Comporte-se como uma Dama, Pense como um Homem

Entre minhas leituras de 2017 coloquei um livro que pensei que seria interessante: Comporte-se como uma Dama, Pense como um Homem, o livro apresenta princípios, regras e dicas para as mulheres entenderam a mente masculina e saber quais as reais intenções do novo “pretendente”.É uma espécie de manual bem humorado, escrito pelo comediante Steve Harvey,  que alcançou o topo da lista no The New York Times, publicado em 29 países e com mais de 2 milhões de cópias vendidas.

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Tentei desistir dos homens por um mês

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Uma das consequências de ser tão pública sobre minha vida amorosa é a quantidade de conselhos amorosos que recebo de amigos, conhecidos, estranhos e até alguns homens que já estiveram dentro de mim. Alguns conselhos dão raiva, como quando as pessoas me incentivam a ficar com alguém com quem claramente não tenho química simplesmente porque a pessoa gosta de mim. Mas o conselho que mais recebo é simplesmente parar de tentar. Esse é o enredo de incontáveis comédias românticas, e muitos dos meus amigos que estão em relacionamentos dizem que aconteceu com eles. “Encontramos um ao outro quando não estávamos procurando ninguém.”

Minha vida amorosa é cheia de tentativas. Estou em vários sites de encontro, perpetuamente indo a encontros às escuras, e saio várias noites por semana na esperança de talvez conversar com um estranho que não vai me matar. E ainda não consegui sair com ninguém por mais de alguns meses (se tanto). Pior ainda, vivemos numa era onde um uma mulher jovem admitir que gostaria de estar apaixonada é visto como brega e trágico. Bom, estou cansada de fingir que estou de boa. Quero o romance meloso que vem sendo enfiado na minha garganta por filmes, TV e livros desde que comecei a processar informação.

Então decidi fazer um jejum de macho. Um mês inteiro sem sair com ninguém que conheci pela internet, nada de transas casuais, nenhum encontro romântico de nenhum tipo a menos que alguém pareça realmente interessado em casar comigo, ter filhos e acariciar meu cabelo quando eu finalmente sucumbir a alguma doença de idoso. E foi assim:

Semana Um

Primeiro eu tinha que deletar todos os aplicativos de encontros que eu tinha: Tinder, Bumble (Tinder preppy), Happn (Tinder beta), Feeld (Tinder de ménage) e OkCupid (o Tinder original). Pronto. Segundo passo, deletar os telefones dos homens para quem ligo em casos de emergência de tesão. Depois de me livrar deles no meu celular, o terceiro e último passo era deletar o número de um skatista por quem tenho um crush há meses e pode ou não ter namorada. Essa limpeza me fez sentir como quando você faz um teste de DST e dá negativo: sou virgem de novo! Agora eu era uma placa limpa de todos os pintos do passado e estava pronta para um jejum de homens.

“Ficar fora dos aplicativos me fez perceber quanto da minha vida é dedicada a eles.”

Essa primeira semana foi bastante parada. Nada aconteceu para que eu conhecesse garotos, o que parece uma novidade para mim. O mais perto que cheguei disso no passado foi quando um cara deu match comigo no mesmo café, depois me mandou mensagem dizendo que tinha me visto. Transamos naquela noite e ele se mudou para a Argentina no dia seguinte. Não nos falamos desde então.

Ficar fora dos aplicativos me fez perceber quanto da minha vida é dedicada a eles. Eu achei que não ficava tanto tempo nos apps, mas a realidade é que usar os aplicativos se tornou uma parte tão regular da minha rotina que não parecia que eu fazia tanto isso. Isso é triste? Não responda. Acho que sei a resposta.

Semana Dois

Achando que eu deveria fazer algum esforço para manifestar o aparecimento do homem dos meus sonhos, decidi elaborar mais nas roupas do dia a dia. Num dia normal eu normalmente me produzo bem menos que para sair à noite, que é quando estou tentando transar. Minha roupa típica do dia a dia é legging ou jeans com uma camisetona. Quase nunca uso maquiagem, nem penteio o cabelo. Isso mudou essa semana.

Toda manhã dessa semana, pensei bem no que iria vestir. Passei um pouco de maquiagem, escovei o cabelo e quase só usei vestidos, encarnando a imagem mais clichê possível de feminilidade. Mudei minha rotina também, encontrando novos lugares para escrever e tomar café, além de novas lojas onde fazer as coisas.

“Esse é o meu mês de jejum de macho, e tenho que manter o foco.”

Bom, uma coisa aconteceu. Saí para tomar uns drinques com uma amiga e aconteceu de encontrar um amigo em comum. Ele é pai solteiro, mais velho que eu, bastante tatuado, mora sozinho e fede a indisponibilidade emocional. Depois de flertarmos por um tempo, estava bem claro que a gente queria transar — mas resisti a tentação sabendo muito bem que seria só sexo e nada mais. Em outro mês qualquer, isso não seria um problema para mim, mas esse é o meu mês de jejum de macho, e tenho que manter o foco.

Mas trocamos números. Secretamente eu esperava que a gente se envolvesse num flerte leve, que devo admitir que senti que era o que eu precisava para passar pelo resto do mês. Achei que se ele iniciasse a conversa, eu poderia só seguir a deixa.

Como já era previsível, ele nunca iniciou coisa nenhuma. Eu tenho que fazer todo o trabalho aqui?

Semana Três

Vou ser honesta aqui. Deixei a peteca cair essa semana. Bêbada, baixei o Tinder de novo e mandei mensagem para o skatista cujo número eu tinha deletado. Felizmente, tudo que consegui dizer naquele estado foi “ei”, mensagem que obviamente ele não respondeu por 12 horas. Não continuei a conversa e não iniciei nenhum outro papo com meus matches no Tinder. O jejum de macho ainda estava rolando.

Voltei para o visual mais largado, e percebi que me esforçar muito na minha aparência era uma forma de tentar muito fora do meu personagem.

Saí para beber de novo essa semana e fiquei surpresa em me ver paquerada outra vez. Dessa vez foi por um cara de 23 anos torcedor do Dodgers, que usava uma bandana e que conversou comigo sobre sua startup. Ele não chegava nem perto de ser o meu tipo. Normalmente, isso me faria terminar a conversa o mais rápido possível e dar a noite por encerrada. Mas pensando em todas as comédias românticas que assisti na vida, imaginei que isso poderia ser um daqueles cenários de “os opostos se atraem”, onde me torno a manic pixie dream girl que o apresenta para o mundo das artes e do punk rock, enquanto ele me ensina o valor de economizar e me importar com o meu futuro. Nada faz sentido no amor, e ainda assim… funciona.

“Caramba, eu realmente me esforço demais para trazer homens para a minha vida.”

Decidi seguir em frente e dar a ele meu número. Foi então que percebi que pode ter alguma coisa em não se esforçar muito nos encontros. Fui abordada duas vezes durante o experimento, o que não acontecia há algum tempo antes de eu começar meu jejum de macho.

O resto da semana passou. Ele nunca me mandou mensagem. Antes desse jejum, eu eventualmente teria mandado uma mensagem para ele. Mas propositalmente me impedir de fazer isso colocou minha vida amorosa em perspectiva. Caramba, eu realmente me esforço demais para trazer homens para a minha vida. Homens que provavelmente não estão interessados em mim. Pelo menos não o suficiente para realmente agirem.

Semana Quatro

OK, vou ser honesta. Transei com o pai solteiro. E fui eu. Eu fiz isso acontecer. Em minha defesa, eu não transava há vários meses, e o jejum de homem servia como um lembrete constante disso. Eu não tinha as distrações que normalmente tenho, como os aplicativos e flerte pela internet. Meus níveis de tesão estavam num pico, meu vibrador perdeu metade de sua potência original (esqueço de comprar pilhas) e eu só precisava de pinto mesmo.

Também pensei comigo mesma que talvez, só talvez, eu estivesse errada sobre a indisponibilidade emocional desse cara. Talvez isso pudesse realmente ser o começo de um relacionamento. Mas na noite em que ficamos, começamos a falar sobre exs e amores do passado. Ele mencionou uma mulher que o tinha largado recentemente, para quem ele voltaria na hora se ela mandasse mensagem. Então, sim. Eu estava certa no começo. Mas a transa pelo menos foi boa.

Concluindo: acho que tecnicamente esse jejum de homem não foi um sucesso (no sentido de que não consegui realmente me abster de homens), mas ainda tirei algumas lições de valor aqui.

Sei que devo continuar nesse caminho de não tentar tanto, mas ainda manter a conta no Tinder ativa, o que deixou meu humor melhor. Se alguma coisa acontecer, ótimo. Se não, tudo bem também. Por mais que eu queira ter um daqueles amores grudentos de filmes, não posso continuar tentando forçar isso com homens que não valem meu tempo ou minha atenção. Nenhuma de nós deveria.

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12 personagens que mostram que você sempre foi feminista e não sabia

1. She-ra, a Princesa do Poder – pela honra de Greyskull!

Super independente, ela morava em um planeta diferente dos pais e do irmão, He-Man. Não havia príncipe à vista, mas junto com seu "squad" de rainhas rebeldes ela tocava o terror nos vilões e ninguém mexia com ela não.

Super independente, ela morava em um planeta diferente dos pais e do irmão, He-Man. Não havia príncipe à vista, mas junto com seu “squad” de rainhas rebeldes ela tocava o terror nos vilões e ninguém mexia com ela não.

2. Buffy, a Caça-Vampiros, não ficava em casa esperando o crepúsculo.

As caça-vampiros são uma linhagem de mulheres destinadas a combater o mal, graças a suas várias qualidades como força e determinação. Mas além disso a Buffy também era uma pessoa bem normal que queria ficar de boas, e apesar de amar o vampiro Angel não ficava à mercê dele.

As caça-vampiros são uma linhagem de mulheres destinadas a combater o mal, graças a suas várias qualidades como força e determinação. Mas além disso a Buffy também era uma pessoa bem normal que queria ficar de boas, e apesar de amar o vampiro Angel não ficava à mercê dele.

3. Adriana Esteves quebrava padrões como Catarina em “O Cravo e a Rosa”.

A novela se passava nos anos 20 e a Catarina era super rebelde e anticonformista para a época, se recusando a pagar de mocinha certinha. O corte de cabelo também era bastante icônico.

A novela se passava nos anos 20 e a Catarina era super rebelde e anticonformista para a época, se recusando a pagar de mocinha certinha. O corte de cabelo também era bastante icônico.

4. Com a agente Dana Scully a real sempre esteve lá fora.

Os agentes Mulder e Scully, do clássico sci-fi "Arquivo X", enfrentavam tudo unidos e em total pé de igualdade. Além de tudo ela era uma brilhante cientista e em mais de uma ocasião era ela quem salvava o idealista Mulder.

Os agentes Mulder e Scully, do clássico sci-fi “Arquivo X”, enfrentavam tudo unidos e em total pé de igualdade. Além de tudo ela era uma brilhante cientista e em mais de uma ocasião era ela quem salvava o idealista Mulder.

5. Daria, a maior heroína indie que você respeita.

Daria Morgendoffer não era muito de sorrir e sua arma mais mortal era o sarcasmo. O desenho ainda tinha a maravilhosa roqueirinha Jane e a personagem negra Jodie, que dava várias reais sobre raça.

Daria Morgendoffer não era muito de sorrir e sua arma mais mortal era o sarcasmo. O desenho ainda tinha a maravilhosa roqueirinha Jane e a personagem negra Jodie, que dava várias reais sobre raça.

6. Ana Francisca, Mariana Ximenes em “Chocolate com Pimenta”, mudava de vida graças ao casamento, mas suas decisões não dependiam dos outros.

Menos que a Catarina, mas ela também foi uma mocinha bem diferente para uma novela das 18h.

Menos que a Catarina, mas ela também foi uma mocinha bem diferente para uma novela das 18h.

7. Mulan foi uma das primeiras princesas Disney a quebrar estereótipos.

Ok, para provar seu valor Mulan precisa fingir que é um homem, pois apesar de ser uma ótima guerreira ela é proibida de lutar por ser mulher. Mas essa personagem foi bem surpreendente para a época, com um ideal de princesa diferente do habitual.

 Ok, para provar seu valor Mulan precisa fingir que é um homem, pois apesar de ser uma ótima guerreira ela é proibida de lutar por ser mulher. Mas essa personagem foi bem surpreendente para a época, com um ideal de princesa diferente do habitual.

8. Lisa Simpson é todos nós em algum momento.

A voz da razão e de longe o membro mais inteligente da família (mesmo sendo pintada como chatinha às vezes). Você ia gostando mais dela à medida que via quantos boys se parecem com o Homer e o Bart.

A voz da razão e de longe o membro mais inteligente da família (mesmo sendo pintada como chatinha às vezes). Você ia gostando mais dela à medida que via quantos boys se parecem com o Homer e o Bart.

9. A Anita (com um T só) da Giovanna Antonelli em “A Casa das Sete Mulheres”.

Ela foi um mulherão da porra na realidade e na ficção: ela e o Giuseppe Garibaldi (que na novela era o Thiago Lacerda) se amaram loucamente e lutaram juntos em quatro países diferentes.

Ela foi um mulherão da porra na realidade e na ficção: ela e o Giuseppe Garibaldi (que na novela era o Thiago Lacerda) se amaram loucamente e lutaram juntos em quatro países diferentes.

10. Leia Organa foi uma das primeiras a desconstruir padrões do que é ser uma princesa.

Como assim uma princesa que não é delicada, não é ingênua e não precisa ser salva? Nos anos 70, a icônica personagem de "Star Wars" foi bem revolucionária, também graças à maravilhosa Carrie Fischer.

Como assim uma princesa que não é delicada, não é ingênua e não precisa ser salva? Nos anos 70, a icônica personagem de “Star Wars” foi bem revolucionária, também graças à maravilhosa Carrie Fischer.

11. Hermione Granger é tudo: a melhor aluna de Hogwarts e uma das bruxas mais brilhantes do seu tempo.

Ela é sabichona, sim, mas se não fosse por ela aqueles dois tontos do Ron e o Harry não teriam sobrevivido nem ao primeiro livro.

Ela é sabichona, sim, mas se não fosse por ela aqueles dois tontos do Ron e o Harry não teriam sobrevivido nem ao primeiro livro.

12. Xena, a Princesa Guerreira, e a Gabrielle davam rolês pelo mundo.

Xena começou como coadjuvante de Hércules e hoje é muito mais famosa que ele.

Xena começou como coadjuvante de Hércules e hoje é muito mais famosa que ele.

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13 razões para a mulher se masturbar regularmente

Danem-se os anéis de brilhante, um pouco de FVC (Faça Você Mesmo) é o melhor amigo da mulher.

Historicamente, a masturbação ganhou má reputação, mas uma festa para um ainda é uma festa. E esta é uma festa que vai fazer você se sentir bem melhor depois de comparecer. A masturbação traz alguns incríveis benefícios para a saúde e fará com que você se sinta realmente muito bem.

Pesquisas mostram que a maioria das mulheres com idade superior a 18 anos já se masturbaram pelo menos uma vez, mas poucas mulheres fazem isso com frequência. De acordo com a Pesquisa Nacional de Comportamento e Saúde Sexual da Universidade de Indiana, apenas 7,9 por cento das mulheres entre as idades de 25 e 29 anos se masturbam de duas a três vezes por semana, enquanto que a porcentagem de homens é de 23,4. Vamos lá meninas, nós merecemos mais do que isso.

A masturbação é uma experiência normal, gostosa e saudável. Está na hora de resolver esse tabu de mulheres e masturbação e perceber que um pouco de ménage a moipode ser exatamente o que você precisa.

O Huffington Post conversou com a Dra. Lauren Streicher, professora adjunta de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade Northwestern e autora do livro Sex Rx: Hormones Health And Your Best Sex Ever, sobre os benefícios da masturbação na saúde.

Ela disse que a masturbação pode trazer benefícios à sua saúde ajudando você a dormir, aliviar o estresse e simplesmente ficar mais à vontade com o seu corpo. Ela também observou que da mesma forma que se exercitar ou receber uma massagem, a autoestimulação é uma ótima maneira para relaxar emocional e fisicamente. Em vez de pagar por uma sessão de massagem cara, você pode simplesmente ficar em casa e se dar uma.

Então, diminua as luzes, acenda algumas velas e vá para a cama (ou qualquer que seja a sua rotina) – é hora de participar de um pouco de autoexploração. Aqui estão 13 razões que cada mulher tem para se masturbar regularmente:

1. Vai deixar você mais feliz.

happy

“Nós sabemos que o prazer faz as pessoas se sentirem bem”, disse Streicher. É realmente muito simples. Os orgasmos liberam as endorfinas dopamina e oxitocina , que podem melhorar seu humor e criar uma sensação de estar alto naturalmente. Quem precisa de drogas quando você pode fazer a sua própria?

2. Você vai estar mais confortável com seu corpo.

Seu corpo deve ser seu melhor amigo – é uma das únicas coisas que estarão com você a vida inteira. Explorá-lo faz parte da sua relação de amizade com ele. “É extremamente importante que as mulheres apreciem a sua própria anatomia e como se darem o autoprazer”, disse Streicher. Força nos estudos, meninas.

3. Pode melhorar sua vida sexual.

A masturbação permite que você explore seu corpo e descubra o que a faz se sentir melhor. Conhecer o seu corpo desta forma poderá torná-la mais confiante na cama e mais vocal com os parceiros. Depois de descobrir o que gosta, você poderá dizer ao parceiro onde tocar você.

4. Ajuda a dormir.

dormindo

Existe um motivo pelo qual a maioria de nós se sente tão sonolenta depois desse clímax arrepiante: os orgasmos física e emocionalmente aliviam a tensão e esgotam o corpo, o que permite que você caia no sono mais rápido. “Geralmente as pessoas não dormem melhor depois de se masturbar, mas, muitas vezes, é por se sentirem relaxadas e satisfeitas”, disse Streicher. A masturbação ajuda as pessoas a dormirem do mesmo jeito que ler um livro antes de dormir faz – você se sente mais calmo e relaxado.

5. É uma ótima maneira de liberar a tensão sexual.

Se você optou por não ter relações sexuais ou simplesmente está passando por um período de seca, a masturbação é uma ótima maneira de satisfazer a sua libido.

6. A masturbação pode aliviar dores no corpo e dores menstruais.

“Se você tem uma contração uterina enquanto se autoestimula, essa contração poderá ajudar o sangue menstrual a sair mais rápido… teoricamente vai ajudar com as cólicas”, disse Streicher. Enquanto ela adverte que a pesquisa por trás deste benefício é relativamente limitada, ela disse que não há nenhuma razão para não se masturbar no período menstrual: “Não é nunca algo ruim e se vai ajudá-la, então vá atrás disso.” De todas as formas é mais divertido do que uma bolsa de água quente.

7. Alivia o estresse.

alivio

“Qualquer coisa que faz você se sentir mais relaxada e leva você a se desligar do seu dia, faça você yoga ou uma massagem nos pés, é tudo a mesma coisa”, disse Streicher. “Não é que tenha que ser sexual, mas o sexo e a autoestimulação é, definitivamente, uma das maneiras de aliviar o estresse. “Soa como uma maneiraimpressionante de se descontrair.

8. A masturbação ajuda o seu corpo a se manter sexual… mesmo quando você não está fazendo sexo.

“Se você está dando um tempo para relacionamentos, há um benefício muito forte para manter as coisas ao se autoestimular – não só em termos de manter os tecidos elásticos e saudáveis e aumentar o fluxo sanguíneo, mas de manter seu cérebro funcionando”, disse Streicher. “Nós sabemos que o sexo e a excitação começam no cérebro… Quanto mais sexo você tem, mais sexo você vai querer porque você pensa mais sobre sexo. Quando você tem alguém que não teve sexo por um período muito longo de tempo, na maioria dos casos, essa pessoa nem sequer está pensando nisso.”

9. Há toneladas de aparelhos legais para ajudar você a se masturbar.

Desde vibradores de mãos-livres até vibradores em forma de batom, há um vibrador para cada mulher.

10. Se você está em um relacionamento, é uma ótima maneira de misturar as coisas – e mantê-lo voltando para mais.

Como observou Streicher, quanto mais sexo você tem, mais sexo você vai querer ter. Também é correto dizer que, quanto mais você se masturba e torna-se confortável com o seu próprio corpo, mais você vai querer ter sexo com o seu parceiro. “Sabemos que ser autossexual vai estimular a parte do cérebro que mantém sua libido viva e funcionando bem”, disse Streicher.

11. Orgasmos. Múltiplos.

orgasmo

Entender como seu corpo funciona ajuda a saber exatamente como lhe dar prazer. Uma, duas, três vezes – a decisão é sua! O clímax é muitas vezes só no final do sexo com os homens, mas as mulheres podem continuar. Por que se satisfazer com um?

12. Não há desvantagens.

A masturbação não tem “absolutamente nenhum efeito negativo”, disse Streicher. “Nada de ruim pode acontecer se você se masturbar – você não pega nada, não engravida, nem fica doente. É um vício que faz você se sentir bem e não tem repercussões negativas.”

13. É incrivelmente f#d*.

Nem precisa explicar.

Limpe sua agenda, um tempo para “mim” começa agora.

Eu que mando

Sempre gostei de pensar que sou uma pessoa sem preconceitos e super mente aberta, mas confesso que existem alguns tabus na minha mente que são difíceis de tirar.

Esses dias mesmo falei aqui sobre a cirurgia bariátrica que vou fazer, confesso que antes de saber exatamente o que era, eu imaginava sendo uma maravilha, que adoraria fazê-la apenas pelo fato de poder emagrecer comendo… ingenuidade pura…rs

Hoje sei de todos os complexos dessa cirurgia, mas vim aqui falar sobre outra coisa. Vim falar sobre a vergonha, receio, medo de abrir o jogo e falar sobre ela. Não só pelo preconceito externo que é amplamente divulgado por aí, mas pelos meus medos, os internos que me faziam, e as vezes ainda fazem, acreditar que eu estou errada.

Eu, por um tempo, dizia que se tivesse dinheiro mudaria tudo em meu corpo, inclusive a cor da minha pele. A aceitação veio depois de alguns anos, mas ainda lutava, vou ser plus size, não vou, sou linda de qualquer jeito, não sou não. E etc. Tive apelidos como Rouge, por causa da girlband, me chamaram e Preciosa, sim por causa do filme. E odiava. Afinal, ninguém quer ser chamada de preta ou gorda. Não se vê mulheres acima do peso, negras conquistando corações por aí.

Mas isso não é só questão de representatividade, não é porque eu vejo a Cacau Protasio em uma novela ou filme, arrasando corações que eu vou aceitar meu corpo. É preciso ter na mente que eu posso sim querer mudar. E isso também foi um desafio, pois ao me assumir preta, gorda e feminista. Não poderia pensar que poderia ter um corpo de Beyoncé, e sair por aí conquistando corações.

Outra guerra mental, outra disputa interna. O que fazer? Não consigo me aceitar como sou, nem posso mudar, pois estaria contra meus próprios princípios. Mais uma ficha cai, ou sei lá qual a gíria atual para isso,  então decidi: EU POSSO FAZER O QUE EU QUISER.  O corpo é meu. E se ninguém está pagando minhas contas, porque eu deveria dar satisfações?

Então, você, que está aí pensando se deve ou não ter um filho, pintar o cabelo, usar aquela mini saia. Faça o que você quer! Não deixe que ninguém diga o que pode ou não fazer…

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