Gordofobia é abordada no Profissão Repórter

Assisti hoje o Profissão Repórter dessa semana, que fala sobre a Obesidade, e me senti representada. Não que isso seja algo bom, neste caso, mas achei excelente terem abordado este tema e dessa forma.

O Profissão Repórter falou de quatro jovens que são obesos, dois que sofrem com isso e dois que já se aceitaram como são e, inclusive, ganham dinheiro por meio de seu biotipo. O que mais me marcou, foi o caso de Rogi, estudante de administração, com 29 anos e muita dificuldade para lidar com as tarefas básicas por causa do seu peso. Com 208kg tudo fica muito difícil: ir ao banheiro, pegar ônibus, sentar na cadeira da faculdade e comprar roupas. “Muitas vezes ouço as pessoas dizerem que se assustam comigo. Não ser aceito em espaços machuca. Quando me olho no espelho, não me sinto o feio que a sociedade diz. Eu me sinto bonito, e às vezes nem me sinto gordo”, conta.

Rogi jogava no time de futebol americano de Vila Velha, no Espírito Santo. Mas há dois anos desistiu e, depois disso, teve uma depressão. Foi aí que começou a engordar: “Às vezes eu quero me isolar, muitas vezes eu não saio. Fico quietinho em casa porque aqui sei que tô protegido”.

É exatamente assim que me sinto, passei por alguns eventos em minha vida que me fizeram engordar e muito e como ele disse, temos uma vida excluída do resto do mundo, muitos não encontram roupa, não encontram um parceiro e sofrem preconceito todos os dias. E o único prazer que encontramos é na comida.

São piadas, brincadeiras e cobranças do mundo que nos fazem tomar decisões absurdas. Como a entrevistada Fernanda disse, muitas vezes a pior cobrança é de dentro de casa. Fernanda quer emagrecer 20kg até o Natal. Ela é professora e deixou o emprego há dois anos, quando a segunda filha nasceu. Ela tem que lidar com as constantes críticas do marido, Hermínio: “Ele adora me zoar, não só eu… Fala que é tudo chupeta de baleia”.  Hermínio conta sua versão: “Eu brinco assim, mas não tem maldade. Não é bullying. Ela inventou de usar biquíni e eu falei que não dá. Uma mulher desse tamanho vai usar biquíni? Ficou feio pra caramba”.

Fernanda pesa 90kg e quer chegar aos 70kg: “A sociedade tem um papel muito importante na minha vontade de emagrecer, porque eles cobram muito isso da gente. Eu não tô fazendo só pelos outros, tô fazendo pra eu me sentir melhor, mais bonita”.

A Gordofobia é algo sério, para quem não está acima do peso, é só uma brincadeira, para nós que sofremos, machuca a alma. Eu queria muito que minha mãe entendesse como eu me sinto e me apoiasse mais, mas é tão complicado, para ela eu estou assim porque quero. E isso não é verdade.

Por que não é preguiça
O sobrepeso não é necessariamente resultado de comida em excesso ou falta de atividade física. Conheça alguns fatores comprovados cientificamente

Falta de sono – Segundo uma pesquisa do King’s College London, pessoas que dormem menos de sete horas por dia consomem, em média, 385 calorias diárias a mais do que aquelas que dormem além disso.

Condições socioeconômicas – Uma pesquisa desenvolvida pelo Ministério da Saúde apontou que o excesso de peso está ligado à escolaridade: 57,3% dos brasileiros com até oito anos de estudo estão com excesso de peso, enquanto aqueles com mais de 12 anos de estudo fazem o índice cair para 48,4%.

Medicamentos – Alguns remédios e até anticoncepcionais formulados à base de estrógeno colaboram no ganho de peso.

Desequilíbrio hormonal – Um desequilíbrio na glândula tireoide pode causar o hipotireoidismo, que desacelera o metabolismo, o que dificulta o gasto de energia e retém sal e água, levando ao inchaço.

Genética – Estudos realizados com gêmeos mostram que a genética influencia nosso peso entre 40% e 70%. Há inclusive genes associados ao acúmulo de gordura, como o FTO — um levantamento recente publicado na revista Nature comprovou que ratos sem esse gene nunca ficam obesos, mesmo comendo muito e se movimentando pouco.

Fonte: Revista Galileu

Eu, particularmente, ainda não cheguei ao nível de me aceitar como sou. E nem sei se é isso que quero. Espero ainda emagrecer e me sentir bem com o meu corpo. Mas acima de tudo não quero mais me sentir mal, depressiva, excluída e tudo de ruim ao me olhar no espelho.
Se você quiser assistir o episódio de Profissão Repórter:
Depois lembra de voltar e dizer o que achou.

Aqui estão as coisas mais assustadoras que chegam a Netflix em julho

Se você vai estar de férias em Julho, ou só quer ter o que assistir nos fins de semana aproveite a lista a seguir. Alias, se é fã de terror, aproveite MUITO as dicas de estreias na Netflix.

Here Alone

Um ano depois de uma epidemia no ar soltar a população mundial, uma jovem está lutando para sobreviver na floresta. Quando ela se depara com outros dois sobreviventes, ela deve decidir se pode confiar neles ao confrontar seu passado e tentar ficar viva.

Taking Lives

Angelina Jolie estrela como agente do FBI Illeana Scott, que está rastreando um assassino em série no Canadá. O assassino personifica suas vítimas e chamou a atenção da polícia, que trouxe Scott (Jolie) para investigar. Ela acaba fazendo amizade com um comerciante de arte que testemunhou os crimes, e seu relacionamento se torna crucial em sua busca pelo assassino.

The Void

Depois de perseguir uma figura encharcada de sangue que ele vê atravessando uma estrada escura, um policial está preso em um hospital que hospeda vários pacientes e pessoais que se tornam algo desumano. Ele deve tentar escapar do hospital, que é um portal para algo muito pior, antes que seja tarde demais.

The Invisible Guest

Quando o corpo de seu amante é encontrado ao seu lado em um quarto de hotel fechado, um jovem empresário e um advogado de prestígio devem trabalhar juntos para provar sua inocência e descobrir o que aconteceu exatamente.

Delicatessen

Situado na França pós-apocalíptica, um senhorio publica anúncios para handymen apenas para embalá-los como uma fonte de comida barata para seus inquilinos. As complicações surgem quando o último contratado (e a vítima em questão) se apaixona por sua filha.

Dark Night

Com base no assassinato de 2012 Aurora, CO, Dark Night conta a vida de 6 estranhos que estão presos em um teatro durante um tiroteio.

IZOMBIE – SEASON 3

Liv descobriu que há mais zumbis que moram em Seattle do que pensava originalmente. Ela também descobre que um empreiteiro militar privado está empregando um “exército de zumbis” para o dia em que os humanos aprendem que os zumbis altamente contagiosos estão vivendo entre eles. Depois de ser exonerado pelos crimes do Caos Killer, os principais terrenos trabalham. Mas toda a equipe pede risco de ser descoberta pelo que realmente são.

Territories

Cinco amigos que retornam do Canadá depois que um casamento são interrompidos pela patrulha da fronteira. A patrulha da fronteira os mantém refém e as coisas se tornam um pesadelo horrível.

Rupi Kaur – o feminismo em poesia

Li esse poema no feed do meu Facebook e achei perfeito, então aí está

Eu não sei o que é viver uma vida equilibrada. Quando fico triste, eu não choro. Eu derramo. 
Quando fico feliz, eu não sorrio. Eu brilho. 
Quando fico com raiva, eu não grito. Eu ardo. 
A vantagem de sentir os extremos é que quando eu amo… Eu dou asas. 
Mas isso talvez não seja uma coisa tão boa,
Porque eles sempre vão embora
E você precisa ver, quando quebram meu coração, 
Eu não sofro. Eu estilhaço.

– Rupi Kaur

Então depois de lê-lo decidi saber mais sobre o autor, ou melhor autora e descobri o seguinte:

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Rupi Kaur é uma poeta feminista contemporânea, escritora e artista da palavra falada, que vive em Toronto. Ela é popularmente conhecido como Instapoet pela atenção que ela ganha online com seus poemas no Instagram.
Entre os seus trabalhos mais notaveis está a sua série fotográfica sobre menstruação, descrito como uma poesia visual visando desafiar tabus sobre a menstruação.

Inclusive foi esse tema, e no instagram, que houve uma das maiores controvérsias de sua arte. Em março de 2015, como parte de um projeto fotográfico para a universidade, Kaur postou uma foto sua deitada na cama com uma mancha de sangue menstrual em sua roupa no Instagram. A plataforma removeu a imagem duas vezes porque a imagem não “seguia (suas) Diretrizes da Comunidade.”

A imagem fazia parte de uma série fotográfica sobre menstruação para desistigmatizar tabus acerca da menstruação.

Kaur levou ao Facebook e criticou a ação do Instagram dizendo, “Obrigada Instagram por fornecer a resposta exata que meu trabalho foi criado para criticar. Vocês deletaram a minha foto duas vezes, afirmando que ia contra as diretrizes da comunidade. Eu não vou pedir desculpas por não alimentar o ego e orgulho de uma sociedade misógina que terá o meu corpo em uma roupa íntima, mas não está de acordo com um pequeno vazamento quando as suas páginas estão cheias de incontáveis fotos/contas onde mulheres (muitas menores de idade) são objetificadas, pornificadas e tratadas como menos que humanas.”

Biografia

Rupi Kaur nasceu em Punjab, India e emigrou com seus pais para Toronto, Canada, quando tinha 4 anos. Quando criança, foi inspirada por sua mãe a desenhar e pintar. Ela costumava escrever poemas para os seus amigos nos seus aniversários e mensagens para pessoas que ela se interessava.Ela estudou retórica e escrita profissional na Universidade de Waterloo, em Ontario.Ela atualmente reside em Brampton, Ontario com seus pais e quatro irmãos.

Ela publicou um livro de poesia e prosa intitulado “milk and honey” em 2015. O livro aborda os temas violência, abuso, amor, perda e feminilidade. Aqui ni Brasil o livro tem o título de Outros jeitos de usar a boca.

Outros jeitos de usar a boca (Milk and Honey)

O primeiro e único livro de Kaur é uma antologia de poesias, prosa e ilustrações, o livro é dividido em quatro capítulos, cada um com um tema diferente. A seções estão intituladas “the hurting”, “the loving”, “the breaking”, e “the healing” e cada uma delas serve a um propósito diferente.  No geral fala sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles.

Kaur originalmente publicou de maneira autônoma seu livro na Amazon em 2014, mas foi tão popular que uma editora, Andrews McNeel Publishing, decidiu adotá-lo para uma segunda impressão em outubro de 2015. O livro esteve nas listas de mais vendidos de literatura canadense na Amazon, entre escritores como Margaret Atwood. Também foi o segundo livro mais vendido da Amazon na categoria poesia. A coletânea também foi um bestseller da lista do New York Times e permaneceu ali por 25 semanas consecutivas. Em outubro de 2016, havia vendido meio milhão de cópias.

Fica Comigo e a “obsessão feminina” depois de um fora

Assisti ao novo filme original da Netflix, Fica Comigo, e vim aqui falar o que achei da trama, que inicia sem graça mas vai te cativando com o tempo. O longa conta a história de Alison (Halston Sage) e Tyler (Taylor John Smith), que estão juntos há um bom tempo. Em uma festa, a aparição de um ex-namorado de Ali causa uma terrível briga entre os dois, e no calor do momento, rompem o relacionamento. Então aparece Holly (Bella Thorne) que após uma noite de sexo com Tyler fica obcecada pelo jovem e acaba tornando a vida dele e de quem o rodeia insuportável.

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Dirigido por Brent Bonacorso (The Narrow World), o filme conta com uma história muito comum, o tipo de clichê utilizado por alguns diretores e produtoras. Alison uma menina com um passado escondido que mudou de cidade para mudar de vida. Tyler apaixonado pela namorada e inseguro com a relação e a vida.

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Além disso, Tyler é machista e bem babaca na maior parte do tempo. O fato de ter brigado com a namorada por causa de seu passado promíscuo e agredir Holly, quando ela insiste em ter um relacionamento com ele, só o fez perder pontos. Sem contar que todo esse drama poderia ter sido resolvido se ele, ao reconciliar, estivesse sido sincero. Mas enfim, é o roteiro de um filme então teve de ser assim.

Apesar dos clichês, muitas cenas me lembraram alguns filmes de suspense e terror e no final das contas a psicopata salva a trama. As mudanças de humor de Holly deixa o espectador aflito. Pois ao mesmo tempo que ela é doce e gentil, parece que a qualquer momento ela vai matar alguém. E não se contenta em terminar com o namoro do jovem, mas também o faz ser expulso da escola e ameaça a vida da ex-namorada dele, Alisson.

O que achei desapontador sobre o filme é o clichê da mulher se tornar a louca depois de ser rejeitada. Já não basta o mundo machista dizer isso da gente? Os filmes também precisam?

 

É exatamente como no filme Obsessiva com a diva Beyoncé ou no novo filme com Katherine Heigl , Paixão Obsessiva. A amante, a ex, ou aquela que não teve nada mas quer ter e surta só para ter o cara com ela. É ridículo, e quando pensamos melhor a realidade é outra. Ao contrário do que vemos nesse filme, os crimes passionais, ou seja crimes motivados pela paixão. Normalmente essa paixão é tão doentia, violenta e irreprimível, que provoca a perda do controle das ações do seu autor.

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Este tipo de crime é a maior causa de assassinatos de mulheres,  segundo o Mapa da Violência 2015, 50,3% das mortes violentas de mulheres no Brasil são cometidas por familiares. Desse total, 33,2% são parceiros ou ex-parceiros. Os crimes cometidos contra as mulheres é conhecido como feminicídio.

“O feminicídio é a instância última de controle da mulher pelo homem: o controle da vida e da morte. Ele se expressa como afirmação irrestrita de posse, igualando a mulher a um objeto, quando cometido por parceiro ou ex-parceiro; como subjugação da intimidade e da sexualidade da mulher, por meio da violência sexual associada ao assassinato; como destruição da identidade da mulher, pela mutilação ou desfiguração de seu corpo; como aviltamento da dignidade da mulher, submetendo-a a tortura ou a tratamento cruel ou degradante.”,
Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher (Relatório Final, CPMI-VCM, 2013)

Com uma taxa de 4,8 assassinatos em 100 mil mulheres, o Brasil está entre os países com maior índice de homicídios femininos: ocupa a quinta posição em um ranking de 83 nações, segundo dados do Mapa da Violência 2015 (Cebela/Flacso).

Trata-se de um problema global, que se apresenta com poucas variações em diferentes sociedades e culturas e se caracteriza como crime de gênero ao carregar traços como ódio, que exige a destruição da vítima, e também pode ser combinado com as práticas da violência sexual, tortura e/ou mutilação da vítima antes ou depois do assassinato.

Mas essa violência se inicia com um simples comportamento possessivo, jogos de controle, violência, ciúmes, abstinência sexual e frieza emocional, ou seja, são os casos clássicos de relacionamentos abusivos. Por isso, acredito que antes de fazer mais um filme como esse tema e mostra a mulher como louca, obcecada e que não pode ficar sem determinado homem. É preciso discutir o feminicídio, o relacionamento abusivo e a violência contra a mulher. Que é a nossa realidade.

E se você ficou em duvida sobre o que é, ou se está em um relacionamento abusivo, a seguir estão dez sinais de uma pessoa abusiva:

1. Ciúmes e possessividade – É ciumento/a de sua família, de seus amigos, e colegas de trabalho. Tenta isolar você. Um homem abusivo vê as mulheres e suas crianças como sua propriedade em vez de indivíduos únicos. Acusa você, sem razão, de traição ou de flertar com outros homens. Pergunta onde você estava e com quem estava de uma maneira acusadora.

2. Controle – uma pessoa abusiva exige abertamente que seu tempo e você sejam o centro de sua atenção. A pessoa controla as finanças, o carro, e as atividades que praticam juntos. Torna-se raivoso/a quando você começa a mostrar sinais de independência ou força.

3. Superioridade – a pessoa abusiva sempre está certa, tem que ganhar sempre ou estar no comando. Ela sempre justifica suas ações de modo a estar sempre “certa” para você e os outros. Um abusador/agressor irá falar de cima para baixo com você e te xingará, a fim de sentir-se melhor. O alvo dele é fazer você sentir-se fraca/o de modo que ele/ela possa ter poder. Abusadores são frequentemente inseguros e seu poder faz com que se sintam melhor a respeito de si mesmos.

4. Manipulação – o abusador/agressor lhe diz que você é louca/o ou estúpida/o de modo que a culpa caia sobre você. Ele tenta fazer você pensar que o que ele/ela faz é sua culpa. Diz que não pode fazer nada quanto a ser abusivo de modo que você sinta a pena dele e continue tentando ajudá-lo. Mas diz aos outros que você é instável.

5. Mudanças de humor – o seu humor muda de agressivo e abusivo para uma aparência humilde, desculpando-se e tornando-se amoroso/a depois que o abuso aconteceu.

6. Suas ações não correspondem a suas palavras – ele/a quebra promessas, diz que ama você e depois abusa de você.

7. Pune você – uma pessoa abusiva emocionalmente pode privar você de sexo, de intimidade emocional, ou joga um jogo silencioso como punição quando ele/ela não consegue as coisas do seu jeito.

8. Não quer procurar ajuda – o agressor não pensa que alguma coisa está errada com ele então porque ele precisa de ajuda? Ele não reconhece suas faltas ou culpa sua infância e circunstâncias exteriores.

9. Desrespeita as mulheres – o homem agressor demonstra falta de respeito em relação a sua mãe, irmãs, ou qualquer mulher em sua vida. Pensa que as mulheres são estúpidas e sem valor.

10. O homem agressor muitas vezes tem uma história de abuso a mulheres, ou a animais, ou foi abusado ele mesmo – Agressores físicos repetem seu padrão e procuram pessoas que são submissas e possam ser controladas. O comportamento abusivo pode ser uma disfunção geracional e pessoas que sofreram abuso têm uma grande chance de se tornar agressores. Homens que abusam de animais são mais capazes de abusar de mulheres também.

Fonte: SOS Mulher e Família e Agência Patricia Galvão

Voltando ao filme, se ficou curioso, assista o trailer e decida se vale a pena assistir.

E não esquece de voltar e dizer o que achou.

 

 

 

 

Setênios – de 7 em 7 anos a sua vida muda completamente

Há um tempo atrás ouvi dizer que ha cada 7 anos nossa vida muda completamente. Então eu decidi procurar sobre isso e encontrei o seguinte post.

A teoria dos setênios é um dos pilares da antroposofia, linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner que estabelece uma espécie de “pedagogia do viver” do ser humano, interagindo com todo o universo. Dentro desse pensamento filosófico há a ideia de ver a vida de forma cíclica, a partir da observação dos ritmos da natureza, divididos em fases de sete anos.

O que são os setênios?

O número 7 é, por natureza, um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. Dessa forma, os ciclos da natureza também respeitam uma subdivisão possível de múltiplos de 7. Nos três primeiros ciclos, que compreendem dos 0 a 21 anos, chamados “setênios do corpo”, é quando se amadurece o corpo físico e também acontece a formação da personalidade.

Os três ciclos seguintes, dos 21 aos 42 anos, são conhecidos como “setênios da alma”. É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, a pessoa se insere na sociedade e faz as escolhas. Só a partir dos 42 anos, nos últimos setênios, há usufruto da vida com maturidade, profundidade e espiritualidade.

No caso das mulheres, a divisão por setênios ajuda a entender os processos do feminino, que vão do amadurecimento à capacidade reprodutiva até a menopausa, quando as forças da reprodução se transformam em força do pensar mais ligadas à introspecção, possibilitando uma ampla visão de vida. A seguir, conheça um pouco das características de cada setênio.

Explicada a teoria, venho aqui falar o porque achei interessante. Este ano faço 28 anos, ou seja estou no fim de mais um ciclo, ou no inicio, não sei. Enfim, percebi que nos meus últimos Setênios eu realmente tenho mudado, e coisas boas e ruim tem acontecido, mas o mais importante um grande amadurecimento aconteceu. Como foi dito acima, talvez a minha maturidade, profundidade e espiritualidade estejam sendo definidas e eu finalmente esteja entendendo a razão da vida.

De qualquer forma, achei interessante colocar isso aqui para mostrar a vocês, que talvez também estejam passando por turbulências em suas vidas que é possível que seja apenas mais uma ciclo virando em sua vida e que os próximos sete anos sejam de muita prosperidade.

 

Lion- Uma Jornada para Casa

Assisti ao maravilhoso filme Lion- Uma Jornada para Casa, disponível na Netflix, e vim aqui hoje falar sobre ele. O longa conta a história real de um indiano, Saroo Brierley, que aos cinco anos de idade se perde de seu irmão mais novo em uma estação de trem e acaba em Calcutá, a terceira maior cidade da Índia, passa por diversas situações até que 25 anos depois tenta reencontrar a sua família. Um relato autobiográfico de suas experiências, A Long Way Home, foi publicado em 2014 e só ano passado foi adaptado para o cinema.

Data de lançamento: 16 de fevereiro de 2017 (1h 58min)
Direção: Garth Davis
Elenco: Dev Patel, Rooney Mara, Nicole Kidman mais
Gêneros: Biografia, Drama, Aventura
Nacionalidades: EUA, Austrália, Reino Unido
Sinopse:
Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

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O filme emociona qualquer um, não só pela história, mas também pela incrível interpretação do ator mirim indiano Sunny Pawar que interpreta personagem Saroo aos 5 anos.  Calcutá tem milhares de meninos de rua pedintes nos bairros de periferia. Por isso, Saroo incapaz de ler, escrever e entender a língua falada na cidade começa a viver na rua.

Eu como emotiva que sou, chorei muito com as cenas do pequeno Saroo passando fome, frio e sozinho sem saber o que fazer. Fiquei pensando em como uma criança, tão pequena, pôde sobreviver nessa situação. Principalmente ao ver os perigos que ele escapou já muito jovem, abuso infantil, agressões, morte, entre outros.

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Já adulto, percebi a angustia de uma pessoa não saber sua origem, em uma reunião entre amigos Saroo se emociona ao ver uma comida que quando criança não podia comer, e se sente perdido, como na primeira vez aos cinco anos em Calcutá. A partir daí, ele decide, através do Google Earth encontrar seu verdadeiro lar.

Ao descobrir de onde realmente era ele viaja para  Khandwa e encontrou sua casa no bairro de Ganesh Talai. Mas não era o que imaginava, ela parecia abandonada.
Mas sua mãe havia mudado e uma das pessoas o leva até ela, Saroo não a reconheceu, mas disse em entrevista: “A última vez que eu a tinha visto, ela tinha 34 anos, era jovem e muito bonita. Eu tinha esquecido o impacto do tempo. Mas a estrutura facial era a mesma e eu disse: ‘Sim, é minha mãe'”.

Infelizmente, nesse reencontro, Saroo soube que seu irmão Guddu também não tinha voltado para casa. Ele havia sumido no mesmo dia que ele, e, um mês depois, o encontraram  morto nos trilhos da ferrovia. Nunca se soube foi um crime ou um acidente.

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No geral é uma história feliz, de um garoto que se perde, passa por grandes adversidades, mas consegue encontrar amor em uma outra família e assim torna-se forte para encontrar suas origens. Este filme é um daqueles para você assistir quando não estiver se sentindo muito bem com sua vida e perceber que existem pessoas com problemas reais e que podemos superar nossas adversidades.

Se você já assistiu, diz aí o que achou. Se não, assista e volte aqui para comentar.

 

 

 

Raw (Grave) – polêmicas e dramas

Raw é um filme polêmico e antes mesmo de você começar a assisti-lo você já sabe disso. Uma rápida pesquisa no Google e você vai encontrar diversas matérias falando sobre o filme que fala de canibalismo que fez pessoas desmaiarem no Festival de Toronto.

Mas o filme é mais do que polêmicas, dirigido e escrito pela francesa Julia Ducournau, a produção mostra uma estudante universitária vegetariana que desenvolve gosto por carne humana após um trote universitário onde a estudante, então vegetariana, é obrigada a comer carne de coelho cru.

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Para os amantes de sangue, Raw não é Jogos Mortais ou O Albergue, e se você deseja algo do tipo, é melhor procurar em outro lugar. Apesar das poucas cenas ligadas ao grotesco, a obra se enquadra mais no gênero drama. E fala sobre a transição de uma menina, Justine vivida por Garance Marillier, que se torna mulher e sua rivalidade com a irmã mais velha. É possível ver desde o início a vontade da primogênita Alexia, papel de Ella Rumpf, em querer que a caçula não pule tal etapa transitória e abrace a mudança, lidando, mesmo que sem saber, com esse momento pelo qual os jovens passam ao começarem a sentir novos desejos.

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O canibalismo é retratado na obra – de maneira direta, sem um romantismo como visto em filmes sobre vampiros: temos aqui o homem regredindo a seu estado de animal, primitivo e aterrador.

Enfim, eu não achei algo fora do normal, nem tão nojento. Se estiver afim de assistir e apreciar a obra, veja e volte aqui para dizer o que achou.

Se está em dúvida, veja o trailer:

raw-grave-2016.jpgDireção: Julia Ducournau
Elenco: Garance Marillier, Ella Rumpf, Rabah Naït Oufella mais
Gêneros: Terror, Drama
Nacionalidades: França, Bélgica
Sinopse:
Justine (Garance Marillier) é uma jovem tímida e vegetariana, caloura na mesma faculdade de veterinária em que estuda sua irmã, Alexia (Ella Rumpf). Durante o trote, a menina é forçada a comer carne animal pela primeira vez e a ação provoca mudanças extremas em sua vida.

13 coisas que mulheres confiantes NUNCA fazem

Ser confiante não tem nada a ver com ser extrovertida, falante ou sociável – estes são apenas traços de personalidade. Existem mulheres tímidas que estão perfeitamente confortáveis consigo, assim como mulheres expansivas que, por dentro, sentem-se incapazes. E não se engane: algumas delas podem parecer muito bem-resolvidas e sucedidas, mas, na realidade, só estão tentando convencer os outros e a si mesmas de que são seguras.

O site da revista americana Cosmopolitan elaborou uma lista com as atitudes que mulheres verdadeiramente confiantes JAMAIS têm e que você pode usar como inspiração para aumentar sua própria segurança.

1. Elas não mudam quem são para seguir tendências.

Se gostam de algo, incorporam no próprio estilo, mas nunca irão se adaptar a algo só porque está na moda. Elas focam naquilo que gostam e tem a ver com elas.

2 . Elas não fofocam.

Pois têm coisas muito mais interessantes para discutir do que a vida alheia. Elas são pessoas interessantes por si só, não precisam diminuir os outros para isso.

3. Elas não reprimem seus sentimentos.

Quando uma mulher sente-se de uma determinada forma ou tem algo em sua cabeça, ela comunica, pois sabe que o jeito mais rápido de superar qualquer problema é através da honestidade.

4. Elas não abrem mão do autocuidado.

Sabem que são importantes, então se esforçam para cuidar de si. Elas valorizam balanço em suas vidas, se alimentam bem, se exercitam e dormem bem.

5. Elas não duvidam de suas habilidades.

Creem firmemente que, com um pouco de trabalho, são capazes de conquistar o que quiserem. E, por conta disso, conquistam mesmo!

6. Elas não perdem tempo se preocupando com coisas que não conseguem controlar.

Consertam o que pode ser consertado e deixam o resto para lá. Elas sabem que não tem por que se estressar com coisas pequenas.

7. Elas não têm medo de imperfeições.

Apesar de saberem a importância da primeira impressão, sabem também a importância de se divertir, o que, às vezes, inclui maquiagem borrada e cabelo desarrumado.

8. Elas nunca se desvalorizam.

Pois sabem, sem a menor sombra de dúvida, que merecem coisas boas, e isso as faz lutar por isso.

9. Elas não ignoram seus instintos.

Um mau pressentimento é um aviso. Mulheres confiantes acreditam em si o suficiente para dar ouvidos ao próprio instinto.

10. Elas não levam as coisas para o lado pessoal.

A mulher confiante compreende perfeitamente que a sua opinião tem a ver com você, e não com ela.

11. Elas não se baseiam naquilo que outros pensam delas.

E também não se comparam com outros, pois sabem exatamente quem são e não precisa de ninguém dizendo isso a elas.

12.  Elas nunca invejam a felicidade dos outros.

Como são felizes o suficiente com suas próprias vidas, conseguem sentir-se genuinamente felizes pelos outros. Mais do que isso, elas usam o sucesso de outros como inspiração.

13. Elas não questionam seus propósitos.

Mulheres confiantes sabem seus pontos fortes e se colocam em situações em que podem brilhar. Elas focam mais em reconhecer o que são capazes de fazer do que em suas fraquezas.

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Repost: O Segredo

??Pitty, Sepultura e Grupo Cultural AfroReggae no DMX Awards

Pitty, Sepultura e Grupo Cultural AfroReggae se uniram e fizeram um medley virtual e inédito de “Refuse/Resist” com “Admirável Chip Novo” que levantou o público da última DMX Awards. ???

O encontro musical que juntou pela internet o Heavy Metal da maior banda do Brasil com o Rock de uma das maiores roqueiras da atualidade e um dos mais emblemáticos grupos percussivos fez tremer todo o festival! ??????

Clique e confira ??

Repost – DMX Brasil