Empresa lança bonecos de pelúcia inspirados em personagens de terror

A empresa Funko, lançou uma nova linha de brinquedos inspirados em personagens de filmes de terror.

A coleção se chama ‘Horror Plushies’, os bonecos são de pelúcia. Veja a fotos dos bonecos:

 

“Alguns personagens de terror podem te dá pesadelos ou persegui-lo ao redor do bairro, mas isso não acontecerá. Eles são horrivelmente fofos! Freddy Krueger, Jason Voorhees, Michael Myers e Pennywise agora estão se juntando à linha ‘Horror Plushies’.”

Os bonecos você encontra no site da empresa Funko e estarão disponíveis para a venda a partir de setembro.

Repost – A Hora do Medo

O melhor do Terror vem por aí

Fiquei um tempo ocupada com outras coisas e adivinhem, váaaarios teasers saíram e eu tive overdose de ansiedade. Então decidi reunir os últimos trailers que mais me animaram em um post só para que vocês tenham overdose assim como eu tive.

American Horror Story

The Walking Dead

Stranger Things

The Exorcist

 

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Tudo isso sem contar a segunda temporada de The Exorcist que será lançada. O canal FX, divulgou que a segunda temporada da série estreia dia 29 de setembro no Brasil, no mesmo dia que nos EUA.

A segunda temporada da série, traz o Padre Tomás Ortega (Alfonso Herrera) e Marcus Keane (Ben Daniels), que acabam de deixar os hábitos, saem de Chicago e vão em busca do mal. Cruzando o Atlântico, o Padre Bennett (Kurt Egyiawan) tenta se desvencilhar daqueles que dentro do Vaticano se voltaram contra Deus.
Finalmente, Tomás e Marcus são levados até Andrew Kim (John Cho), um ex-psicólogo infantil que dirige uma casa de criança, em uma isolada ilha privada de frente para a costa de Seattle. Quando uma das crianças sob o cuidado de Andrew é atacado por uma força poderosa, Tomas e Marcus se dirigem até o oeste, colocando-se novamente em um caminho que irá se colidir com o inferno.

É ou não é para ficar ansiosa? Pois bem já tenho o que fazer o resto do ano, agora é só me preparar. Risos.

 

Gostosas, Lindas, Sexies e EMPODERADAS… SQN

Assisti ao filme Gostosas, Lindas & Sexies e vim aqui falar um pouco sobre essa obra e discutir o verdadeiro empoderamento feminino plus-size. O filme conta a historia de quatro mulheres acima do peso, que tem problemas de relacionamento, família, trabalho e etc. Beatriz (Carolinie Figueiredo), Tânia (Lyv Ziese), Ivone (Cacau Protásio) e Marilu (Mariana Xavier) são amigas inseparáveis. que passam por uma reviravolta na vida.

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Tenho de ser sincera, achei que o filme seria muito mais legal, principalmente pela maravilhosa Cacau Protásio que eu AMO e admiro. Mas, infelizmente, o filme foi uma nota 5. Tem momentos muito engraçados e bons, mas também alguns que são muito manjados e meio sem cabeça. Por exemplo o inicio do filme, eu esperava algo mais Pense como Eles, algo que desse introdução a cada personagem, mas ficou com aquela enrolação para a festa e eu não entendi nada.  Sem contar o susto que levei com a geladeira falante, que ninguém me disse que era a geladeira e eu pensei que era o estômago da Beatriz.

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Tirando os problemas de continuidade, verdadeiro erro de edição, vamos falar sobre o falso empoderamento vendido no filme, você assiste ao trailer, acha que vai ser de fato um filme que empodere as gordinhas do Brasil, mas não vê nada fora do padrão, tirando as medidas das atrizes. Como li a critica do site Adoro Cinema, vou colocar aqui algo que concordo em número, gênero e grau:

O filme apresenta uma aura moderninha, com mulheres que rompem com o padrão de beleza e se mostram pessoas com personalidade, independentes, que lidam normalmente com o sexo e o álcool. Infelizmente, no entanto, o roteiro escrito por Vinícius Marquez perde a chance de investir de fato na história de empoderamento que aparentemente parecia querer contar. Ao invés disso, promove uma trama extremamente quadrada ao ponto de julgar suas protagonistas.

A primeira é uma jornalista de uma revista importante e que, nas horas vagas, dedica seu tempo ao seu “blog de gordinhas”. Ivone lidera uma grande franquia de salões de beleza, enquanto que Tânia tenta a sorte como atriz, em meio a um casamento fracassado. Marilu pula de emprego a emprego, e possui um grande segredo.

Também é extremamente moralista ao colocar uma mulher dançando embriagada numa festa para na sequência colocá-la dizendo que estava agindo como uma “vadia alucinada”. Sem contar que num filme sobre amizade, é irreal que uma mulher faça algo de anormal numa festa sem que nenhuma das amigas – estavam todas lá – venha a sua ajuda.

Chega ao ponto de colocar uma de suas protagonistas largando tudo para seguir o sonho do parceiro. Em outro foco, mostra uma mulher cedendo aos “encantos” do agressor, traz outra que deixa um casamento e rapidamente embarca em outra relação e, por fim, apresenta uma mulher com um quarto misterioso e envergonhada por uma prática pra lá de inofensiva.

É maravilhoso ver um filme estrelado por quatro mulheres. É péssimo ver um filme estrelado por quatro mulheres que passam praticamente o tempo todo falando de homens e de suas relações. Se ao mesmo tempo, o longa parece promover a diversidade, ele também se revela bastante preconceituoso. Em determinado momento, a editora da revista em que Beatriz trabalha pede que ela faça uma matéria em uma aldeia de índios para descobrir o motivo dos índios serem gordos mesmo se alimentando de produtos naturais. Chega ao ponto de falar em “panças silvícolas” e “índias de peitos caídos”. Ainda traz um amigo gay que é o máximo dos clichês de gays no cinema. Exagerado, estridente e tratado como “ela”. Ah, um detalhe. O amigo gay é uma geladeira falante.

Destaquei alguns pontos dos quais eu mais concordo, primeiramente o fato de uma mulher bêbada dançar “sensualmente”, galera pelo amor de Deus, ou sei lá o que vocês achem supremo. TODO MUNDO pode beber e dar vexame, isso não é vergonha nenhuma. Quem nunca tomou um porre não sabe o que é viver. Eu sou defensora sim da pessoa saber se divertir ter limites e etc. Eu mesmo tento muito seguir isso e quando acho que não devo beber, não bebo. Mas ela não bebeu por que quis, foi drogada. E pior ficou se julgando como a pior pessoa do mundo, alou mundo, precisamos parar de nos culpar. Isso é normal.

Largar tudo e seguir o parceiro, se apaixonar pelo agressor, vergonhas desnecessárias… nem preciso falar, né? Não acho feio quem larga tudo e vai viver um amor, mas acho que isso precisa ser uma decisão dos dois, e não um cobrando do outro. Ah Nathalia, mas porque você tá falando disso, porque existem mulheres que ainda acham que precisam agradar seus companheiros, eu mesma me pego as vezes pensando isso. Precisamos respeitar nossos companheiros, assim como ele também nos deve respeito, por isso achei errada a traição, mas largar tudo por que ele quer, ou ter filhos porque ele quer, sair do emprego, mudar de emprego, cortar cabelo, trocar de roupa… emfim, fazer qualquer coisa apenas porque ele quer, ou pediu, ou falou que seria mais feliz se… ah não, aqui não.

Se apaixonar pelo agressor, Síndrome de Estocolmo? Pessoal o que ele fez foi mais do que sequestro ele a embebedou para ter relações sexuais. Por favor, vamos com calma nos exemplos usados em filmes. Por fim a vergonha absurda de pintos, nem tenho palavras para isso, simplesmente inaceitável.

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Mulheres não passam o tempo todo falando de homens, apesar de algumas acharem realmente que é isso que move nossas vidas, nós mulheres feministas sabemos que a vida não se resume a ter um companheiro. Ou uma relação. E ver este tipo de pensamento se estendendo em filmes tão “moderninhos” me dá medo. Eles querem manipular até nossa luta por direitos.

Hoje mesmo fiz uma pesquisa, despretensiosa, por frases feministas e cheguei a um marasmo de coisas totalmente inúteis e que acabam com o verdadeiro movimento. São frases do tipo:

Mulher não trai, mulher se adianta!

Homens são todos iguais, só mudam de nome e endereço.

O homem é o rascunho e a mulher é a experiência bem sucedida. Por isso o homem veio primeiro.

Quanto mais lindo, mais babaca.

Pra homem infantil a gente dá Mucilon e não moral.

Mulher que se valoriza, mostra mais o sorriso que a bunda.

Para mim, a ultima é a pior, porque além de ser machista ela coloca a mulher contra ela mesma. Temos de nos unir e nos vermos como irmãs e mais do que isso, Feminismo é a igualdade dos gêneros. E não a exaltação da mulher perante o homem. Enfim, esse falso feminismo é que destrói o conceito da luta e dá gás para que as mulheres sejam “livres” como as personagens do filme.

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Sobre o empoderamento plus-size, encontrei um blog não faz muito tempo e tava esperando para falar sobre ele. Rudz é o blog da Danielle Rudziavicia de Moraes, Biomédica formada e nos últimos anos atuou na área de dermatologia e estética, se dedicando à beleza e à saúde, período em que descobriu que gosta mais do que imagina de maquiagem, cosméticos e moda. Ela tem muitos textos sobre autoestima, valorização e plus-size. Em um dos textos ela diz:

Danielle-Rudz-1.jpgAntes eu desejava usar uma roupa da moda, uma peça de tendência e era obrigada a usar roupas feitas para minha mãe e minha avó! O movimento Plus trouxe inovação, me ajudando também a me libertar de correntes pesadas que me atormentavam sem mesmo eu nem perceber!

Falta ainda um caminho a percorrer. No movimento Plus Size, na moda Plus Size, em mim mesma, no Blog. Mas estou certa de que farei uma reflexão mais leve e terei uma percepção maior do que quero e preciso de verdade para ser feliz!

Isso é ‘Empoderamento Feminino Plus Size!

 

Pois bem, nada como ver o verdadeiro empoderamento, mas se você acha que eu exagerei assiste o trailer e decida se vale a pena ou não assistir.

Data de lançamento 20 de abril de 2017 (1h 50min)
Direção: Ernani Nunes
Elenco: Cacau Protásio, Lyv Ziese, Mariana Xavier mais
Gênero Comédia
Nacionalidade Brasil
Sinopse
No Rio de Janeiro vivem quatro grandes e inseparáveis amigas: Beatriz, Tânia, Ivone e Marilu. Elas vestem manequim plus size e enfrentam todas as aventuras e desencontros amorosos e profissionais que quatro jovens mulheres podem enfrentar na capital carioca, (quase) sempre de bom humor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FRIDA KAHLO: Ícone feminino

No ultimo dia 6, se estivesse viva Frida Kahlo faria 110 anos, em muitos blogs sairam alguns posts sobre ela, como eu me esqueci, vim aqui agora falar sobre ela, diva, ícone do feminismo. Achei esse vídeo rapidinho que nos dá uma ideia de quem foi Frida.

Para saber mais, achei este post tão completo que decidi dar um Repost. Frida Kahlo em estampas de bolsas, T-shirts e vestidos, em quadros, fantasias, editoriais de moda… Frida por todo o canto! Que lindo ver essa mulher maravilhosa, ícone do feminismo, ganhando cada vez mais visibilidade, mesmo após 62 anos de sua morte.

Mas, sabe, de fato, quem foi ela? Sua biografia, obras ou ideais? Vos apresento, Frida Kahlo!

FRIDA KAHLO: BIOGRAFIA e obras

foto-frida-kahlo-533x800.gifFrida Kahlo nasceu no México, em 6 de julho de 1907 e faleceu em 13 de julho de 1954. Em seus 47 anos de vida, foi pintora e militante do partido comunista mexicano. Sofreu muito e foi na pintura que encontrou o refúgio para sua história tão amarga.

Aos 18 anos passou por um acidente que lhe resultou no rompimento da sua coluna em três lugares, além de vários ossos fraturados e hemorragia. Frida ficou meses entre a vida e a morte no hospital, passando por diversas cirurgias para reconstruir seu corpo.

Além disso, passou muito tempo de cama em casa, engessada, com mobilidade inexistente/limitada. Embora seu pai fosse pintor, foi só nesse momento em que Frida começou a pintar (usando as tintas do pai e um cavalete adaptado à cama que ganhou dele).

Aos 22 anos, conheceu Diego Rivera, um muralista, com quem se casou e teve um casamento de 25 anos, tumultuado pelas personalidades fortes dos dois e principalmente pelo comportamento infiel e abusivo de Rivera (que a traía com sua irmã mais nova e outras mulheres). Frida também sofreu com abortos devido às sequelas de seu acidente.

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Essas dores, principalmente as da alma, são temas constantes nas pinturas de Frida. Seus quadros, embora surrealistas, contam muito da sua realidade e representam todo o sofrimento pelo qual passou.

Algumas obras de Frida Kahlo

Suas obras tiveram grande reconhecimento internacional ainda quando a artista estava viva. É uma das pintoras mais prestigiadas do mercado internacional de arte. A artista fazia nas telas autorretratos, cheios de signos e símbolos, que revelavam momentos da sua vida e sentimentos da sua alma.

“Eu pinto-me porque sou o assunto que conheço melhor” – Frida Kahlo

1 – FRIDA E DIEGO(1931)

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2 – HOSPITAL HENRY FORD OU A CAMA VOADORA (1932)

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3 – As Duas Fridas (1939)

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4 – A coluna partida (1944)

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Frida Kahlo, símbolo feminista: Por que?

Frida não pintava sobre o feminismo em si.  Durante muito tempo desempenhou o tradicional papel da mulher submissa, casada e do lar, vivendo à sombra do marido, sem dedicar-se à carreira como pintora talentosa que era. Aguentou as traições de Rivera, divorciando-se mas voltando a casar-se com ele.

Por que Frida se tornou um símbolo feminista e de liberdade, então? Por diversos motivos:

1 – Frida quebrou tabus

Exótica e excêntrica, Frida Kalho quebrou tabus contrariando a expectativa da família, da sua mãe mais especificamente, casando com Diego, um homem de ideal político, religião e estética diferentes do esperado por essa.

Aliás, desde nova Frida gostava de quebrar tabus. Essa é uma fotografia dela com a família em que já se pode perceber sua genialidade forte e marcante. Ela apareceu vestindo um traje masculino para fotografar e manteve uma postura completamente diferente das que as mulheres assumiam na época.

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Frida também era bissexual. Depois das traições de Rivera, principalmente, ela passou a ter relações extraconjugais com mulheres. Diego tinha conhecimento e aceitava.

2 – Não se importava com padrões estéticos

Frida Kahlo é extremamente conhecida por sua “monocelha” e por seus pelos salientes no busso. Além disso, ela não tinha o corpo saudável e idealizado pela sociedade na época. Ela não se encaixava nos padrões estéticos, sabia disso e não fazia questão alguma de se encaixar!

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Recordo vagamente, sem informações sobre a fonte, do relato de uma mãe: sua filha nasceu com bastante pelos e sofria na escola com as brincadeiras dos coleguinhas por causa de suas sobrancelhas e busso. Ela pedia à mãe, desde muito novinha, para se depilar. A mãe, ao invés de simplesmente incutir na filha a obrigação e o peso do padrão estético que nos é imposto desde muito novas, apresentou a ela Frida Kahlo, suas sobrancelhas e seu trabalho incrível.

Resultado: a menina passou a se inspirar na artista e a se autoafirmar e se valorizar com a identificação que teve com a pintora. Representatividade importa! E Frida foi inspiradora e crucial na vida dessa criança. Não é lindo esse empoderamento?

3 – A vestimenta Tehuana de frida

Frida tinha uma vestimenta tehuana, típica de mulheres mexicanas que carregavam a reputação por sua independência econômica e pessoal. Mesmo nas suas viagens para outros países, onde sua vestimenta era exótica, ela manteve sua expressão identitária através das roupas.

Imagem: Pinterest
Imagem: Pinterest

4 – destacou-se no meio artístico como reconhecida pintora

Ainda enfrentamos extrema dificuldade em nos destacarmos no mercado profissional, devido à desigualdade com que os gêneros são tratados. Homens recebem mais do uma mulher no mesmo cargo e com a mesma qualificação. Agora, imagine na época de Frida!

Ainda assim, a artista conquistou o seu espaço e destacou-se em seu meio, em que o trabalho de homens era mais valorizado e, naturalmente, prevalecia. Muito da visibilidade das obras de Frida foi reflexo do esforço/apoio das feministas da segunda onda feminista (entre os anos de 60 e 70) em divulgar seu trabalho.

O interessante é que, mesmo sendo reconhecida e renomada pintora, Frida não alcançou uma representatividade tão grande comparando aos homens. E esse nada mais é do que um reflexo do machismo também no mundo das artes.

Viva, Frida, em todas nós!

VIVA, FRIDA! Viva em mim, na menina que não atende ao padrão estético e na mulher que não pode ser mãe ou simplesmente não o quer. Viva na mulher que precisa enfrentar um mercado de trabalho que valoriza mais o homem e na mulher que ama e se relaciona também com outras mulheres.

Viva naquelas que não têm o corpo saudável, que possuem limitações físicas mas mesmo assim se superam dia a dia. Viva na mulher, que além de sofrer por isso, sofre por ser negra. Viva, Frida, em todas nós com tua força, audácia e paixão!

Como Ser Solteira – Um filme que todas solteiras deveriam assistir

Acabo de assistir ao filme Como Ser Solteira (2016) e vim aqui falar um pouco sobre o que achei. Aliás, ultimamente tenho assistido a alguns filmes assim, para ver se saio da minha zona de conforto.

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Sempre fui viciada em filmes de terror e dramas, terror para rir e drama pra entender que minha vida é ótima e não tenho do que reclamar. Odiava filmes de “amorzinho” como eu chamo os Romances, mas eu comecei a assistir alguns, depois que minha psicologa disse que eu deveria assistir. Não é que eu nunca assisti, eu até tenho um filme romântico preferido PS. Eu Te Amo, mas hoje vou falar sobre a comédia romântica, Como Ser Solteira.

O longa conta a história de Alice (Dakota Johnson), uma garota que passou toda a faculdade namorando o mesmo cara e decide terminar para ter certeza de que é realmente ele que ela quer. Depois de algumas noites de baladas e noites de sexo ela decide voltar com o ex, mas ele já está com outra e ela está de fato solteira, mas dessa vez obrigada.

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Cheio de clichês o filme tem alguns pontos interessantes, colocar a melhor amiga da protagonista, Robin (Rebel Wilson), como uma mulher plus size e muito segura de si, é uma delas. Claro que tem o clichê da mulher MUITO bem sucedida e que não quer ter filhos e no fim acaba querendo. Enfim, são coisas que já vimos e vemos em muitos filmes.

Enquanto está solteira Alice tem encontros com o ex e mais dois gatos, sabemos garotas o mundo não está tão fácil assim. E realmente como na vida real, todos tem seus problemas e nada de Mark Darcy para nós, Bridget Jones.

Na verdade, Alice quer ficar sozinha, mas não sabe como fazer isso e anda a cada dia a procura de um amor, isso achei muito legal. Porque eu estou em uma fase de que quero ficar sozinha e apesar disso estou a todo momento achando que vou encontrar o amor da minha vida. Isso é ridículo e como Robin mesmo fala no filme, que Alice se perde em “pintos movediços” quando encontra um cara ela esquece quem ela é e vive apenas a relação. Eu me vi no lugar dela, porque eu sempre me anulo em uma relação e a ‘solteirice’ é o melhor momento para se conhecer e realizar os próprios sonhos. Esse é o momento de nos sentirmos plenas, sem dar satisfação a ninguém e achar sua identidade.

Outra coisa interessante, o filme fala também de relacionamento online e como uma pessoa pode ficar paranoica achando que lá é que está o cara dos seus sonhos. Assim como também retrata a mulher louca para arranjar alguém, casar e ter filhos.

Por fim, acho que vale a pena assistir ao filme. É uma boa introspecção para quem está solteira e quer continuar assim, como eu. E também dá pra dar umas risadas.

Data de lançamento: 25 de fevereiro de 2016 (1h 50min)
Direção: Christian Ditter
Elenco: Dakota Johnson, Rebel Wilson, Leslie Mann mais
Gênero Comédia
Nacionalidade: EUA
Sinopse
Alice (Dakota Johnson) acabou de sair de um relacionamento e não sabe muito bem como agir sem outra metade. Para sua sorte, ela tem uma animada amiga (Rebel Wilson) especialista na vida noturna de Nova York, que passa a ensiná-la como ser solteira.

6  TED Talks poderosas sobre saúde mental

Eu ouvi pela primeira vez sobre TED Talks na faculdade, me lembro que em uma aula de diversidade cultural uma professora colocou o famoso discurso de Chimamanda Ngozi Adichie –  Todos Devemos ser Feministas. Desde então fiquei fascinada e intrigada pelos vários tópicos e apresentadores incríveis.

Atualmente o TED Talk  está muito mais forte. Fundada em 1984 como conferência, a TED Talk representa tecnologia, educação e design.  Nos últimos meses, encontrei algumas conversas impressionantes sobre ansiedade, depressão e saúde mental em geral. E decidi colocá-los aqui para quem sabe ajudar vocês também.

Sinta-se à vontade para compartilhar outros TED Talks que você achou incrível também nos comentários.

Vamos para a lista!

A maioria está em inglês, mas existe tradutor automático.

Walking on Custard: como a física ajuda seres humanos ansiosos | Neil Hughes | TEDxLeamingtonSpa

Neil fica certo sobre a ansiedade e explica como a palavra “ansiedade” em si é um espectro mais amplo do que a forma como é usado. A ansiedade pode ser usada para descrever o nervosismo em torno de um próximo exame ou também pode explicar o sentimento debilitante de não poder sair da casa. Em menos de 15 minutos, Neil vai fazer você rir e sentir-se realmente inspirado em encontrar seu próprio terreno sólido.

 

Como praticar primeiros socorros emocionais | Guy Winch | TED Talks

Guy descreve como a solidão pode nos fazer acreditar que os outros que nos rodeiam não se preocupam com nós tanto quanto eles realmente fazem. Muitas vezes, vamos ao médico quando temos dores físicas, mas tendemos a ignorar a dor, a culpa e a solidão emocionais. Ao encorajar os outros a praticar a higiene emocional, Guy nos inspira a cuidar dos nossos sentimentos, como se houvesse alguma doença física.

 

Ficando preso nos aspectos negativos (e como se soltar) | Alison Ledgerwood | TEDxUCDavis

Alison nos fala sobre porque nossas mentes naturalmente ficam presas no negativo. Uma vez que consideramos algo como uma perda, é muito mais difícil convertê-lo em um positivo. Ouvir a ciência por trás de nosso viés de negatividade pode ser reconfortante, sabendo que você não está sozinho, se você se sentiu dessa maneira. Alison lembra-nos que ver a vida de forma positiva pode levar um pouco mais de esforço e oferece algumas maneiras de fazer isso diariamente para mudar as formas em que nossas mentes reagem.

 

Kelly McGonigal: Como fazer do stress seu amigo

Kelly explica poderosamente como mudar a forma como vemos o estresse pode mudar drasticamente a forma como ele afeta nossas vidas.

O Poder da Vulnerabilidade | Brené Brown | TED Talks

Brené fala sobre como a vergonha e a vulnerabilidade são uma parte importante da conexão e o desenvolvimento de uma base de amor e apoio. Quando as pessoas abraçam completamente o que os torna vulneráveis, eles conseguiram se sentir mais corajosos, bonitos e dignos em suas próprias vidas. Uma conversa inspiradora que você deseja compartilhar com os outros.

Depressão, o segredo que compartilhamos | Andrew Solomon | TED Talks

A descrição de Andrew e a conta da depressão ressoam profundamente dentro de mim e é uma conversa importante para assistir se você já experimentou depressão ou deseja saber como é para alguém que tem. Abaixo eu incluí algumas citações de sua palestra que são precisas e profundas.

“E uma das coisas que muitas vezes se perde nas discussões sobre a depressão é que é ridículo, você sabe que é ridículo enquanto você está experimentando. Você sabe que a maioria das pessoas consegue ouvir suas mensagens e comer e organizar-se para tomar uma Duche e saia da porta da frente e que não é um grande problema. No entanto, você não tem menos em sua garganta, você não consegue descobrir qualquer maneira de contorná-lo. E então você começa a se encontrar fazendo menos, pensando menos e Sentindo menos …

“É a sensação de ter medo o tempo todo, mas nem mesmo saber o que você tem medo”.

 

Fonte: Sarah Rose Coaching

Malu Moletom

Gente, nem acredito que demorei mais de um ano para ver essa animação linda!

Eu assisti Malu Moletom essa semana e decidi procurar na internet mais sobre o curta, adivinha esse vídeo é da campanha do ano passado, mas como achei bonitinho e estamos em pleno inverno tá aí, para quem quiser ver.

 

 

A animação a Malu Moletom conta a história de uma menininha linda que muda a vida de uma cidade inteira. A ideia foi da agência Lew’Lara\TBWA  que assina a criação da campanha publicitária.

Aqui estão as coisas mais assustadoras que chegam a Netflix em julho

Se você vai estar de férias em Julho, ou só quer ter o que assistir nos fins de semana aproveite a lista a seguir. Alias, se é fã de terror, aproveite MUITO as dicas de estreias na Netflix.

Here Alone

Um ano depois de uma epidemia no ar soltar a população mundial, uma jovem está lutando para sobreviver na floresta. Quando ela se depara com outros dois sobreviventes, ela deve decidir se pode confiar neles ao confrontar seu passado e tentar ficar viva.

Taking Lives

Angelina Jolie estrela como agente do FBI Illeana Scott, que está rastreando um assassino em série no Canadá. O assassino personifica suas vítimas e chamou a atenção da polícia, que trouxe Scott (Jolie) para investigar. Ela acaba fazendo amizade com um comerciante de arte que testemunhou os crimes, e seu relacionamento se torna crucial em sua busca pelo assassino.

The Void

Depois de perseguir uma figura encharcada de sangue que ele vê atravessando uma estrada escura, um policial está preso em um hospital que hospeda vários pacientes e pessoais que se tornam algo desumano. Ele deve tentar escapar do hospital, que é um portal para algo muito pior, antes que seja tarde demais.

The Invisible Guest

Quando o corpo de seu amante é encontrado ao seu lado em um quarto de hotel fechado, um jovem empresário e um advogado de prestígio devem trabalhar juntos para provar sua inocência e descobrir o que aconteceu exatamente.

Delicatessen

Situado na França pós-apocalíptica, um senhorio publica anúncios para handymen apenas para embalá-los como uma fonte de comida barata para seus inquilinos. As complicações surgem quando o último contratado (e a vítima em questão) se apaixona por sua filha.

Dark Night

Com base no assassinato de 2012 Aurora, CO, Dark Night conta a vida de 6 estranhos que estão presos em um teatro durante um tiroteio.

IZOMBIE – SEASON 3

Liv descobriu que há mais zumbis que moram em Seattle do que pensava originalmente. Ela também descobre que um empreiteiro militar privado está empregando um “exército de zumbis” para o dia em que os humanos aprendem que os zumbis altamente contagiosos estão vivendo entre eles. Depois de ser exonerado pelos crimes do Caos Killer, os principais terrenos trabalham. Mas toda a equipe pede risco de ser descoberta pelo que realmente são.

Territories

Cinco amigos que retornam do Canadá depois que um casamento são interrompidos pela patrulha da fronteira. A patrulha da fronteira os mantém refém e as coisas se tornam um pesadelo horrível.

Fica Comigo e a “obsessão feminina” depois de um fora

Assisti ao novo filme original da Netflix, Fica Comigo, e vim aqui falar o que achei da trama, que inicia sem graça mas vai te cativando com o tempo. O longa conta a história de Alison (Halston Sage) e Tyler (Taylor John Smith), que estão juntos há um bom tempo. Em uma festa, a aparição de um ex-namorado de Ali causa uma terrível briga entre os dois, e no calor do momento, rompem o relacionamento. Então aparece Holly (Bella Thorne) que após uma noite de sexo com Tyler fica obcecada pelo jovem e acaba tornando a vida dele e de quem o rodeia insuportável.

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Dirigido por Brent Bonacorso (The Narrow World), o filme conta com uma história muito comum, o tipo de clichê utilizado por alguns diretores e produtoras. Alison uma menina com um passado escondido que mudou de cidade para mudar de vida. Tyler apaixonado pela namorada e inseguro com a relação e a vida.

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Além disso, Tyler é machista e bem babaca na maior parte do tempo. O fato de ter brigado com a namorada por causa de seu passado promíscuo e agredir Holly, quando ela insiste em ter um relacionamento com ele, só o fez perder pontos. Sem contar que todo esse drama poderia ter sido resolvido se ele, ao reconciliar, estivesse sido sincero. Mas enfim, é o roteiro de um filme então teve de ser assim.

Apesar dos clichês, muitas cenas me lembraram alguns filmes de suspense e terror e no final das contas a psicopata salva a trama. As mudanças de humor de Holly deixa o espectador aflito. Pois ao mesmo tempo que ela é doce e gentil, parece que a qualquer momento ela vai matar alguém. E não se contenta em terminar com o namoro do jovem, mas também o faz ser expulso da escola e ameaça a vida da ex-namorada dele, Alisson.

O que achei desapontador sobre o filme é o clichê da mulher se tornar a louca depois de ser rejeitada. Já não basta o mundo machista dizer isso da gente? Os filmes também precisam?

 

É exatamente como no filme Obsessiva com a diva Beyoncé ou no novo filme com Katherine Heigl , Paixão Obsessiva. A amante, a ex, ou aquela que não teve nada mas quer ter e surta só para ter o cara com ela. É ridículo, e quando pensamos melhor a realidade é outra. Ao contrário do que vemos nesse filme, os crimes passionais, ou seja crimes motivados pela paixão. Normalmente essa paixão é tão doentia, violenta e irreprimível, que provoca a perda do controle das ações do seu autor.

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Este tipo de crime é a maior causa de assassinatos de mulheres,  segundo o Mapa da Violência 2015, 50,3% das mortes violentas de mulheres no Brasil são cometidas por familiares. Desse total, 33,2% são parceiros ou ex-parceiros. Os crimes cometidos contra as mulheres é conhecido como feminicídio.

“O feminicídio é a instância última de controle da mulher pelo homem: o controle da vida e da morte. Ele se expressa como afirmação irrestrita de posse, igualando a mulher a um objeto, quando cometido por parceiro ou ex-parceiro; como subjugação da intimidade e da sexualidade da mulher, por meio da violência sexual associada ao assassinato; como destruição da identidade da mulher, pela mutilação ou desfiguração de seu corpo; como aviltamento da dignidade da mulher, submetendo-a a tortura ou a tratamento cruel ou degradante.”,
Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher (Relatório Final, CPMI-VCM, 2013)

Com uma taxa de 4,8 assassinatos em 100 mil mulheres, o Brasil está entre os países com maior índice de homicídios femininos: ocupa a quinta posição em um ranking de 83 nações, segundo dados do Mapa da Violência 2015 (Cebela/Flacso).

Trata-se de um problema global, que se apresenta com poucas variações em diferentes sociedades e culturas e se caracteriza como crime de gênero ao carregar traços como ódio, que exige a destruição da vítima, e também pode ser combinado com as práticas da violência sexual, tortura e/ou mutilação da vítima antes ou depois do assassinato.

Mas essa violência se inicia com um simples comportamento possessivo, jogos de controle, violência, ciúmes, abstinência sexual e frieza emocional, ou seja, são os casos clássicos de relacionamentos abusivos. Por isso, acredito que antes de fazer mais um filme como esse tema e mostra a mulher como louca, obcecada e que não pode ficar sem determinado homem. É preciso discutir o feminicídio, o relacionamento abusivo e a violência contra a mulher. Que é a nossa realidade.

E se você ficou em duvida sobre o que é, ou se está em um relacionamento abusivo, a seguir estão dez sinais de uma pessoa abusiva:

1. Ciúmes e possessividade – É ciumento/a de sua família, de seus amigos, e colegas de trabalho. Tenta isolar você. Um homem abusivo vê as mulheres e suas crianças como sua propriedade em vez de indivíduos únicos. Acusa você, sem razão, de traição ou de flertar com outros homens. Pergunta onde você estava e com quem estava de uma maneira acusadora.

2. Controle – uma pessoa abusiva exige abertamente que seu tempo e você sejam o centro de sua atenção. A pessoa controla as finanças, o carro, e as atividades que praticam juntos. Torna-se raivoso/a quando você começa a mostrar sinais de independência ou força.

3. Superioridade – a pessoa abusiva sempre está certa, tem que ganhar sempre ou estar no comando. Ela sempre justifica suas ações de modo a estar sempre “certa” para você e os outros. Um abusador/agressor irá falar de cima para baixo com você e te xingará, a fim de sentir-se melhor. O alvo dele é fazer você sentir-se fraca/o de modo que ele/ela possa ter poder. Abusadores são frequentemente inseguros e seu poder faz com que se sintam melhor a respeito de si mesmos.

4. Manipulação – o abusador/agressor lhe diz que você é louca/o ou estúpida/o de modo que a culpa caia sobre você. Ele tenta fazer você pensar que o que ele/ela faz é sua culpa. Diz que não pode fazer nada quanto a ser abusivo de modo que você sinta a pena dele e continue tentando ajudá-lo. Mas diz aos outros que você é instável.

5. Mudanças de humor – o seu humor muda de agressivo e abusivo para uma aparência humilde, desculpando-se e tornando-se amoroso/a depois que o abuso aconteceu.

6. Suas ações não correspondem a suas palavras – ele/a quebra promessas, diz que ama você e depois abusa de você.

7. Pune você – uma pessoa abusiva emocionalmente pode privar você de sexo, de intimidade emocional, ou joga um jogo silencioso como punição quando ele/ela não consegue as coisas do seu jeito.

8. Não quer procurar ajuda – o agressor não pensa que alguma coisa está errada com ele então porque ele precisa de ajuda? Ele não reconhece suas faltas ou culpa sua infância e circunstâncias exteriores.

9. Desrespeita as mulheres – o homem agressor demonstra falta de respeito em relação a sua mãe, irmãs, ou qualquer mulher em sua vida. Pensa que as mulheres são estúpidas e sem valor.

10. O homem agressor muitas vezes tem uma história de abuso a mulheres, ou a animais, ou foi abusado ele mesmo – Agressores físicos repetem seu padrão e procuram pessoas que são submissas e possam ser controladas. O comportamento abusivo pode ser uma disfunção geracional e pessoas que sofreram abuso têm uma grande chance de se tornar agressores. Homens que abusam de animais são mais capazes de abusar de mulheres também.

Fonte: SOS Mulher e Família e Agência Patricia Galvão

Voltando ao filme, se ficou curioso, assista o trailer e decida se vale a pena assistir.

E não esquece de voltar e dizer o que achou.

 

 

 

 

Lion- Uma Jornada para Casa

Assisti ao maravilhoso filme Lion- Uma Jornada para Casa, disponível na Netflix, e vim aqui hoje falar sobre ele. O longa conta a história real de um indiano, Saroo Brierley, que aos cinco anos de idade se perde de seu irmão mais novo em uma estação de trem e acaba em Calcutá, a terceira maior cidade da Índia, passa por diversas situações até que 25 anos depois tenta reencontrar a sua família. Um relato autobiográfico de suas experiências, A Long Way Home, foi publicado em 2014 e só ano passado foi adaptado para o cinema.

Data de lançamento: 16 de fevereiro de 2017 (1h 58min)
Direção: Garth Davis
Elenco: Dev Patel, Rooney Mara, Nicole Kidman mais
Gêneros: Biografia, Drama, Aventura
Nacionalidades: EUA, Austrália, Reino Unido
Sinopse:
Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

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O filme emociona qualquer um, não só pela história, mas também pela incrível interpretação do ator mirim indiano Sunny Pawar que interpreta personagem Saroo aos 5 anos.  Calcutá tem milhares de meninos de rua pedintes nos bairros de periferia. Por isso, Saroo incapaz de ler, escrever e entender a língua falada na cidade começa a viver na rua.

Eu como emotiva que sou, chorei muito com as cenas do pequeno Saroo passando fome, frio e sozinho sem saber o que fazer. Fiquei pensando em como uma criança, tão pequena, pôde sobreviver nessa situação. Principalmente ao ver os perigos que ele escapou já muito jovem, abuso infantil, agressões, morte, entre outros.

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Já adulto, percebi a angustia de uma pessoa não saber sua origem, em uma reunião entre amigos Saroo se emociona ao ver uma comida que quando criança não podia comer, e se sente perdido, como na primeira vez aos cinco anos em Calcutá. A partir daí, ele decide, através do Google Earth encontrar seu verdadeiro lar.

Ao descobrir de onde realmente era ele viaja para  Khandwa e encontrou sua casa no bairro de Ganesh Talai. Mas não era o que imaginava, ela parecia abandonada.
Mas sua mãe havia mudado e uma das pessoas o leva até ela, Saroo não a reconheceu, mas disse em entrevista: “A última vez que eu a tinha visto, ela tinha 34 anos, era jovem e muito bonita. Eu tinha esquecido o impacto do tempo. Mas a estrutura facial era a mesma e eu disse: ‘Sim, é minha mãe'”.

Infelizmente, nesse reencontro, Saroo soube que seu irmão Guddu também não tinha voltado para casa. Ele havia sumido no mesmo dia que ele, e, um mês depois, o encontraram  morto nos trilhos da ferrovia. Nunca se soube foi um crime ou um acidente.

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No geral é uma história feliz, de um garoto que se perde, passa por grandes adversidades, mas consegue encontrar amor em uma outra família e assim torna-se forte para encontrar suas origens. Este filme é um daqueles para você assistir quando não estiver se sentindo muito bem com sua vida e perceber que existem pessoas com problemas reais e que podemos superar nossas adversidades.

Se você já assistiu, diz aí o que achou. Se não, assista e volte aqui para comentar.