O Bebê de Bridget Jones – Considerações Sobre o Filme

Doze anos depois de sua última aparição, Bridget Jones volta em seu terceiro filme O Bebê de Bridget Jones, dessa vez um roteiro original mostra uma Bridget com 43 anos, feliz com o próprio corpo e em um emprego promissor, mas no amor continua do mesmo jeito, solteira. Mas o que aconteceu? Entre “Bridget Jones: No Limite da Razão” e este novo, o meu – e provavelmente o de todo fã de Bridget Jones- principe encantado Mark Darcy (Colin Firth) por ser tão workaholic a fez botar um ponto final no relacionamento e por isso ela retorna a vida de solteirona.

Aliás preciso falar uma coisa, muitos críticos acham o segundo filme desapontador pois, segundo eles, nada mais é do que como uma versão infantilizada do charmoso original “O Diário de Bridget Jones”. Pessoalmente o primeiro sempre foi meu preferido, mas no segundo, apesar de ainda ser humilhada pelo formato de seu corpo, de se relacionar com o Daniel Cleaver (Hugh Grant) eu adoro a cena dela cantando “Like a Virgin” na cadeia e de como em diversas situações ela me diverte.

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Voltando ao filme O Bebê de Bridget Jones, confesso que esse filme que precede o livro me deixou aliviada, Helen Fielding em seu terceiro livro da personagem, “Louca Pelo Garoto” nos apresenta uma Bridget cinquentona redescobrindo o seu poder de sedução após a morte de Mark Darcy. Sim, ela simplesmente matou o homem mais perfeito da face da terra e apunhalou o coração de todos os leitores.

Eu adorei o filme, ele é descontraído e mostra uma fase da vida de toda mulher, ver que suas amigas estão casando com filhos e você chegando ao nível preocupante de se não for agora, talvez você nunca será mãe. Desde o primeiro filme eu sempre me identifiquei com a personagem e mesmo ela tendo os seus 30 e poucos e eu os meus 20 e poucos eu me senti Bridget em diversas fases da minha vida. E esse apesar de ser algo de certa forma considerada absurda pela sociedade essa situação de grávida sem saber quem é o pai é algo muito possível para qualquer um.

Outra coisa que eu curti foi a aparição de um novo competidor para o coração de Bridget, Jack (Patrick Dempsey), sujeito boa-pinta e guru do amor milionário. Finalmente devido a recusa de Hugh Grant em reprisar o seu papel, Daniel Cleaver tem a sua ausência justificada por um episódio trágico e Bridget não comete o mesmo erro pela terceira vez.

O que sempre gostei da Bridget é que apesar de ser uma mulher independente e fazer o que bem entende ela nunca aceitou abuso, nunca deixou de ser tão louca quanto é e mais do que isso ela sempre acreditou no amor. Isso é o que mais me identifico com ela, apesar de todos os pesares da vida, eu sempre acreditei no amor.

Não vou falar muito sobre o filme para não dar spoilers, pois vale a pena assistir o que posso afirmar é que foi um desfecho muito bom, pois a dúvida de quem seria melhor para Bridget neste momento é clara e todo fã torce pelo Darcy. E apesar de saber que é o que acontece a seguir, ou melhor, o que acontece em Louca pelo Garoto é um ótimo filme.Para finalizar vou deixar a sinopse e o trailer vejam o filme e depois comentem aqui o que achou.

Sinopse:
Estável no emprego como produtora de TV, Bridget Jones (Renée Zellweger) continua solteira. Depois de aceitar o convite de uma amiga do trabalho para ir a um festival de música pop, lá ela acaba “acidentalmente” dormindo com o desconhecido e sedutor Jack Qwant (Patrick Dempsey). Mas ela não é mais a mesma neurótica e nem se preocupa com o paradeiro do moço. Pouco depois, em um batizado, a verborrágica inglesa reencontra Mark (Colin Firth), seu amor do passado. E eles acabam… dormindo juntos. Mais algumas semanas se passam, e Bridget se encontra grávida. E, sem ter certeza de quem é o pai da criança, adia a “revelação”, enquanto ambos acreditam ser o verdadeiro pai do bebê de Bridget Jones.

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