Aceitar as pessoas como elas são não nos obriga a conviver com elas 

É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.

Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.

Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor.

Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.
Repost – Resiliencia Mag

6 séries que valem a pena maratonar

Está certo que existem séries atemporais que agradam a todos, como Friends que poderia estar na lista abaixo. Mas existem séries que mesmo sendo bem específicas e marcarem uma época, nos fazem pensar muito mesmo nos dias de hoje. E dessa vez, para ilustrar um pouco isso, vou falar sobre algumas das minhas séries favoritas – ou que influenciaram e influenciam minha vida até hoje –  que já chegaram ao fim, mas que vale a pena ‘maratonar’.

Começando essa lista MARA, falo de uma das séries que sinto mais falta, True Blood

True Blood – Vampiros nunca saem de moda

True Blood conta a história de Sookie, uma garçonete considerada um tanto estranha pelos amigos e vizinhos, que vive num local cheio de vampiros. Ela piora sua reputação ao se apaixonar por um dos vampiros que coexistem com seres humanos alimentando-se de sangue sintético. Ok, quem não viveu uma fase Vampiresca de atire a primeira pedra, bom eu assisti a série um pouco atrasada confesso, mas adorava a temática e o que mais me influenciou foi o fato de podermos amar as pessoas tão intensamente e deixar de amar da mesma forma. Risos, estranho né? Me refiro ao relacionamento de Jess, Jason e Hoyt.   Me lembro como se fosse hoje quando Hoyt pediu para Jess apagar a memória dele, ele não queria  sofrer e desistiu de uma amizade de infância para isso.

Fringe – A melhor série de ficção científica que já assisti.

Criada por J.J. Abrams (mesmo criador de Lost e Alias). A série tem uma mistura de Arquivo X e The Twilight Zone. É um drama que explora a tênue linha entre a ficção científica e a realidade. Quando um acidente aéreo ocorre em Boston, matando todos os passageiros e a tripulação de forma chocante, a agente especial do FBI “Olivia Dunham” (Anna Torv) é chamada para investigar. Depois que seu parceiro, o agente especial “John Scott”, quase morre durante a investigação, Olivia procura desesperadamente por ajuda e acaba conhecendo o “Dr. Walter Bishop” (John Noble), considerado o Einstein da nossa geração. Só há um problema: Walter esteve internado em uma clínica psiquiátrica pelos últimos 17 anos e a única forma de questioná-lo é pedindo ajuda a “Peter Bishop” (Joshua Jackson), o estranho filho de Walter. Cheia de personagens sobrenaturais em formatos cientifico. Mundos paralelos, clonagem,  e um amor lindo entre Peter e Olivia. Super vale a pena assistir.

Malcolm in the midle  – Quase um Todo Mundo Odeia o Malcolm

A série trata de uma família de seis pessoas (mais tarde, sete), e as estrelas Frankie Muniz, no papel de Malcolm, um menino mais-ou-menos normal, que é um gênio. Ele gosta de ser inteligente, mas odeia ter que tomar aulas para crianças super-dotadas , que são ridicularizados por outros estudantes, chamando-as de “Krelboynes”. Jane Kaczmarek no papel de Lois é a mãe arrogante e autoritária. Bryan Cranston interpreta o pai amoroso, mas desprendido, Hal. Christopher Masterson interpreta o papel do irmão mais velho de Malcolm, Francis: um ex-rebelde que, em episódios anteriores, foi para escola militar, mas finalmente se casou e se acomoda em um emprego estável. Justin Berfield é estúpido irmão mais velho de Malcolm, Reese, um valentão da escola que tortura Malcolm em casa, mesmo, quando ele o defende na escola. O Irmão mais novo é Dewey que é interpretado por Erik Per Sullivan. Para as duas primeiras temporadas, o foco do show foi em Malcolm. Como a série progrediu, no entanto, ele começou a explorar os outros membros da família, eventualmente, os seis membros do elenco se tornando um grande elenco. O legal da série e ver uma familia sem dinheiro enfrentando todos os desafios da vida unidos, alias o Malcolm é muito azarado e aprende algumas lições da vida como nós, levando na cara.

One Tree Hill –  Drama adolescente e problemas atuais

A história gira em torno de Lucas Scott (Chad Michael Murray), um jovem de 16 anos que sonha em ser jogador de basquete. Vive com a mãe, Karen Roe (Moira Kelly), e é meio-irmão de Nathan Scott (James Lafferty). Seu pai, Dan (Paul Johansson), nunca o aceitou como filho, deixando-o sob criação total da mãe. Ao ser convidado para se juntar aos Ravens, time de basquete da Tree Hill High, escola onde estuda, Lucas tem de lidar com a pressão do pai e o temperamento forte do irmão Nathan. Além disso, ele se apaixona por Peyton Sawyer (Hilarie Burton), namorada do irmão e cheerleader do time. Para piorar, Brooke Davis (Sophia Bush), melhor amiga de Peyton, se apaixona pelo jovem. Nathan usa Haley (Bethany Joy Galeotti), melhor amiga de Lucas, como alvo para atingir o garoto. Porém, seus planos dão errado, e ele acaba se apaixonando pela moça. Lutando pela aceitação do pai e enfrentando brigas com o irmão, Lucas tem de equilibrar sua vida emocional com o basquete. Era como uma Malhação americana, tinha tudo que realmente acontecia na vida real. E com o tempo foi colocando assuntos mais atuais como drogas, bullying, etc.

 

Revenge –  Vingança é um prato que se come cru

Drama envolvente que até influenciou o enredo da novela Avenida Brasil. Quando Amanda Clarke era criança seu pai foi preso sob a acusação falsa e injusta de terrorismo, sendo julgado e condenado à prisão, onde acabou sendo assassinado. Após alguns anos, Amanda – usando o nome Emily Thorne – volta aos Hamptons para se vingar das pessoas que destruíram sua família e causaram a morte de seu pai. Amanda sente que teve a vida destruída por essas pessoas que armaram contra seu pai, fazendo com que ela passasse sua infância no reformatório, uma detenção juvenil. Quando completou 18 anos, ela foi solta, mudou sua identidade e recebeu a herança de seu pai, além de uma caixa contendo detalhes sobre as pessoas que arruinaram a vida deles. Seu principal alvo é Victoria Grayson, matriarca da família Grayson, que amou e traiu seu pai.

The OC –  A melhor série que já existiu

Orange County (de onde vem a sigla O.C.) é um paraíso localizado na Califórnia onde tudo aparenta ser extremamente “perfeito”. Porém, por trás dos muros das mansões, mundos são destruídos, pessoas desmascaradas e segredos vêm à tona.

Ryan Atwood é um adolescente problemático que sempre se mete em roubadas (por causa do irmão), que, ao chegar em Orange County com Sandy Cohen, um advogado público idealista que evita que Ryan vá para a prisão, convida-o para viver em sua mansão (devido ao fato de Sandy se identificar com Ryan na sua adolescência).

Kirsten Cohen, a esposa perfeita de Sandy Cohen, não fica feliz com a mudança de Ryan para a sua casa. Sua maior preocupação é que o comportamento de Ryan afete seu único filho, o adolescente Seth Cohen, um sonhador ingênuo e apaixonado pela colega de escola, Summer Roberts, uma popular patricinha que no começo da temporada se interessa por Ryan, mas depois se apaixona pelo sarcástico Seth.

Enquanto isso, Marissa Cooper, a garota da casa ao lado dos Cohen e melhor amiga de Summer Roberts, namora o atleta de pólo aquático da escola Luke Ward (um garoto que a trai o tempo todo) e vive num mundo de fantasia e luxo. Até que seu pai, Jimmy Cooper, se envolve em um escândalo financeiro e perde todo o dinheiro da família. O mundo idealizado por Marissa cai em ruínas e sua mãe, Julie Cooper, uma mulher interesseira que só pensa em dinheiro, se encarrega de separar a família, que até então parecia “perfeita”.

Depois de Ryan conhecer o lugar que iria “passar o final de semana”, ele conhece Marissa, que o convida para um desfile e depois para uma festa na casa de sua outra amiga, Holly. É neste ponto que Ryan se encontra pela segunda vez com Luke (sendo a primeira quando conheceu Marissa), batendo em seu “irmão” Seth, e os dois se metem em uma luta, por esse e outros motivos, Ryan vira o maior inimigo de Luke, diminuindo menos ainda a chance de Ryan virar amigo de Marissa.

O amor NÃO vai te salvar

Eu odeio te decepcionar, mas o amor dele ou dela não vai salvá-lo. E embora os relacionamentos sejam significativos e incrivelmente importantes, não vai tornar a sua vida melhor se a sua vida já é terrível.

O amor não vai transformar magicamente sua vida em um país das maravilhas. Não vai garantir automaticamente uma vida de felicidade e alegria. Cupido não vai acenar uma varinha sobre seu coração e torná-lo inteiro novamente.

O amor é mágico, mas não é mágica.

O amor é lindo, não me interpretem mal. É maravilhoso estar apaixonado e ter alguém para compartilhar seus dias escuros e dias ensolarados. É maravilhoso ter alguém que vai segurá-lo através de seus piores momentos e levantá-lo quando você não pode mesmo se levantar. É uma coisa maravilhosa, maravilhosa.

Mas não vai salvar sua vida.

Não vai salvar seu coração.

Só você pode fazer isso. Só você pode fazer seu coração inteiro novamente. Só você pode reiniciar sua vida e transformá-la em algo que você quer experimentar. Só você pode transformar sua vida, seus sonhos e seu destino.

E por mais poderoso que o amor seja, não é tão poderoso como você.

Você precisa ser o personagem principal em sua história. O herói de seu próprio conto de fadas. Seu próprio cavaleiro pessoal em armadura brilhante. Não há uma pessoa que possa ter controle sobre sua própria vida da mesma maneira que você tem agora. Não há uma pessoa que seja mais importante em sua própria vida, do que você.
Então pare de procurar por amor. Pare de persegui-lo. Pare de correr por ele. Eu sei que você está cansado. Eu sei que você está sozinho. Mas você é o único que pode consertar isso. Você é o único que pode aprender a amar a si mesmo. Você é o único que pode trabalhar em melhorar a si mesmo e se tornar uma pessoa melhor.

E você precisa fazer isso sozinho.

Seja seu próprio namorado, seu próprio melhor amigo e seu próprio amante. Seja a pessoa que se levanta. Quem acredita em seus próprios sonhos e em suas próprias fantasias. Seja o seu próprio fã número um e seu próprio número um defensor.

Ninguém mais vai transformar sua vida ao redor da mesma maneira que você pode. Ninguém mais vai ter esse tipo de poder.

O amor não vai salvá-lo ou mantê-lo no escuro. O amor não vai fazer seus sonhos mais selvagens se tornarem realidade e não vai transformar seu mundo em uma galáxia fascinante. O amor não vai estar sempre lá para você. E o amor não vai transformar sua vida em uma vida que vale a pena viver

Só você pode fazer isso.

Você é o único que tem a capacidade de salvar a si mesmo. Você é a única chance.

Repost – Thougth Catalog

7 razões para você dar um tempo de namorar

1. Você ainda está ligada em um ex ou alguém do seu passado.
Dê a si mesmo tempo para ficar sozinha. Mesmo que possa ser tentador (e uma maldita forma de distração boa), você não tem que saltar para outro relacionamento romântico. Assim, você estará se permitindo tempo para curar e realmente passar de um apego anterior, ou seja, é mais provável que você esteja pronto quando chegar a hora de ter um novo amor.

2. Você está embarcando em uma nova carreira.
Começar em um novo trabalho pode ser TERRÍVEL. Especialmente se este é o início de uma carreira, ou algo que você se vê fazendo/ trabalhando ao longo do tempo. Não há nada de errado em colocar seu trabalho em primeiro lugar enquanto você está se descobrindo.

3. Você está constantemente tentando agradar os outros.
Se você fez tem o hábito de sempre fazer o que outras pessoas querem, ou que deixa pouco tempo para refletir sobre o que você quer. É bom ser um pouco egoísta. Seja sua prioridade de uma vez.

4. Você precisa dedicar mais tempo e energia para suas amizades.
Os amigos são partes incrivelmente valiosas e importantes de nossas vidas. Certifique-se de que eles se sentem apreciados e que mereçam seu esforço e tempo. Leve seus amigos para sair. Ir em viagens juntos. Ir para restaurantes bonitos, rir e encontrar alegria apenas por estar na companhia uns dos outros.

5. Você está prestes a fazer uma grande transição na vida.
Talvez você esteja se preparando para se formar ou mudar para uma nova cidade. Talvez você esteja lidando com novos ambientes e pessoas. Quando há um final definitivo para um capítulo em sua vida, um que é seguido por uma grande mudança, pode ser esmagadora para adicionar quaisquer outras mudanças também. Dê a si mesmo um momento para se ajustar.

6. Sua saúde mental precisa de alguma atenção.
Eu sou uma grande defensora da terapia, mas obviamente não é para todos (e infelizmente nem todos têm acesso a ela). Você nunca deve se sentir envergonhado de trabalhar sua saúde mental e abordar as coisas que você pode precisar de um pouco de ajuda. Não quer dizer que você não pode fazer isso enquanto está em um relacionamento, mas ter um tempo só seu para isso pode se ser um alívio muito necessário.

7. Você só não quer namorar.
Há uma pressão estranha que você tem que encontrar alguém, AGORA. É um relógio proverbial que todos nós estamos competindo contra. Mas a vida não é uma maratona. Só porque as pessoas ao seu redor estão se apaixonando ou se casando ou vão ter filhos não significa que você tem que estar na mesma página. Você não tem que forçar-se a algo que você não está interessado.
RepostThought Catolog 

7 motivos pelos quais eu blogo

Entre as coisas que coloco aqui, eu pensei em expôr para vocês porque eu blogo. Porque, sem ser remunerada, sem ter grande visibilidade (ainda), sem nem mesmo ter medo de me abrir eu coloco tudo aqui.

O início

Como sabem, sou formada em Jornalismo, mas infelizmente eu não trabalho na área e iniciei meu blog para ter algo para colocar no meu curriculo e divulgar meus textos da faculdade. Com o tempo ele se tornou algo maior e com muitos outros objetivos.

Prática

Gosto de praticar a escrita, principalmente para falar das coisas que gosto, aqui é uma lugar onde posso ser livre para discutir qualquer assunto e divulgar outros artigos que me identifico. Esse é um dos motivos para eu blogar.

Diário

Quem aqui já assistiu Awkward? Conta a história da estudante Jenna  que é invisivel em seu colégio e por isso começa um blog onde conta tudo da sua vida de forma anônima. Quando eu assisti a primeira temporada eu já tinha meu blog, mas aproveitei para colocá-lo também nesta perspectiva.

Representatividade

Conforme fui me conhecendo e aprendendo sobre a vida, sociedade e cultura. Percebi que existem poucos negrxs como pessoas inspiradoras, na minha época ter uma bombom para 10 paquitas era o suficiente, hoje sabemos o quanto a representatividade importa e por isso por minha cara preta aqui se tornou mais importante

Divulgação

Desde que me reconheci como feminista, não me imagino sem espalhar esse conhecimento para todas as mulheres do mundo. E tento fazer também atraves das minhas postagens, além do feminismo apoio também outras causas como dos LGBTTs e etc.

Saude

Assim que eu lí que escrever ajuda a lidar com a depressão eu também coloquei isso como um dos meus objetivos. Sofro com depressão e ansiedade há algum tempo e ter essa responsabilidade me ajudou de várias maneiras, minha autoestima e confiança aumentaram e muito. Agora eu pretendo passar a todos minha jornada para chegar ao peso ideal

Meio de vida

Não nego que este blog é a melhor parte da minha vida, existem momentos difíceis em que eu me distancio e sinto muito a falta, espero que um dia eu possa sobreviver financeiramente apenas de postar neste blog e ver que meus pensamentos, minha visão e meu estilo de vida seja disseminado pelo mundo.

O amor que queremos…

Chega um momento da vida que a gente só quer paz, boa companhia e tranquilidade, a gente cansa de amores complicados de paixões desenfreadas, nós só queremos alguém que nos faça sentir conforto, nada de explosão ou loucura.

Queremos alguém que nos faça nos sentir em paz, que abrace forte e diga estou aqui. Queremos aquela pessoa que você sabe que pode contar, que em qualquer lugar do mundo te faça sentir feliz independente da paisagem.

Queremos fazer planos, casar, ter uma casa, alguém para compartilhar o café da manhã, alguém com quem cheguemos em casa depois de um dia exaustivo e que esteja de ouvidos abertos para ouvir e acolher.

Nada de loucura, tudo muito calmo, tranquilo, paciente. Queremos ter alguém que possamos passar um fim de semana assistindo netflix ou quem sabe indo ao cinema. Nesse mundo que prega total desapego, queremos nos apegar.

Queremos fazer um piquenique no parque e ficar olhando as crianças correndo e imaginar como serão as nossas. Queremos rotina, quero planos, sonhos.

Queremos ser surpreendidos com aquele jantar, com aquele beijo, com aquela flor ou presente inusitado, todos nós queremos clichê. Queremos contar a todos, como o outro nos faz bem e que parece não ter defeitos.

Mas no fundo queremos descobrir quais são e que a pessoa descubra quais são os nossos e assim possamos desenvolver um amor, sincero, sem máscaras.

Queremos alguém para envelhecer ao nosso lado e que possamos passar horas contando aos netos como nos conhecemos. Queremos ter orgulho de dizer que estamos a tanto tempo juntos.

Queremos aquelas briguinhas sem motivo, só para terminar em uma boa conversa e numa boa reconciliação.

Queremos ter alguém que faça falta independentemente de onde estejamos. Queremos aquela companhia que transborde. Porque completos já somos.

Queremos alguém para somar, alguém para dividir a cama, a rotina, os planos, as loucuras. Enfim tudo o que todo mundo realmente quer em uma fase da vida.

Repost – O Segredo

NUNCA peça desculpas por essas 15 coisas (mesmo que ache que deva)!

Imagem: Ambivalently Yours

 

Pedir desculpa, não é feio, pelo contrário, quando erramos, o ato de reconhecer um erro, é nobre.

Porém, quantas vezes pedimos desculpas por algo que não éramos culpados ou errados?

Abaixo, listamos 15 itens, que você nunca deve se desculpar, nem carregar peso na consciência por isso.

1. Nunca peça desculpas por amar alguém.

São poucos capazes de amar genuinamente alguém, comemore. Não importa quem você ama, mesmo se for platônico, o fato de que você tem essa capacidade de amar, é o que importa.


2. Nunca peça desculpas por dizer não.

Auto-respeito e conhecer suas limitações são muito importantes. Se você não puder dedicar-se completamente do seu tempo para algo, você não deve sentir-se culpado por dizer não. Grandes líderes tem enorme capacidade de dizer ”não”.


3. Nunca peça desculpas por seguir um sonho.

Seguir nossos sonhos é o que nos torna vivo. Não existe idade para ir atras de seus objetivos, são os sonhos que nos moldam. Se você contentar-se com o que tem e não com o que deseja, você será um eterno infeliz.


4. Nunca peça desculpas por tirar um tempo para si.

Cuidar de si é muito importante para a vida, tirar um tempo e ser feliz, dedicando-se apenas a suas necessidades.


5. Nunca peça desculpas por escolher suas prioridades.

Nunca deixe ninguém fazer você se sentir culpado por escolher suas próprias prioridades. Sempre cuide do que realmente importa em primeiro lugar. Se é importante para você, então é importante e o assunto dispensa maiores explicações. As pessoas que realmente importam respeitarão a sua decisão.


6. Nunca peça desculpas para terminar um relacionamento tóxico.

O único arrependimento que você deve ter por terminar um relacionamento tóxico é por não ter feito isso antes. Uma relação não prazerosa impede-o de alcançar seu potencial. Abrir mão dela não é algo para sentimento de culpa e sim para alívio.


7.  Nunca peça desculpas por suas imperfeições.

É o que nos torna originais. Abrace-as e aceite.


8. Nunca peça desculpas por lutar.

Não abra mão de suas crenças, defender valores, moral e ética é sinal de determinação e liderança.

Repost – O Segredo

24 dicas para conviver com a depressão por pessoas que já passaram por isto

A depressão é uma doença muito difícil de se encarar porque as coisas continuam muito pesadas mesmo quando você já está em tratamento e com aquela sensação de que o pior já passou. Quem tem depressão sabe que a máxima “um dia após o outro” não é um clichê descartável. Tudo é feito um dia por vez, um passo por vez.

Para dar estes passos, você precisa fazer um esforço extra, além da terapia e/ou dos remédios, simplesmente para levantar da cama de manhã, por exemplo. Esta fase pode se tornar um pouco mais fácil quando você descobre algo que te motiva a continuar lutando, nem que sejam pequenas coisas que você faz no dia.

Pensando nisso, pedi para que as pessoas que já lutaram ou ainda lutam contra a depressão que compartilhassem suas próprias descobertas para ajudar a diminuir aquela sensação de que nada vai bem.

Recebi dezenas de depoimentos emocionantes e relevantes. Eles não cabem aqui na íntegra, mas tentei selecionar algumas das dicas para que outras pessoas também possam testá-las.

1. “Tente prestar atenção no tanto de tempo que você dedica à sua cabeça versus o tempo que dedica ao seu corpo”.

'Não precisa fazer academia ou fazer muito exercício, nem nada. Coisas simples como se alongar quando acorda, prestar atenção na respiração quando está trabalhando, ter consciência do seu corpo - a gente só costuma pensar nele esteticamente ou quando a gente fica doente. A gente fica muito tempo dentro da cabeça da gente e quando algo não tá bem, isso é cilada.' -- Lilian Higa

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“Não precisa fazer academia ou fazer muito exercício, nem nada. Coisas simples como se alongar quando acorda, prestar atenção na respiração quando está trabalhando, ter consciência do seu corpo – a gente só costuma pensar nele esteticamente ou quando a gente fica doente. A gente fica muito tempo dentro da cabeça da gente e quando algo não tá bem, isso é cilada.”

— Lilian Higa

2. “Gostar da sua própria companhia é importante.”

'Fazer coisas por você mesmo também, seja ir no cinema sozinho ou uma volta no quarteirão ouvindo uma música boa.'-- Thais Felicio

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“Fazer coisas por você mesmo também, seja ir no cinema sozinho ou uma volta no quarteirão ouvindo uma música boa.”

— Thais Felicio

3. “Coloque o pensamento no presente – tente não criar expectativas e tirar o melhor do momento.”

'Eu comecei a me interessar bastante sobre budismo na época, o que me fez adaptar algumas práticas no meu cotidiano. Dentre elas, destaco as 3 que mais me ajudaram:Exercício físicos - hoje é prioridade na minha vida, faço musculação;Meditação mindfulness - 5,10, 15 minutos por dia já mudam tudo;Pensamento no presente - não criar expectativas e tentar tirar o melhor do momento, sem pensar se amanhã vai piorar ou melhorar.'-- Fernando Lima

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“Eu comecei a me interessar bastante sobre budismo na época, o que me fez adaptar algumas práticas no meu cotidiano. Dentre elas, destaco as 3 que mais me ajudaram:

Exercício físicos – hoje é prioridade na minha vida, faço musculação;

Meditação mindfulness – 5,10, 15 minutos por dia já mudam tudo;

Pensamento no presente – não criar expectativas e tentar tirar o melhor do momento, sem pensar se amanhã vai piorar ou melhorar.”

— Fernando Lima

4. “Faz bem organizar todos os pertences, jogar fora o que eu não usa mais, comprar caixas bonitas para organizar o que precisa.”

'Me fazia bem ver as minhas coisas arrumadinhas e todas nos lugares'. -- Wanessa Monteiro

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“Me fazia bem ver as minhas coisas arrumadinhas e todas nos lugares”.

— Wanessa Monteiro

5. “Grave seus pensamentos. Depois escute-se. Alguns problemas que pareciam enormes se tornarão pequenos.”

'Para os outros problemas que continuam ali, pelo menos você vai ter um outro ponto de vista, quem sabe até pensar em novas soluções. É importante parar para se escutar de vez em quando, a vida não nos dá esse tempo.'-- Gustavo Serrate

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“Para os outros problemas que continuam ali, pelo menos você vai ter um outro ponto de vista, quem sabe até pensar em novas soluções. É importante parar para se escutar de vez em quando, a vida não nos dá esse tempo.”

— Gustavo Serrate

6. “Tente ser útil para algo/alguém.”

'No meu caso me ajuda muito também saber que estou sendo útil pra algo/alguém, ver alguém se sentindo melhor com algo que eu fiz ou falei... Isso faz com que eu sinta que minha existência tem um sentido sim e pode ser importante na vida de muitas pessoas. Acho que isso de ter empatia é maravilhoso também, pra quem às vezes não sente nada, sentir-se humano pode ser tudo.'-- Jennifer Sacerdote

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“No meu caso me ajuda muito também saber que estou sendo útil pra algo/alguém, ver alguém se sentindo melhor com algo que eu fiz ou falei… Isso faz com que eu sinta que minha existência tem um sentido sim e pode ser importante na vida de muitas pessoas. Acho que isso de ter empatia é maravilhoso também, pra quem às vezes não sente nada, sentir-se humano pode ser tudo.”

— Jennifer Sacerdote

7. “Saia de dia, sinta o sol queimando a pele”.

'Comecei a ver as pessoas, sentir o sol queimando minha pele de novo - coisa que não sentia há pelo menos seis meses, porque só saía a noite, quase perdi o semestre na faculdade. Comecei a frequentar o parque mais vezes, levando meus fones de ouvido, livros...'.-- Nathalia Ferraz

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“Comecei a ver as pessoas, sentir o sol queimando minha pele de novo – coisa que não sentia há pelo menos seis meses, porque só saía a noite, quase perdi o semestre na faculdade. Comecei a frequentar o parque mais vezes, levando meus fones de ouvido, livros…”.

— Nathalia Ferraz

8. “Ter compromissos, horários a cumprir também ajuda.”

'Ainda que sejam coisas simples, bestas, é muito importante ter algum tipo de responsabilidade e obrigação (mesmo que seja um horário na academia, manicure, dentista etc.)'-- Gabriella Caetano

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“Ainda que sejam coisas simples, bestas, é muito importante ter algum tipo de responsabilidade e obrigação (mesmo que seja um horário na academia, manicure, dentista etc.)”

— Gabriella Caetano

9. “Busque a compreensão do local de trabalho”.

'Ah, compreensão das pessoas do trabalho ajuda MUITO. Família e amigos costumam compreender, mas seria importante se as pessoas entendessem que depressão te debilita e vai muito além de tristeza: falta vontade de fazer as coisas mais cotidianas e o prazer nas coisas que você gosta desaparece, tudo perde o sentido.'(Esta pessoa pediu para não ser identificada)

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“Ah, compreensão das pessoas do trabalho ajuda MUITO. Família e amigos costumam compreender, mas seria importante se as pessoas entendessem que depressão te debilita e vai muito além de tristeza: falta vontade de fazer as coisas mais cotidianas e o prazer nas coisas que você gosta desaparece, tudo perde o sentido.”

(Esta pessoa pediu para não ser identificada)

10. “Analise se você não está ‘seguindo’ a vida de pessoas que não te fazem bem e/ou não te acrescentam em nada”.

'Leia mais e fique menos em redes sociais. Internet é legal? É! Redes sociais tb? Sim! Mas veja se não está perdendo tempo com isso ou 'seguindo' a vida de pessoas que não te fazem bem e/ou não te acrescentam em nada. Ler estimula a criatividade, acalma, e, ao mesmo tempo, te dá algo para pensar.'-- Nathalia Magro

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“Leia mais e fique menos em redes sociais. Internet é legal? É! Redes sociais tb? Sim! Mas veja se não está perdendo tempo com isso ou ‘seguindo’ a vida de pessoas que não te fazem bem e/ou não te acrescentam em nada. Ler estimula a criatividade, acalma, e, ao mesmo tempo, te dá algo para pensar.”

— Nathalia Magro

11. “Saia do Facebook um pouco, afaste-se de pessoas negativas”.

'Além disso, entre para algum clube e vá nas reuniões (ex: clube de culinária, de dança, de idiomas). Se não tiver um na sua cidade, crie 🙂 Faça alguma atividade que requer grande coordenação motora (ex: origami); aprenda algo novo (dança, programação, jogar xadrez, etc).'-- Herberth Amaral

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“Além disso, entre para algum clube e vá nas reuniões (ex: clube de culinária, de dança, de idiomas). Se não tiver um na sua cidade, crie 🙂 Faça alguma atividade que requer grande coordenação motora (ex: origami); aprenda algo novo (dança, programação, jogar xadrez, etc).”

— Herberth Amaral

12. “Apenas respire”.

'Não consigo pensar em nenhuma dica melhor e mais simples do que essa. Sério, fazer uma pausa e dar uma boa respirada pode ajudar muito a colocar a cabeça no lugar. Isso alivia um pouco a ansiedade e os sentimentos mais intensos. A depressão desencadeia pensamentos negativos e fazer uma pausa pra prestar atenção no corpo e na respiração -- ignorando esses pensamentos por algum tempo -- pode ser bem aliviador.'-- Mariana Nobre

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“Não consigo pensar em nenhuma dica melhor e mais simples do que essa. Sério, fazer uma pausa e dar uma boa respirada pode ajudar muito a colocar a cabeça no lugar. Isso alivia um pouco a ansiedade e os sentimentos mais intensos. A depressão desencadeia pensamentos negativos e fazer uma pausa pra prestar atenção no corpo e na respiração — ignorando esses pensamentos por algum tempo — pode ser bem aliviador.”

— Mariana Nobre

13. “Evite usar o dr. Google”.

'Se você ainda não se deu conta que ao digitar qualquer sintoma no Google invariavelmente você será descobrirá um cancêr terminal, em momentos de fragilidade (tal como a depressão) esse hábito é muito perigoso. Existe muita ajuda online bacana para quem sofre de depressão, mas a chance de você ler coisas equivocadas, derrotistas ou pouco técnicas é gigante. Use apenas como uma ferramenta aliada a terapia in loco, ou seja, com um terapeuta, cara a cara.'-- Mariana Xavier

“Se você ainda não se deu conta que ao digitar qualquer sintoma no Google invariavelmente você será descobrirá um cancêr terminal, em momentos de fragilidade (tal como a depressão) esse hábito é muito perigoso. Existe muita ajuda online bacana para quem sofre de depressão, mas a chance de você ler coisas equivocadas, derrotistas ou pouco técnicas é gigante. Use apenas como uma ferramenta aliada a terapia in loco, ou seja, com um terapeuta, cara a cara.”

— Mariana Xavier

14. “Anotar, todo dia, antes de dormir, três coisas que te fizeram feliz no dia, nem que seja uma coisa que te tirou só um sorriso.”

'Em alguns dias vão ser umas coisas bobas, em outros não vai ter nada, mas em algum dia pode aparecer uma coisa que pode mudar o jeito com que você encara as coisas e pensar 'poxa, isso me deixa feliz de verdade, vou fazer isso sempre''.-- Marcela Assef

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“Em alguns dias vão ser umas coisas bobas, em outros não vai ter nada, mas em algum dia pode aparecer uma coisa que pode mudar o jeito com que você encara as coisas e pensar ‘poxa, isso me deixa feliz de verdade, vou fazer isso sempre'”.

— Marcela Assef

15. “Tente cercar-se de pessoas que querem te apoiar”.

'Também tentar pensar que não precisa ser igual ninguém para ser feliz e saber que tempo de descanso é igualmente importante ao tempo produtivo. Mas as pessoas são uma das coisas mais importantes mesmo.'-- Paulo Henrique Testoni

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“Também tentar pensar que não precisa ser igual ninguém para ser feliz e saber que tempo de descanso é igualmente importante ao tempo produtivo. Mas as pessoas são uma das coisas mais importantes mesmo.”

— Paulo Henrique Testoni

16. “Respeitar que não dá pra apressar a química, por exemplo.”

'Aprendi a não apressar as necessidades do meu corpo. E isso foi sempre foda por causa da exigência. Parar de se comparar com os outros também muito ajuda. Se for pra comparar, que seja só com você, sabe. É literalmente aquela balela do 'ser você e foda-se o resto'.'-- Luisa Maria Cabulcci

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“Aprendi a não apressar as necessidades do meu corpo. E isso foi sempre foda por causa da exigência. Parar de se comparar com os outros também muito ajuda. Se for pra comparar, que seja só com você, sabe. É literalmente aquela balela do ‘ser você e foda-se o resto’.”

— Luisa Maria Cabulcci

17. “Tentar não ficar bravo quando alguém disser ‘você precisa sair dessa’. Tentar ouvir a pessoa dizendo ‘eu te quero bem'”.

'Frases como 'você precisa sair dessa' são bem horríveis de ouvir porque a gente tem consciência disso. Parece clichê, mas o negócio é sempre olhar pro lado bom das coisas, por pior que a situação esteja. Em vez de ouvir esse tipo de coisa, eu ouvia um 'eu quero te ver bem' ou um 'eu não sei o que fazer, mas eu quero te ajudar''.-- Hiago Azevedo

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“Frases como ‘você precisa sair dessa’ são bem horríveis de ouvir porque a gente tem consciência disso. Parece clichê, mas o negócio é sempre olhar pro lado bom das coisas, por pior que a situação esteja. Em vez de ouvir esse tipo de coisa, eu ouvia um ‘eu quero te ver bem’ ou um ‘eu não sei o que fazer, mas eu quero te ajudar'”.

— Hiago Azevedo

18. “Escrever. Qualquer coisa. Poema, frase, letra de música, o que sente.”

'É uma forma boa de colocar para fora o que estou sentindo sem o medo de ser julgada por outra pessoa. Tento não reler o que escrevo, só o fato de colocar no papel ajuda.'(Esta pessoa pediu para não ser identificada)

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“É uma forma boa de colocar para fora o que estou sentindo sem o medo de ser julgada por outra pessoa. Tento não reler o que escrevo, só o fato de colocar no papel ajuda.”


(Esta pessoa pediu para não ser identificada)

19. “Exercícios físicos ajudam, mas acho importante você encontrar algum que você goste porque ele não pode se tornar um ‘peso'”.

'O que eu aprendi ser importante durante uma crise é respeitar o sentimento, não me cobrar se não consigo lavar louça ou arrumar a casa. Se to sentindo cansada [porque depressão cansa até quando se tá dormindo] eu descanso. Se tenho q trabalhar, me deito na cama com o notebook no colo e trabalho'.-- Carolina Matos

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“O que eu aprendi ser importante durante uma crise é respeitar o sentimento, não me cobrar se não consigo lavar louça ou arrumar a casa. Se to sentindo cansada [porque depressão cansa até quando se tá dormindo] eu descanso. Se tenho q trabalhar, me deito na cama com o notebook no colo e trabalho”.

— Carolina Matos

20. “Que tal fazer coisas que lembram épocas boas?”.

'Lembra quando assistiu com a sua BFF pela primeira vez 'Jovens Bruxas'? Que tal convidar ela para essa sessão nostalgia? Afasta o pensamento do agora. Rever aquele episódio de Friends - da fase mais leve -, ou aquele filme sessão da tarde.'(Esta pessoa pediu para não ser identificada).

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“Lembra quando assistiu com a sua BFF pela primeira vez “Jovens Bruxas”? Que tal convidar ela para essa sessão nostalgia? Afasta o pensamento do agora. Rever aquele episódio de Friends – da fase mais leve -, ou aquele filme sessão da tarde.”

(Esta pessoa pediu para não ser identificada).

21. “Exercite a generosidade consigo mesmo”.

'Em quadros de depressão normalmente estamos no ápice do self-hating, desgostosos conosco mesmos, em sofrimento. Calma. Com tempo e terapia adequados você vai sair dessa. Um dos caminhos para ajudar nesse processo é exercitar a generosidade consigo mesmo (tendo paciência e tolerância com nossas fraquezas) e com os outros (será que os outros são tão incompreensivos assim com a sua doença ou você ajuda esse quadro mascarando sintomas, sumindo do convívio ou supervalorizando certos aspectos da depressão?) São hipóteses, cada caso é um caso, mas menos crítica e mais tolerância vão te ajudar a sair desse quadro.'-- Mariana Xavier

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“Em quadros de depressão normalmente estamos no ápice do self-hating, desgostosos conosco mesmos, em sofrimento. Calma. Com tempo e terapia adequados você vai sair dessa. Um dos caminhos para ajudar nesse processo é exercitar a generosidade consigo mesmo (tendo paciência e tolerância com nossas fraquezas) e com os outros (será que os outros são tão incompreensivos assim com a sua doença ou você ajuda esse quadro mascarando sintomas, sumindo do convívio ou supervalorizando certos aspectos da depressão?) São hipóteses, cada caso é um caso, mas menos crítica e mais tolerância vão te ajudar a sair desse quadro.”

— Mariana Xavier

22. “Estabeleça metas básicas e pequenas para si mesmo, como acordar cedo e escovar os dentes”.

'Se não tem vontade de fazer nada, estabeleça para si pequenas metas básicas como acordar cedo, escovar os dentes, limpar a casa, cuidar do cachorro, pegar um sol na rua, ser gentil com outras pessoas. Mesmo que de forma artificial inicialmente, quase como um jogo, isso vai te ajudando a melhorar aos poucos. Se puder tornar isso um jogo, melhor ainda. Vá adicionando novas tarefas conforme sentir uma progressão. Se alguma tarefa te pressionar demais, tire ela da lista, mas mantenha as tarefas mínimas para que você tenha uma vida minimamente saudável.'-- Gustavo Serrate

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“Se não tem vontade de fazer nada, estabeleça para si pequenas metas básicas como acordar cedo, escovar os dentes, limpar a casa, cuidar do cachorro, pegar um sol na rua, ser gentil com outras pessoas. Mesmo que de forma artificial inicialmente, quase como um jogo, isso vai te ajudando a melhorar aos poucos.

Se puder tornar isso um jogo, melhor ainda. Vá adicionando novas tarefas conforme sentir uma progressão. Se alguma tarefa te pressionar demais, tire ela da lista, mas mantenha as tarefas mínimas para que você tenha uma vida minimamente saudável.”

— Gustavo Serrate

23. “Aprenda a conviver consigo e se acolher”.

'Se dizem 'ah, exercício físico é bom pra depressão', mas vc vai lá pra academia e aquilo vira uma nova exigência na sua vida (tenho que ter o corpo da blogueira/do mahamudra; tenho que correr pra no fim do ano terminar a São Silvestre...) não funciona. Da mesma maneira a meditação. Se vira uma cobranca (tenho que silenciar meus pensamentos; porque não tô conseguindo entrar no estado nirvânico??? Eu sou um fracasso ate nisso!!!) então o remédio vira veneno. É o correr pelo correr, nadar por nadar, meditar por meditar. Se for por resultados, desanda'.(Esta pessoa pediu para não ser identificada)

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“Se dizem ‘ah, exercício físico é bom pra depressão’, mas vc vai lá pra academia e aquilo vira uma nova exigência na sua vida (tenho que ter o corpo da blogueira/do mahamudra; tenho que correr pra no fim do ano terminar a São Silvestre…) não funciona. Da mesma maneira a meditação. Se vira uma cobranca (tenho que silenciar meus pensamentos; porque não tô conseguindo entrar no estado nirvânico??? Eu sou um fracasso ate nisso!!!) então o remédio vira veneno. É o correr pelo correr, nadar por nadar, meditar por meditar. Se for por resultados, desanda”.

(Esta pessoa pediu para não ser identificada)

24. “Aprenda a se perdoar”.

'O que eu percebi que na minha depressão foi que eu nunca fui capaz de encarar meus erros de frente e me perdoar, até pra reconhecer meus próprios acertos. Não é um trabalho de se perdoar, e pronto, tô curado. É um trabalho de formiga, de todo dia, de se olhar e se perdoar e abraçar seus erros. As pessoas têm muitas ressalvas sobre o que é 'perdão', até porque ninguém gosta de saber que errou, mas perdoar é seguir em frente, porque quando a gente guarda mágoas (de si mesmo ou dos outros), a gente faz uma força mental pra manter aquela mágoa, o ódio (pelo outro ou por si mesmo) fica em você, e ele fica por meio de uma força mental. Perdoar é deixar de fazer essa força, deixar que essas coisas te consumam e poder nadar pra cima. O perdão leva ao amor-próprio, que leva ao amor pelos outros e pelo entorno que deixa a pessoa mais capaz de se perdoar, que fica mais capaz de se amar e amar aos outros, e assim vai. Me perdoando, eu saí do ciclo da mágoa e da depressão, e entrei num ciclo de amor.'-- Isac Bernardo
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“O que eu percebi que na minha depressão foi que eu nunca fui capaz de encarar meus erros de frente e me perdoar, até pra reconhecer meus próprios acertos. Não é um trabalho de se perdoar, e pronto, tô curado. É um trabalho de formiga, de todo dia, de se olhar e se perdoar e abraçar seus erros.

As pessoas têm muitas ressalvas sobre o que é ‘perdão’, até porque ninguém gosta de saber que errou, mas perdoar é seguir em frente, porque quando a gente guarda mágoas (de si mesmo ou dos outros), a gente faz uma força mental pra manter aquela mágoa, o ódio (pelo outro ou por si mesmo) fica em você, e ele fica por meio de uma força mental.

Perdoar é deixar de fazer essa força, deixar que essas coisas te consumam e poder nadar pra cima. O perdão leva ao amor-próprio, que leva ao amor pelos outros e pelo entorno que deixa a pessoa mais capaz de se perdoar, que fica mais capaz de se amar e amar aos outros, e assim vai. Me perdoando, eu saí do ciclo da mágoa e da depressão, e entrei num ciclo de amor.”

— Isac Bernardo

Repost – BuzzFeed

Aqui estão todas as princesas da Disney, classificadas da menos feminista para a mais feminista

15. Aurora:

Se esta fosse uma corrida, e o feminismo fosse a linha de chegada, Aurora seria a pessoa que tropeça logo após a linha de partida, encolhe os ombros, senta no gramado e começa a colocar florzinhas no cabelo.Aurora mal fala (ela é uma das princesas da Disney com menos diálogos) e dorme 75% do tempo de seu filme. E nada disto é uma escolha pessoal: Aurora tem menos autonomia do que uma cadeira.  Moral da história: Nenhum feminismo.

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Se esta fosse uma corrida, e o feminismo fosse a linha de chegada, Aurora seria a pessoa que tropeça logo após a linha de partida, encolhe os ombros, senta no gramado e começa a colocar florzinhas no cabelo.

Aurora mal fala (ela é uma das princesas da Disney com menos diálogos) e dorme 75% do tempo de seu filme.

E nada disto é uma escolha pessoal: Aurora tem menos autonomia do que uma cadeira.

Moral da história:

Nenhum feminismo.

14. Branca de Neve:

Falando em dormir, aqui temos a princesa mais inexpressiva de todo o universo da Disney.Branca de Neve tem de fugir porque, de acordo com um espelho, ela é mais bonita do que a rainha. Branca de Neve escapa depois que tentam assassiná-la, e um grupo de bichinhos amigos a levam a uma casa habitada por sete anões. Então... qual é a primeira coisa que a Branca de Neve faz quando entra em uma casa que pertence a sete homens? Ela começa a fazer uma faxina.Moral da história: Nenhum feminismo.

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Falando em dormir, aqui temos a princesa mais inexpressiva de todo o universo da Disney.

Branca de Neve tem de fugir porque, de acordo com um espelho, ela é mais bonita do que a rainha. Branca de Neve escapa depois que tentam assassiná-la, e um grupo de bichinhos amigos a levam a uma casa habitada por sete anões.

Então… qual é a primeira coisa que a Branca de Neve faz quando entra em uma casa que pertence a sete homens? Ela começa a fazer uma faxina.

Moral da história: Nenhum feminismo.

13. Cinderela:

Cinderella é uma mulher que vive como uma serva em sua própria casa e que é forçada a fazer todas as tarefas domésticas. Cinderela está tão desligada de tudo que ela provavelmente pensa que 'feminismo' é apenas uma nova marca de detergente.Sua única chance de sobrevivência digna é pedir um par de salto alto e um belo vestido à sua fada madrinha, para que ela possa ir ao baile e encontrar um cara rico que possa resgatá-la de sua vida miserável. E, como Cinderela é bonita (aêêê!), ela consegue que o cara rico (um príncipe, não menos) a note, mesmo que ela tenha que sair antes da meia-noite para que ninguém suspeite que ela é realmente tão pobre que seus melhores amigos são um monte de ratos. No final, tudo está resolvido: não há nada como casar com um cara rico que você acabou de conhecer e que (embora ele não possa sequer lembrar de seu rosto) tem uma fixação por seus pés para tirá-la da pobreza! Moral da história: Nenhum feminismo. Fetichismo.

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Cinderella é uma mulher que vive como uma serva em sua própria casa e que é forçada a fazer todas as tarefas domésticas. Cinderela está tão desligada de tudo que ela provavelmente pensa que “feminismo” é apenas uma nova marca de detergente.

Sua única chance de sobrevivência digna é pedir um par de salto alto e um belo vestido à sua fada madrinha, para que ela possa ir ao baile e encontrar um cara rico que possa resgatá-la de sua vida miserável. E, como Cinderela é bonita (aêêê!), ela consegue que o cara rico (um príncipe, não menos) a note, mesmo que ela tenha que sair antes da meia-noite para que ninguém suspeite que ela é realmente tão pobre que seus melhores amigos são um monte de ratos.

No final, tudo está resolvido: não há nada como casar com um cara rico que você acabou de conhecer e que (embora ele não possa sequer lembrar de seu rosto) tem uma fixação por seus pés para tirá-la da pobreza!

Moral da história: Nenhum feminismo. Fetichismo.

12. Ariel:

Ariel tem alguns pontos fortes: ela é uma inconformista, ela se importa, ela é criativa e ela está constantemente questionando as atitudes injustas de seu pai, o Grande Babacão do Reino Marítimo. Mas ela também decide dar o seu maior talento (sua voz) para que possa ficar com um qualquer que ela só viu por dois minutos e com quem nunca conversou. A maioria das suas decisões não parece ser bem pensada (talvez por ser uma garota de apenas 16 anos), e elas sempre têm uma coisa em comum: homens. Ela escapa para fugir de um homem (seu pai) e ir conhecer outro homem (Eric). Pô, Ariel.Moral da história: Nenhum feminismo.

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Ariel tem alguns pontos fortes: ela é uma inconformista, ela se importa, ela é criativa e ela está constantemente questionando as atitudes injustas de seu pai, o Grande Babacão do Reino Marítimo. Mas ela também decide dar o seu maior talento (sua voz) para que possa ficar com um qualquer que ela só viu por dois minutos e com quem nunca conversou.

A maioria das suas decisões não parece ser bem pensada (talvez por ser uma garota de apenas 16 anos), e elas sempre têm uma coisa em comum: homens.

Ela escapa para fugir de um homem (seu pai) e ir conhecer outro homem (Eric). Pô, Ariel.

Moral da história:

Nenhum feminismo.

11. Bela:

Bela é uma garota durona: ela é uma leitora ávida em uma pequena cidade na França em 1800 (ela poderia ser a próxima Mary Shelley!) que ensina a lição de que as mulheres devem ser inteligentes e pensar por elas mesmas.Bela também tem ambições ('eu quero mais que a vida no interior') que não têm nada a ver com casamento e família. Basta olhar para como ela rejeita o arrogante Gastão, que é, aos olhos de todos os outros, o solteiro mais cobiçado em toda a aldeia!Depois de se apresentar como uma prisioneira voluntária para libertar seu pai, ela não cede às ordens da Fera. Pelo contrário, Bela praticamente força a Fera a mudar e a se comportar como um ser humano decente se ele quiser que ela lhe dê cinco minutos de seu tempo.Infelizmente, no final do filme, a velha história 'príncipe encontra princesa' se repete, misturando o mito do amor romântico com a síndrome de Estocolmo. Afinal, a beleza está no interior... especialmente se é no interior de um príncipe multimilionário.Moral da história: Há feminismo, mas é bem pouquinho.

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Bela é uma garota durona: ela é uma leitora ávida em uma pequena cidade na França em 1800 (ela poderia ser a próxima Mary Shelley!) que ensina a lição de que as mulheres devem ser inteligentes e pensar por elas mesmas.

Bela também tem ambições (“eu quero mais que a vida no interior”) que não têm nada a ver com casamento e família. Basta olhar para como ela rejeita o arrogante Gastão, que é, aos olhos de todos os outros, o solteiro mais cobiçado em toda a aldeia!

Depois de se apresentar como uma prisioneira voluntária para libertar seu pai, ela não cede às ordens da Fera. Pelo contrário, Bela praticamente força a Fera a mudar e a se comportar como um ser humano decente se ele quiser que ela lhe dê cinco minutos de seu tempo.

Infelizmente, no final do filme, a velha história “príncipe encontra princesa” se repete, misturando o mito do amor romântico com a síndrome de Estocolmo.

Afinal, a beleza está no interior… especialmente se é no interior de um príncipe multimilionário.

Moral da história:

Há feminismo, mas é bem pouquinho.

10. Rapunzel:

Vamos começar com o básico: quão bacana é uma princesa da Disney pegar uma frigideira e usá-la como uma arma? Existe uma maneira mais forte de reapropriar um símbolo da opressão feminina do que bater em alguém com ela?'Enrolados' é uma adaptação da história clássica de Rapunzel, em que uma princesa que está trancada no topo de uma torre é resgatada por um príncipe que tem que subir o edifício pelos seus cabelos longos. Fim. Mas a Rapunzel da Disney é muito mais do que isso. Enquanto ela está trancada, Rapunzel joga xadrez, estuda astronomia, lê tudo o que encontra pela frente e APRENDE A LUTAR COM O SEU CABELO. Sim, Rapunzel acaba tendo um final 'e eles viveram felizes para sempre', mas é por acaso, não porque ela estava procurando isso. Ela queria escapar da torre e ir explorar o mundo. E nesse mundo ela também encontrou o amor.Moral da história: A FRIGIDEIRA.

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Vamos começar com o básico: quão bacana é uma princesa da Disney pegar uma frigideira e usá-la como uma arma? Existe uma maneira mais forte de reapropriar um símbolo da opressão feminina do que bater em alguém com ela?

“Enrolados” é uma adaptação da história clássica de Rapunzel, em que uma princesa que está trancada no topo de uma torre é resgatada por um príncipe que tem que subir o edifício pelos seus cabelos longos. Fim. Mas a Rapunzel da Disney é muito mais do que isso. Enquanto ela está trancada, Rapunzel joga xadrez, estuda astronomia, lê tudo o que encontra pela frente e APRENDE A LUTAR COM O SEU CABELO.

Sim, Rapunzel acaba tendo um final “e eles viveram felizes para sempre”, mas é por acaso, não porque ela estava procurando isso. Ela queria escapar da torre e ir explorar o mundo. E nesse mundo ela também encontrou o amor.

Moral da história:

A FRIGIDEIRA.

9. Jasmine:

O que podemos dizer sobre a princesa Jasmine? Na primeira vez que ela aparece, ela rejeita um cara que quer se casar com ela. Na segunda vez, ela abandona as paredes opressivas de seu palácio para descobrir o que está além delas. E, na terceira vez, ela prova que não importa o quanto de um príncipe você tem, ainda assim ela não está interessada em joguinhos de 'quem tem o maior instrumento'.Jasmine enfrenta um problema clássico de princesas da Disney: um casamento arranjado. Como ela mesma diz, 'eu não sou um prêmio a ser ganho.'No final do filme, ela consegue que o sultão mude as leis em Agrabah, deixando-a casar com quem quiser.Moral da história: EU NÃO SOU SUA MARIONETE.

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O que podemos dizer sobre a princesa Jasmine? Na primeira vez que ela aparece, ela rejeita um cara que quer se casar com ela. Na segunda vez, ela abandona as paredes opressivas de seu palácio para descobrir o que está além delas. E, na terceira vez, ela prova que não importa o quanto de um príncipe você tem, ainda assim ela não está interessada em joguinhos de “quem tem o maior instrumento”.

Jasmine enfrenta um problema clássico de princesas da Disney: um casamento arranjado. Como ela mesma diz, “eu não sou um prêmio a ser ganho.”

No final do filme, ela consegue que o sultão mude as leis em Agrabah, deixando-a casar com quem quiser.

Moral da história:

EU NÃO SOU SUA MARIONETE.

8. Tiana:

Tiana é uma mulher independente. Ela sabe o que quer (seu sonho desde o início é abrir seu próprio restaurante) e trabalha duro para conseguir isso (para alcançar seu sonho, ela faz malabarismos com dois empregos).Todo o dinheiro de Tiana pertence a ela e somente a ela. Tudo bem, daí ela se apaixona por um sapo... Mas a mensagem no filme é que você tem que lutar para conseguir o que é seu. E que você nunca deve desistir de seus sonhos.Moral da história: Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho.

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Tiana é uma mulher independente. Ela sabe o que quer (seu sonho desde o início é abrir seu próprio restaurante) e trabalha duro para conseguir isso (para alcançar seu sonho, ela faz malabarismos com dois empregos).

Todo o dinheiro de Tiana pertence a ela e somente a ela. Tudo bem, daí ela se apaixona por um sapo… Mas a mensagem no filme é que você tem que lutar para conseguir o que é seu. E que você nunca deve desistir de seus sonhos.

Moral da história:

Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho.

7. Merida:

Outra princesa da Disney com um problema bem típico das princesas da Disney: um casamento arranjado.O que é fascinante sobre Merida é como ela sai dessa situação: recusando-se a ser tratada como um mero troféu, ela compete por sua própria mão em um torneio, vencendo as provas.Além disso, Merida também quebra os estereótipos de gênero ao se comportar como um garoto em um acampamento de verão durante todo o filme. E não é só isso, seu tamanho e seu físico não se encaixam no modelo que a Disney nos acostumou em primeiro lugar. Palmas para Merida.Moral da história: A beleza não tem um modelo específico.

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Outra princesa da Disney com um problema bem típico das princesas da Disney: um casamento arranjado.

O que é fascinante sobre Merida é como ela sai dessa situação: recusando-se a ser tratada como um mero troféu, ela compete por sua própria mão em um torneio, vencendo as provas.

Além disso, Merida também quebra os estereótipos de gênero ao se comportar como um garoto em um acampamento de verão durante todo o filme. E não é só isso, seu tamanho e seu físico não se encaixam no modelo que a Disney nos acostumou em primeiro lugar. Palmas para Merida.

Moral da história:

A beleza não tem um modelo específico.

6. Esmeralda:

Esmeralda é um verdadeiro ícone feminista. Desde o início do filme, ela é discriminada porque é cigana e luta contra injustiças sociais como a pobreza e a marginalização das minorias.Mas espere... não comece a aplaudir ainda.Esmeralda tem três caras interessados nela durante todo o filme: o bom e velho Quasimodo, o vilão Frollo e o capitão Phoebus.Porém, Esmeralda é a mestre de seu próprio corpo e decide o que fazer com ele em todos os momentos. Esmeralda não pode amar Quasimodo do jeito que ele a ama, porque ele a vê como uma deusa bondosa que vai consertar todos os seus problemas. Esmeralda não pode amar Frollo, que representa todo o mal na Terra, e que também só a quer porque a considera como a encarnação do pecado, a estrela de suas fantasias mais impuras.Ou seja, Esmeralda quebra todo o arquétipo de merda de prostituta versus santinha. E é por isso que Esmeralda ama Phoebus, porque ele a vê por quem ela é: uma mulher livre e lutadora.Moral da história: Meu feminismo será interseccional ou será um lixo.

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Esmeralda é um verdadeiro ícone feminista. Desde o início do filme, ela é discriminada porque é cigana e luta contra injustiças sociais como a pobreza e a marginalização das minorias.

Mas espere… não comece a aplaudir ainda.

Esmeralda tem três caras interessados nela durante todo o filme: o bom e velho Quasimodo, o vilão Frollo e o capitão Phoebus.

Porém, Esmeralda é a mestre de seu próprio corpo e decide o que fazer com ele em todos os momentos. Esmeralda não pode amar Quasimodo do jeito que ele a ama, porque ele a vê como uma deusa bondosa que vai consertar todos os seus problemas. Esmeralda não pode amar Frollo, que representa todo o mal na Terra, e que também só a quer porque a considera como a encarnação do pecado, a estrela de suas fantasias mais impuras.

Ou seja, Esmeralda quebra todo o arquétipo de merda de prostituta versus santinha. E é por isso que Esmeralda ama Phoebus, porque ele a vê por quem ela é: uma mulher livre e lutadora.

Moral da história:

Meu feminismo será interseccional ou será um lixo.

5. Megara:

Megara é uma das mulheres mais subestimadas em todo o mundo da Disney, e deixe-me dizer o porquê: Megara não é uma garota legal.Todas as personagens femininas da Disney têm algo em comum: elas são legais.E, se elas não são, é sempre por uma causa nobre. No entanto, a personalidade de Megara se aproxima mais da de um vilão do que de um protagonista. Ela acaba com todo essa merda de 'sorria, você ficará mais bonita' e é um exemplo brilhante para todos nós por fazer isso.Megara é incrivelmente sarcástica. E se há uma coisa que caracteriza sua personalidade é seu cinismo, particularmente quando se trata de amor. Megara também é cheia de sabedoria, e ela mostra isso mais de uma vez ao longo do filme: 'Bem, você sabe como os homens são. Eles pensam que 'Não' significa 'Sim' e 'Sai daqui' significa 'Sou toda sua'. 'Se este não é um pensamento feminista, Zeus pode me matar agora mesmo.Moral da história: Foda-se o patriarcado.

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Megara é uma das mulheres mais subestimadas em todo o mundo da Disney, e deixe-me dizer o porquê: Megara não é uma garota legal.

Todas as personagens femininas da Disney têm algo em comum: elas são legais.

E, se elas não são, é sempre por uma causa nobre. No entanto, a personalidade de Megara se aproxima mais da de um vilão do que de um protagonista. Ela acaba com todo essa merda de “sorria, você ficará mais bonita” e é um exemplo brilhante para todos nós por fazer isso.

Megara é incrivelmente sarcástica. E se há uma coisa que caracteriza sua personalidade é seu cinismo, particularmente quando se trata de amor. Megara também é cheia de sabedoria, e ela mostra isso mais de uma vez ao longo do filme: “Bem, você sabe como os homens são. Eles pensam que ‘Não’ significa ‘Sim’ e ‘Sai daqui’ significa ‘Sou toda sua’. “

Se este não é um pensamento feminista, Zeus pode me matar agora mesmo.

Moral da história:

Foda-se o patriarcado.

4. Pocahontas:

A maior representante do ecofeminismo da Disney, Pocahontas é uma das poucas princesas que escolhem seu próprio destino e negam seu príncipe, porque, para ser honesta, ela tem coisas mais importantes a fazer do que ir tomar um chazinho na Inglaterra. Pocahontas é livre, autoconfiante e corajosa, e todas as lições que ela ensina têm a ver com amor, respeito e igualdade. Pocahontas não é salva por ninguém. Pelo contrário, ela é a única que salva John Smith e, quando ele vem com todo esse 'Meu amorzinho' para ela, ela devolve com um 'Cara, você não está entendendo. Se você continuar assim, não vai dar'.Moral da história: Você acha que é dono de tudo aquilo que vê, seu idiota?

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A maior representante do ecofeminismo da Disney, Pocahontas é uma das poucas princesas que escolhem seu próprio destino e negam seu príncipe, porque, para ser honesta, ela tem coisas mais importantes a fazer do que ir tomar um chazinho na Inglaterra.

Pocahontas é livre, autoconfiante e corajosa, e todas as lições que ela ensina têm a ver com amor, respeito e igualdade. Pocahontas não é salva por ninguém. Pelo contrário, ela é a única que salva John Smith e, quando ele vem com todo esse “Meu amorzinho” para ela, ela devolve com um “Cara, você não está entendendo.

Se você continuar assim, não vai dar”.

Moral da história:

Você acha que é dono de tudo aquilo que vê, seu idiota?

3. Elsa:

Elsa não poderia estar mais de saco cheio de tudo. Vamos ver: Seus pais escondem os problemas dela em vez de tentar corrigi-los, e eles a obrigam a viver em reclusão e a desistir de uma das coisas que a fazia mais feliz na vida (o amor de sua irmã).Então, quando ela finalmente deixa sua prisão e enfrenta o mundo, o mundo tenta matá-la. Elsa é uma estranha que ninguém entende. Então, ela larga tudo e vai embora.Mas ela vai embora para que possa ser livre. Ela vai embora para que ela não tenha que ouvir a constante crítica dos outros. Ela vai embora para viver como quer, cercada pelo que a faz feliz. Ela vai embora para ser ela mesma. E, uma vez que ela se encontra, ela retorna por amor à sua irmã. Porque quando você perde tudo, quando você larga tudo, você também se desfaz de algo que muitas vezes te segura em rédea curta: o medo.Moral da história: LET IT GO.

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Elsa não poderia estar mais de saco cheio de tudo. Vamos ver: Seus pais escondem os problemas dela em vez de tentar corrigi-los, e eles a obrigam a viver em reclusão e a desistir de uma das coisas que a fazia mais feliz na vida (o amor de sua irmã).

Então, quando ela finalmente deixa sua prisão e enfrenta o mundo, o mundo tenta matá-la. Elsa é uma estranha que ninguém entende. Então, ela larga tudo e vai embora.

Mas ela vai embora para que possa ser livre. Ela vai embora para que ela não tenha que ouvir a constante crítica dos outros. Ela vai embora para viver como quer, cercada pelo que a faz feliz. Ela vai embora para ser ela mesma. E, uma vez que ela se encontra, ela retorna por amor à sua irmã. Porque quando você perde tudo, quando você larga tudo, você também se desfaz de algo que muitas vezes te segura em rédea curta: o medo.

Moral da história:

LET IT GO.

2. Mulan:

Mulan prova que nós, mulheres, podemos fazer tudo tão bem quanto (ou melhor do que) os homens. E, em seu caso em particular, ainda mais, porque ela literalmente salva toda a China.Mulan pega os papéis de gênero tradicionais e os esmaga com um chute. Mulan desafia todos que atravessam seu caminho, provando que uma mulher é tão importante quanto um homem e merece a mesma honra e o mesmo respeito. É apenas a sociedade que diz às pessoas para pensarem ou acreditarem de outra maneira.Moral da história: O gênero é uma construção social.

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Mulan prova que nós, mulheres, podemos fazer tudo tão bem quanto (ou melhor do que) os homens. E, em seu caso em particular, ainda mais, porque ela literalmente salva toda a China.

Mulan pega os papéis de gênero tradicionais e os esmaga com um chute. Mulan desafia todos que atravessam seu caminho, provando que uma mulher é tão importante quanto um homem e merece a mesma honra e o mesmo respeito. É apenas a sociedade que diz às pessoas para pensarem ou acreditarem de outra maneira.

Moral da história:

O gênero é uma construção social.

1. Moana:

Algo está definitivamente indo para a direção certa em um filme quando a personagem feminina principal não está se perguntando se deve se casar ou o que acontecerá quando seu pai morrer, mas, em vez disso, se pergunta o quão longe ela pode ir. Esse é o mantra de Moana: Ela quer ir aonde ninguém foi antes, onde ninguém se atreveu a ir, para que ela possa salvar sua aldeia da destruição e ser uma grande líder.Ela não tem príncipe e seu animal de estimação é um frango imundo que não vai parar de trazer problemas para ela. A princípio, ela não está completamente confiante (mas, quem está, não é mesmo?), mas ela não tem medo de convencer seu aliado de que a solução não é o ego masculino, mas, sim, o trabalho em equipe. É por isso que ela pode ir tão longe quanto quiser. Porque quem poderá impedi-la de fazê-lo? Ninguém.Moral da história: Quando uma mulher avança, todas as mulheres avançam.
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Algo está definitivamente indo para a direção certa em um filme quando a personagem feminina principal não está se perguntando se deve se casar ou o que acontecerá quando seu pai morrer, mas, em vez disso, se pergunta o quão longe ela pode ir. Esse é o mantra de Moana: Ela quer ir aonde ninguém foi antes, onde ninguém se atreveu a ir, para que ela possa salvar sua aldeia da destruição e ser uma grande líder.

Ela não tem príncipe e seu animal de estimação é um frango imundo que não vai parar de trazer problemas para ela. A princípio, ela não está completamente confiante (mas, quem está, não é mesmo?), mas ela não tem medo de convencer seu aliado de que a solução não é o ego masculino, mas, sim, o trabalho em equipe. É por isso que ela pode ir tão longe quanto quiser. Porque quem poderá impedi-la de fazê-lo? Ninguém.

Moral da história:

Quando uma mulher avança, todas as mulheres avançam.

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GirlBoss – Para amantes de moda e desafiadores da vida adulta

Mais uma vez eu estava “passeando” pelo Facebook, quando encontrei o trailer da mais nova série da Netflix, também baseada em um livro, GirlBoss. Como estreou hoje (feriadão), fiz uma maratona e adivinhem? Adorei!

Além de ser uma história real, mostra uma forma de viver que todos queremos, mas poucos conseguimos: viver do que amamos. Na trama, Sophia é uma garota descolada, animada e totalmente irresponsável.  Amante da moda vintage, ótima em customização e determinada, essa menina/mulher tem como objetivo viver sem trabalhar e sem mesmo perceber está entrando no mundo dos negócios, fazendo de antiguidades seu ganha pão.

Ela, sem dúvida alguma, tem traços como mulher que muitas de nós gostaríamos de ter, eu principalmente. Feminista, determinada, ambiciosa e durona. Mas o mundo real (pagar boletos e ter responsabilidades) tira isso de nós. A ambição de Sophia é, infelizmente, diminuída pela sua imaturidade, em muitos momentos é perceptível que ela só faz merda porque é muito infantil. Mas tudo fica melhor com o passar dos episódios e te garanto, se você é tão amante de moda, quanto de séries, vai adorar.

Eu particularmente me identifiquei muito com o relacionamento pai e filha demonstrado na série. Para ela é tão complicado lidar com as expectativas que o pai tem, que prefere ficar longe dele. E por isso muitas vezes fica em péssimas condições, mas não depende do pai. Orgulhosa né? Mas quando vi o quanto o pai, mais do que pegar no pé, ele se preocupa com que a filha seja bem sucedida. Me lembrei muito da minha mãe que faz exatamente esse papel de querer sempre o melhor para mim, mesmo que eu esteja bem como estou, mas nunca esteja boa o suficiente para ela. Em um determinado episódio o pai de Sophia fala com ela enquanto ela dorme, confesso que eu gostaria muito de ouvir algo assim.

De forma geral, a série é engraçada, dramática e talvez um pouco realista. Tem romance, sexo, drogas, verdadeiras amizades, egoismo, erros e acertos. E o mais legal, o fim não é um conto de fadas. É a vida real.

Participações marcantes

Adorei o fato de ter o MARAVILHOSO, ator, drag queen, artista de gravação, hostes, produtor do reality show RuPaul’s Drag Race, o dono da PORRA TODA: RuPaul Andre Charles. Sem dúvida alguma ele deu um ar muito mais elegante a trama, sem contar que é muito engraçado. Já o ator, comediante, produtor, roteirista e diretor Jim Rash fez tambpem um excelente trabalhao em seu papel, desde o primeiro episódio ele arrasou em todas as aparições.

Fiquei durante os 13 episódios tentando identificar de onde eu conhecia a protagonista, e mesmo após terminar a maratona eu tive que procurar e descobri que Britt Robertson (Sophia) é a Cassie de The Secret Circle. Minha adorada série que abandonei, sem querer, há muito tempo, quem sabe eu falo dela aqui depois.

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Voltando a GirlBoss, como eu disse ela é baseada no livro homônimo e tem como uma das Produtoras Executivas a linda Charlize Theron. O livro conta a vida de Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.

Vale super a pena assistir

A idade adulta é onde os sonhos vão morrer