida não é tão simples assim, o que é de certa forma até reconfortante porque se lá eu tivesse acertado, que graça teria viver? E viver é isso, almejar algo mais, correr atrás do que se quer e tentar ser feliz, independente das coisas que aconteçam.

E aqui estou eu, com 27 anos, noiva pensando em onde eu quero estar daqui a 10 anos. Acho que se eu estiver viva já vai ser um grande lucro, nunca sabemos o que nos espera, mas o que eu gostaria mesmo de ter/ser daqui a 10 anos é FELIZ, eu quero estar em um emprego em que eu me sinta realizada, onde trabalhar não se torne um fardo, mas um prazer. Quero ter minha casa, minha família e pessoas que realmente me amam e me querem bem ao meu lado.

Quero ter feito algo de realmente bom na vida, ter dado orgulho aos meus pais que tanto fizeram por mim e quero finalmente me sentir realizada. Quero viver meus dias sem pressa, sem reclamações e sim com muito amor. Quero ser grata por tudo que tenho e nunca duvidar de que Deus está comigo e mais do que tudo quero estar sempre ao lado Dele.

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TAG – Meu Gosto Musical

Mais uma TAG para animar esse blog, dessa vez eu vou falar sobre meu gosto musical.

Vamos às perguntas?

TAG – Meu Gosto Musical

01. Qual seu estilo musical preferido?
Existem muitos, mas posso resumir em POP e Rock.

02. Qual o seu cantor ou banda preferido?
Beysus, não há dúvidas…

03. Qual estilo musical você odeia menos gosta?
Sertanejo

04. Cite uma música que te faz chorar.
Bryan Adams – (Everything I Do) I Do It For You

05. Cite uma música que marcou algum momento da sua vida.
Uma música que marcou bastante, principalmente

06. Qual música você está ouvindo muito ultimamente?
Sorry – Beyoncé

07. Cite 03 artistas que você gostaria de assistir um show.
Beyoncé, Rammstein e Spice Girls.

08. Qual música lembra a sua infância?
Anos 90 de forma geral, tenho até uma playlist no meu celular, que não tiro por NADA.

09. Qual música melhora o seu humor?
Banda Uó — > TODAS

10. Qual o seu filme preferido em questão de trilha sonora?
Rock’n Rolla

11. Que tipo de música você gosta de ouvir quando está triste?
Depende do motivo da tristeza mas está entre pop, rock e meloso dramático.

12. Em qual momento você mais ouve música?
Indo e voltando do trabalho ou quando tomo banho.

13. Qual música você gosta de cantar em voz alta?
Todas da Beyoncé

Blog Desafio – 31 dias (19º dia)

Hoje vou falar sobre:

Dia 19 –  Meus piores hábitos

Vou falar sobre umas manias que acho que são ruins para mim de forma geral.

Sedentarismo –  morro de preguiça de fazer atividades físicas, principalmente neste frio. Quando eu fazia Hidroginástica eu me sentia melhor, mas hoje me sinto desmotivada e sem disposição para encarar o dia. É difícil, mas ainda não achei nada que me animasse, ou melhor nenhuma atividade que me motivasse.

Sal em excesso – Eu sou filha de baiano e tenho costume de comer coisas bem apimentadas, então é bem comum minhas comidas serem bem salgadas.

Comer bobeiras –  Não sou fã de doces, mas eu tenho algo com lanches, batatas e coisas que normalmente engordam. EU AMO comer bobeiras e esse é um péssimo hábito que eu quero mudar.

Vocês viram que tudo está relacionado ao meu peso, né?

 

O Começo da Vida

Ontem eu assisti um documentário maravilhoso:

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Lançado no dia 05 de maio, o filme está em exibição nos cinemas e na plataforma VideoCamp.

E percorre os quatro cantos do mundo (Brasil, EUA, Canadá, Itália, China, Argentina, Índia e Quênia) para mostrar a importância dos primeiros anos de vida na formação de cada pessoa.
Foram 82 cenas e 170 entrevistas e mais de 400 horas de filmagem. O Roteiro e a Direção ficou por conta de Estela Renner,cineasta, diretora, roteirista e sócia da produtora Maria Farinha Filmes.

Estela dirigiu, produziu e roteirizou filmes e documentários impactantes como “Criança, A Alma do Negócio”, que questiona os efeitos da publicidade dirigida às crianças, “Muito Além do Peso”, sobre a epidemia de obesidade infantil no Brasil e no mundo, e “Tarja Branca”, que fala sobre a importância do espírito lúdico em nossa vida.

Nesse filme ela nos convida a refletir juntos, enquanto sociedade: será que estamos cuidando bem deste momento único da vida que determina tanto o presente quanto o futuro da humanidade?

SINOPSE: Uma análise aprofundada e um retrato apaixonado sobre os primeiros mil dias de um recém-nascido, o verdadeiro começo da vida de um ser humano, tempo considerado crucial pós-nascimento para o desenvolvimento saudável da criança, tanto na infância quanto na vida adulta, onde os pais precisam ter o maior cuidado, amor e carinho possível.

É possível organizar um casamento feminista?

A desigualdade de gênero é um fato. E, embora seja inegável que a luta levada a cabo todos os dias por milhões de pessoas tenha seus frutos, as mulheres continuam sendo maltratadas (em todos os aspectos), em uma sociedade em que o machismo está arraigado em casa aspecto de nossas vidas. O sexismo se espalha por todos os cantos, não só nos espaços onde seria fácil imaginá-lo abrindo suas asas. É nas outras esferas, aquelas que se tingem de modernidade e igualdade, que se precisa colocar o foco: é provável que seja lá onde a desigualdade entre os gêneros se camufle melhor.

Um dos bastiões do machismo é o casamento. As implicações desse ato milenar são conhecidas de sobra. Desde pequenas as mulheres recebem mensagens –através de histórias para crianças– que as representam como seres delicados e belos. Quando atingem a puberdade, as jovens sabem que a sua única tarefa será encontrar um príncipe encantado para protegê-las dos perigos que existem lá fora. E embora essa ideia possa parecer antiga e até mesmo ingênua, está enraizada na nossa consciência. A maioria é capaz de abandoná-la e jogá-la fora, mas uma educação sentimental assim se traduz –sem se poder evitar– na forma que entendemos o amor e o compromisso.

Quando no ano de 2005 se aprovou na Espanha o casamento entre pessoas do mesmo sexo, alguns membros da comunidade LGTBQ consideraram que se casar seria um ato incongruente com seus ideais. Uma instituição como o casamento é baseada na tradição, e na união entre homens e mulheres, de forma que o mais sensato seria não querer fazer parte disso. No entanto, muitos casais homossexuais sentiram que se casando dariam um passo à frente em sua conquista pela igualdade de direitos. Mas o que acontece quando se é uma mulher heterossexual, que se declara feminista, que sente o desejo de se casar?

O feminismo é um movimento político que luta contra as desigualdades entre homens e mulheres, mas não estabelece um perfil ideal de comportamento. Nesse mundo utópico, cada pessoa é livre para tomar suas próprias decisões. Por isso é possível ser feminista e querer se maquiar todos os dias ou usar saltos impossíveis. Também não te invalida nesse aspecto sonhar com um casamento tradicional (ou mais atual); é igualmente permitido se casar de branco ou com um mini vestido vermelho.

No entanto, ignorar as conotações que implica uma união desse tipo seria tendencioso. Na cidade de Stara Zagora, no centro da Bulgária, todos os anos se organiza um mercado para se encontrar a futura esposa. As adolescentes de povoados próximos se enfeitam e se prepararam para o grande dia. Elas e suas mães ficam ansiosas. O que está em jogo é vital: se as meninas caem no gosto de alguma família rica, o resto de suas vidas será mais fácil, especialmente para as suas famílias. Caso contrário, é provável que continuem a viver na pobreza extrema, e que a menina fique para sempre solteira: o pior que poderia acontecer em uma sociedade que só valoriza a mulher por sua função reprodutiva e afetiva.

Embora esse seja um caso isolado, é fácil de encontrar milhares de exemplos –nem sempre tão palpáveis– sem a necessidade de viajar para tão longe. A maioria dos casórios realizados na Espanha carrega pequenas tradições ancestrais que exalam um odor machista. Para combater isso, Katrina Majkut, a criadora do site The Feminist Bride, recomenda ser muito autoconsciente e prestar atenção a cada detalhe da celebração para poder realizar um casamento feminista. E reformando a instituição matrimonial desde o primeiro momento: o do pedido. Se é ela que o faz, por que não aproveitar para colocar um anel de noivado nele? Uma boa opção poderia ser ambos usarem, ou nenhum dos dois. No entanto, a sua função é supérflua, uma vez que só se usa por um determinado período de tempo. E o dinheiro economizado pode ser dedicado a outras funções.

Uma vez decidido, melhor evitar tradições machistas, como a que estipula que o noivo deve pedir a mão de sua prometida. Atos desse tipo perdem seu sentido em uma comunidade que se considera avançada; além disso, é inaceitável que um adulto seja tratado com essa condescendência. Ainda assim, dentro de certos círculos, as mulheres são julgadas como meninas, indefesas e indecisas, que não tomam as rédeas de sua vida. Por isso convém banir tais hábitos, e optar por comunicar uma decisão feliz para as duas partes de maneira natural (sem pedir permissão).

Uma vez comprometidos, começa a parte mais complicada e estressante. Embora os noivos possam estar nas nuvens, é necessário voltar novamente ao mundo real para poder concluir todos os detalhes. Esse planejamento representa um grande esforço, de modo que o lógico é que a outra parte trabalhe da mesma forma, e não se desinteresse por determinadas funções por considerá-las ocupações femininas. Comportamentos assim são reforçados com a percepção generalizada de que é ela quem tem o sonho de se casar. No entanto, organizar um casamento representa uma responsabilidade (e uma grande alegria) para ambos.

Antes que a família da noiva arque com a maior parte dos custos do evento, é fundamental se perguntar o porquê desse costume. A explicação é baseada em um possível favor que a família do noivo estaria fazendo ao aceitar a noiva, supondo que ele vai mantê-la de agora em diante. Mas, levando em consideração que um casamento é uma festa que se organiza para celebrar o amor, e que não é uma obrigação, o mais sensato é que todos contribuam em partes iguais. E também os implicados.

As despedidas de solteiro são uma questão delicada. Fazer a diferença é possível participando de festas em que não há apenas pessoas do mesmo sexo. Dessa forma se desfazem conceitos binários que afirmam que os homens e as mulheres precisam se separar para se divertir, e assim poderem liberar suas paixões mais primárias (especialmente no caso deles). Optar por planos que escapam do estabelecido, como ir acampar durante um fim de semana ou passar uma tarde nas montanhas ou na praia, são opções baratas e que não implicam nessa distinção tão artificial em que as mulheres se comportam como mulheres e os homens como homens.

No dia do casamento, a noiva geralmente chega com seu pai. Esse ato, em princípio inofensivo, tem conotações que não são tanto assim. É o progenitor que a entrega a ele: ou seja, a mulher adulta (mais uma vez é considerada uma menina) se afasta do cuidado de seu pai para cair nos braços de seu marido. Em nenhum momento se torna uma pessoa livre e segura de si mesma, e sempre está às custas de um homem. Para acabar com esse estereótipo, a noiva pode entrar sozinha e com passos firmes; reafirmando a sua própria decisão de subir ao altar.

Uma vez casados, melhor não jogar o buquê de flores (se houver um). Se no casamento há mulheres solteiras ou que não pretendem se casar, é importante que não sintam que estão sendo censuradas por isso. No caso dos homens, essa situação pessoal não representa um bônus, mas a ideia de uma mulher “solteirona” ainda está profundamente enraizada na nossa sociedade. E a maioria delas enfrenta humilhações de maneira habitual.

Ao sair da cerimônia, melhor que seja com seus próprios pés e não nos braços do parceiro. Esse costume, mais uma vez, se baseia na ideia do próprio desamparo e da incapacidade feminina. Também é possível que algumas pessoas se aproximem da noiva e assumam que o próximo passo após o casamento será ter filhos. É quando uma noiva feminista deve deixar claro que essa é uma decisão pessoal que, se for tomada, será da responsabilidade de duas pessoas. Com tudo isso em mente, será mais fácil organizar uma festa livre de tradições machistas. No entanto, antes de tomar a decisão de se casar, é melhor ter certeza de que seu parceiro também é feminista. Só assim será possível alcançar uma convivência futura em igualdade de condições.

Repost – Brasil EL Pais