Lovesick a melhor – e mais sincera – série sobre relacionamentos

Hoje vou falar sobre o meu mais novo amor, a série que ganhou meu coração neste fim de semana e que se você, é assim como eu, gosta de séries de relacionamentos e vida adulta, também vai gostar. Lovesick é uma série britânica, anteriormente conhecida como Scrotal Recall (imagine um Recall depois de uma transa, sim é praticamente isso que este nome quis dar),  teve sua estréia nos EUA pela Netflix em 2015.

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Aqui estão as coisas mais assustadoras que chegam a Netflix em julho

Se você vai estar de férias em Julho, ou só quer ter o que assistir nos fins de semana aproveite a lista a seguir. Alias, se é fã de terror, aproveite MUITO as dicas de estreias na Netflix.

Here Alone

Um ano depois de uma epidemia no ar soltar a população mundial, uma jovem está lutando para sobreviver na floresta. Quando ela se depara com outros dois sobreviventes, ela deve decidir se pode confiar neles ao confrontar seu passado e tentar ficar viva.

Taking Lives

Angelina Jolie estrela como agente do FBI Illeana Scott, que está rastreando um assassino em série no Canadá. O assassino personifica suas vítimas e chamou a atenção da polícia, que trouxe Scott (Jolie) para investigar. Ela acaba fazendo amizade com um comerciante de arte que testemunhou os crimes, e seu relacionamento se torna crucial em sua busca pelo assassino.

The Void

Depois de perseguir uma figura encharcada de sangue que ele vê atravessando uma estrada escura, um policial está preso em um hospital que hospeda vários pacientes e pessoais que se tornam algo desumano. Ele deve tentar escapar do hospital, que é um portal para algo muito pior, antes que seja tarde demais.

The Invisible Guest

Quando o corpo de seu amante é encontrado ao seu lado em um quarto de hotel fechado, um jovem empresário e um advogado de prestígio devem trabalhar juntos para provar sua inocência e descobrir o que aconteceu exatamente.

Delicatessen

Situado na França pós-apocalíptica, um senhorio publica anúncios para handymen apenas para embalá-los como uma fonte de comida barata para seus inquilinos. As complicações surgem quando o último contratado (e a vítima em questão) se apaixona por sua filha.

Dark Night

Com base no assassinato de 2012 Aurora, CO, Dark Night conta a vida de 6 estranhos que estão presos em um teatro durante um tiroteio.

IZOMBIE – SEASON 3

Liv descobriu que há mais zumbis que moram em Seattle do que pensava originalmente. Ela também descobre que um empreiteiro militar privado está empregando um “exército de zumbis” para o dia em que os humanos aprendem que os zumbis altamente contagiosos estão vivendo entre eles. Depois de ser exonerado pelos crimes do Caos Killer, os principais terrenos trabalham. Mas toda a equipe pede risco de ser descoberta pelo que realmente são.

Territories

Cinco amigos que retornam do Canadá depois que um casamento são interrompidos pela patrulha da fronteira. A patrulha da fronteira os mantém refém e as coisas se tornam um pesadelo horrível.

Fica Comigo e a “obsessão feminina” depois de um fora

Assisti ao novo filme original da Netflix, Fica Comigo, e vim aqui falar o que achei da trama, que inicia sem graça mas vai te cativando com o tempo. O longa conta a história de Alison (Halston Sage) e Tyler (Taylor John Smith), que estão juntos há um bom tempo. Em uma festa, a aparição de um ex-namorado de Ali causa uma terrível briga entre os dois, e no calor do momento, rompem o relacionamento. Então aparece Holly (Bella Thorne) que após uma noite de sexo com Tyler fica obcecada pelo jovem e acaba tornando a vida dele e de quem o rodeia insuportável.

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Dirigido por Brent Bonacorso (The Narrow World), o filme conta com uma história muito comum, o tipo de clichê utilizado por alguns diretores e produtoras. Alison uma menina com um passado escondido que mudou de cidade para mudar de vida. Tyler apaixonado pela namorada e inseguro com a relação e a vida.

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Além disso, Tyler é machista e bem babaca na maior parte do tempo. O fato de ter brigado com a namorada por causa de seu passado promíscuo e agredir Holly, quando ela insiste em ter um relacionamento com ele, só o fez perder pontos. Sem contar que todo esse drama poderia ter sido resolvido se ele, ao reconciliar, estivesse sido sincero. Mas enfim, é o roteiro de um filme então teve de ser assim.

Apesar dos clichês, muitas cenas me lembraram alguns filmes de suspense e terror e no final das contas a psicopata salva a trama. As mudanças de humor de Holly deixa o espectador aflito. Pois ao mesmo tempo que ela é doce e gentil, parece que a qualquer momento ela vai matar alguém. E não se contenta em terminar com o namoro do jovem, mas também o faz ser expulso da escola e ameaça a vida da ex-namorada dele, Alisson.

O que achei desapontador sobre o filme é o clichê da mulher se tornar a louca depois de ser rejeitada. Já não basta o mundo machista dizer isso da gente? Os filmes também precisam?

 

É exatamente como no filme Obsessiva com a diva Beyoncé ou no novo filme com Katherine Heigl , Paixão Obsessiva. A amante, a ex, ou aquela que não teve nada mas quer ter e surta só para ter o cara com ela. É ridículo, e quando pensamos melhor a realidade é outra. Ao contrário do que vemos nesse filme, os crimes passionais, ou seja crimes motivados pela paixão. Normalmente essa paixão é tão doentia, violenta e irreprimível, que provoca a perda do controle das ações do seu autor.

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Este tipo de crime é a maior causa de assassinatos de mulheres,  segundo o Mapa da Violência 2015, 50,3% das mortes violentas de mulheres no Brasil são cometidas por familiares. Desse total, 33,2% são parceiros ou ex-parceiros. Os crimes cometidos contra as mulheres é conhecido como feminicídio.

“O feminicídio é a instância última de controle da mulher pelo homem: o controle da vida e da morte. Ele se expressa como afirmação irrestrita de posse, igualando a mulher a um objeto, quando cometido por parceiro ou ex-parceiro; como subjugação da intimidade e da sexualidade da mulher, por meio da violência sexual associada ao assassinato; como destruição da identidade da mulher, pela mutilação ou desfiguração de seu corpo; como aviltamento da dignidade da mulher, submetendo-a a tortura ou a tratamento cruel ou degradante.”,
Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher (Relatório Final, CPMI-VCM, 2013)

Com uma taxa de 4,8 assassinatos em 100 mil mulheres, o Brasil está entre os países com maior índice de homicídios femininos: ocupa a quinta posição em um ranking de 83 nações, segundo dados do Mapa da Violência 2015 (Cebela/Flacso).

Trata-se de um problema global, que se apresenta com poucas variações em diferentes sociedades e culturas e se caracteriza como crime de gênero ao carregar traços como ódio, que exige a destruição da vítima, e também pode ser combinado com as práticas da violência sexual, tortura e/ou mutilação da vítima antes ou depois do assassinato.

Mas essa violência se inicia com um simples comportamento possessivo, jogos de controle, violência, ciúmes, abstinência sexual e frieza emocional, ou seja, são os casos clássicos de relacionamentos abusivos. Por isso, acredito que antes de fazer mais um filme como esse tema e mostra a mulher como louca, obcecada e que não pode ficar sem determinado homem. É preciso discutir o feminicídio, o relacionamento abusivo e a violência contra a mulher. Que é a nossa realidade.

E se você ficou em duvida sobre o que é, ou se está em um relacionamento abusivo, a seguir estão dez sinais de uma pessoa abusiva:

1. Ciúmes e possessividade – É ciumento/a de sua família, de seus amigos, e colegas de trabalho. Tenta isolar você. Um homem abusivo vê as mulheres e suas crianças como sua propriedade em vez de indivíduos únicos. Acusa você, sem razão, de traição ou de flertar com outros homens. Pergunta onde você estava e com quem estava de uma maneira acusadora.

2. Controle – uma pessoa abusiva exige abertamente que seu tempo e você sejam o centro de sua atenção. A pessoa controla as finanças, o carro, e as atividades que praticam juntos. Torna-se raivoso/a quando você começa a mostrar sinais de independência ou força.

3. Superioridade – a pessoa abusiva sempre está certa, tem que ganhar sempre ou estar no comando. Ela sempre justifica suas ações de modo a estar sempre “certa” para você e os outros. Um abusador/agressor irá falar de cima para baixo com você e te xingará, a fim de sentir-se melhor. O alvo dele é fazer você sentir-se fraca/o de modo que ele/ela possa ter poder. Abusadores são frequentemente inseguros e seu poder faz com que se sintam melhor a respeito de si mesmos.

4. Manipulação – o abusador/agressor lhe diz que você é louca/o ou estúpida/o de modo que a culpa caia sobre você. Ele tenta fazer você pensar que o que ele/ela faz é sua culpa. Diz que não pode fazer nada quanto a ser abusivo de modo que você sinta a pena dele e continue tentando ajudá-lo. Mas diz aos outros que você é instável.

5. Mudanças de humor – o seu humor muda de agressivo e abusivo para uma aparência humilde, desculpando-se e tornando-se amoroso/a depois que o abuso aconteceu.

6. Suas ações não correspondem a suas palavras – ele/a quebra promessas, diz que ama você e depois abusa de você.

7. Pune você – uma pessoa abusiva emocionalmente pode privar você de sexo, de intimidade emocional, ou joga um jogo silencioso como punição quando ele/ela não consegue as coisas do seu jeito.

8. Não quer procurar ajuda – o agressor não pensa que alguma coisa está errada com ele então porque ele precisa de ajuda? Ele não reconhece suas faltas ou culpa sua infância e circunstâncias exteriores.

9. Desrespeita as mulheres – o homem agressor demonstra falta de respeito em relação a sua mãe, irmãs, ou qualquer mulher em sua vida. Pensa que as mulheres são estúpidas e sem valor.

10. O homem agressor muitas vezes tem uma história de abuso a mulheres, ou a animais, ou foi abusado ele mesmo – Agressores físicos repetem seu padrão e procuram pessoas que são submissas e possam ser controladas. O comportamento abusivo pode ser uma disfunção geracional e pessoas que sofreram abuso têm uma grande chance de se tornar agressores. Homens que abusam de animais são mais capazes de abusar de mulheres também.

Fonte: SOS Mulher e Família e Agência Patricia Galvão

Voltando ao filme, se ficou curioso, assista o trailer e decida se vale a pena assistir.

E não esquece de voltar e dizer o que achou.

 

 

 

 

Lion- Uma Jornada para Casa

Assisti ao maravilhoso filme Lion- Uma Jornada para Casa, disponível na Netflix, e vim aqui hoje falar sobre ele. O longa conta a história real de um indiano, Saroo Brierley, que aos cinco anos de idade se perde de seu irmão mais novo em uma estação de trem e acaba em Calcutá, a terceira maior cidade da Índia, passa por diversas situações até que 25 anos depois tenta reencontrar a sua família. Um relato autobiográfico de suas experiências, A Long Way Home, foi publicado em 2014 e só ano passado foi adaptado para o cinema.

Data de lançamento: 16 de fevereiro de 2017 (1h 58min)
Direção: Garth Davis
Elenco: Dev Patel, Rooney Mara, Nicole Kidman mais
Gêneros: Biografia, Drama, Aventura
Nacionalidades: EUA, Austrália, Reino Unido
Sinopse:
Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

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O filme emociona qualquer um, não só pela história, mas também pela incrível interpretação do ator mirim indiano Sunny Pawar que interpreta personagem Saroo aos 5 anos.  Calcutá tem milhares de meninos de rua pedintes nos bairros de periferia. Por isso, Saroo incapaz de ler, escrever e entender a língua falada na cidade começa a viver na rua.

Eu como emotiva que sou, chorei muito com as cenas do pequeno Saroo passando fome, frio e sozinho sem saber o que fazer. Fiquei pensando em como uma criança, tão pequena, pôde sobreviver nessa situação. Principalmente ao ver os perigos que ele escapou já muito jovem, abuso infantil, agressões, morte, entre outros.

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Já adulto, percebi a angustia de uma pessoa não saber sua origem, em uma reunião entre amigos Saroo se emociona ao ver uma comida que quando criança não podia comer, e se sente perdido, como na primeira vez aos cinco anos em Calcutá. A partir daí, ele decide, através do Google Earth encontrar seu verdadeiro lar.

Ao descobrir de onde realmente era ele viaja para  Khandwa e encontrou sua casa no bairro de Ganesh Talai. Mas não era o que imaginava, ela parecia abandonada.
Mas sua mãe havia mudado e uma das pessoas o leva até ela, Saroo não a reconheceu, mas disse em entrevista: “A última vez que eu a tinha visto, ela tinha 34 anos, era jovem e muito bonita. Eu tinha esquecido o impacto do tempo. Mas a estrutura facial era a mesma e eu disse: ‘Sim, é minha mãe'”.

Infelizmente, nesse reencontro, Saroo soube que seu irmão Guddu também não tinha voltado para casa. Ele havia sumido no mesmo dia que ele, e, um mês depois, o encontraram  morto nos trilhos da ferrovia. Nunca se soube foi um crime ou um acidente.

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No geral é uma história feliz, de um garoto que se perde, passa por grandes adversidades, mas consegue encontrar amor em uma outra família e assim torna-se forte para encontrar suas origens. Este filme é um daqueles para você assistir quando não estiver se sentindo muito bem com sua vida e perceber que existem pessoas com problemas reais e que podemos superar nossas adversidades.

Se você já assistiu, diz aí o que achou. Se não, assista e volte aqui para comentar.

 

 

 

Hannah Baker deve voltar na 2ª Temporada de ’13 Reasons Why’, diz roteirista

Repost – Cine Pop

13 Reasons Why‘ ainda não teve sua segunda temporada oficialmente confirmada pela Netflix, mas o serviço de streaming já contratou roteiristas para planejar a trama de um possível segundo ano.

E um desses roteiristas, Brian Yorkey, revelou detalhes em entrevista ao The Hollywood Reporter.

Segundo ele, Hannah Baker (Katherine Langford) deve voltar a aparecer e ser um personagem recorrente na segunda temporada, através de flashbacks.

“A história de Hannah ainda não terminou. Ela é parte essencial de qualquer história que contarmos em seguida, e ela ainda será o centro disso tudo”, afirmou.

Ou seja, se tivermos uma segunda temporada, Hannah ainda será a protagonista…

“Um dos princípios da nossa série é mostrar o que aconteceu na combinação do passado e do presente”, concluiu

 

A expectativa é que a Netflix dê algum parecer sobre 13 Reasons Why‘ até a San Diego Comic-Con, em julho.

Vale lembrar que a série vem recebendo várias críticas por “romantizar” o suicídio, e foi BANIDA de algumas escolas nos EUA.

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

Saiba mais aqui.

GirlBoss – Para amantes de moda e desafiadores da vida adulta

Mais uma vez eu estava “passeando” pelo Facebook, quando encontrei o trailer da mais nova série da Netflix, também baseada em um livro, GirlBoss. Como estreou hoje (feriadão), fiz uma maratona e adivinhem? Adorei!

Além de ser uma história real, mostra uma forma de viver que todos queremos, mas poucos conseguimos: viver do que amamos. Na trama, Sophia é uma garota descolada, animada e totalmente irresponsável.  Amante da moda vintage, ótima em customização e determinada, essa menina/mulher tem como objetivo viver sem trabalhar e sem mesmo perceber está entrando no mundo dos negócios, fazendo de antiguidades seu ganha pão.

Ela, sem dúvida alguma, tem traços como mulher que muitas de nós gostaríamos de ter, eu principalmente. Feminista, determinada, ambiciosa e durona. Mas o mundo real (pagar boletos e ter responsabilidades) tira isso de nós. A ambição de Sophia é, infelizmente, diminuída pela sua imaturidade, em muitos momentos é perceptível que ela só faz merda porque é muito infantil. Mas tudo fica melhor com o passar dos episódios e te garanto, se você é tão amante de moda, quanto de séries, vai adorar.

Eu particularmente me identifiquei muito com o relacionamento pai e filha demonstrado na série. Para ela é tão complicado lidar com as expectativas que o pai tem, que prefere ficar longe dele. E por isso muitas vezes fica em péssimas condições, mas não depende do pai. Orgulhosa né? Mas quando vi o quanto o pai, mais do que pegar no pé, ele se preocupa com que a filha seja bem sucedida. Me lembrei muito da minha mãe que faz exatamente esse papel de querer sempre o melhor para mim, mesmo que eu esteja bem como estou, mas nunca esteja boa o suficiente para ela. Em um determinado episódio o pai de Sophia fala com ela enquanto ela dorme, confesso que eu gostaria muito de ouvir algo assim.

De forma geral, a série é engraçada, dramática e talvez um pouco realista. Tem romance, sexo, drogas, verdadeiras amizades, egoismo, erros e acertos. E o mais legal, o fim não é um conto de fadas. É a vida real.

Participações marcantes

Adorei o fato de ter o MARAVILHOSO, ator, drag queen, artista de gravação, hostes, produtor do reality show RuPaul’s Drag Race, o dono da PORRA TODA: RuPaul Andre Charles. Sem dúvida alguma ele deu um ar muito mais elegante a trama, sem contar que é muito engraçado. Já o ator, comediante, produtor, roteirista e diretor Jim Rash fez tambpem um excelente trabalhao em seu papel, desde o primeiro episódio ele arrasou em todas as aparições.

Fiquei durante os 13 episódios tentando identificar de onde eu conhecia a protagonista, e mesmo após terminar a maratona eu tive que procurar e descobri que Britt Robertson (Sophia) é a Cassie de The Secret Circle. Minha adorada série que abandonei, sem querer, há muito tempo, quem sabe eu falo dela aqui depois.

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Voltando a GirlBoss, como eu disse ela é baseada no livro homônimo e tem como uma das Produtoras Executivas a linda Charlize Theron. O livro conta a vida de Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.

Vale super a pena assistir

A idade adulta é onde os sonhos vão morrer

13 citações do livro “13 reasons why”

Fiquei tão envolvida na história de Hannah que salvei algumas das minhas frases preferidas da série.

Era exatamente isso que eu queria para mim. Queria que as pessoas confiassem em mim, apesar de qualquer coisa que tivessem ouvido. E, mais do que isso, queria que me conhecessem. Não aquilo que pensavam saber a meu respeito. Mas eu de verdade.

 

Ao me conscientizar de que ninguém sabia a verdade a respeito da minha vida, meus pensamentos sobre o mundo ficaram abalados.
Como se estivesse dirigindo por uma estrada acidentada e perdendo o controle do volante, sendo jogada – só um pouquinho – para fora da pista. As rodas levantam poeira, mas você consegue puxar o carro de volta. Mesmo assim, não importa que esteja segurando bem firme no volante, não importa o quanto esteja se esforçando para tentar guiar em linha reta, algo fica empurrando você para o lado. Você já não tem quase mais nenhum controle sobre nada. E, a certa altura, a luta se torna excessiva – cansativa demais – e você considera a possibilidade de largar tudo. De deixar acontecer uma tragédia… ou seja lá o que for.

 

Uma pessimista? Uma otimista? Nenhuma das alternativas. Uma idiota.

 

Como você está se sentindo hoje?
– Neste exato momento?
– Neste exato momento.
– Neste exato momento, me sinto perdida, eu acho. Meio vazia.
– Vazia como?
– Simplesmente vazia. Simplesmente nada. Não me importo mais.

 

– Preciso que a coisa pare.
– O que precisa parar?
– Preciso que tudo pare. As pessoas. A vida.

Você não pode interromper o futuro, nem modificar o passado. O único jeito de descobrir este segredo é apertando play►.

Escuto mais de perto.

Às vezes não tem ninguém em volta para mandar você ficar quieto…
Às vezes você precisa ficar em silêncio quando está completamente sozinho. Como eu, agora, neste instante. Shh!

Se meu amor fosse um oceano
Não haveria mais terras.
Se meu amor fosse um deserto
Você só enxergaria areia.
Se meu amor fosse uma estrela_ tarde da noite , luz apenas
E se meu amor pudesse criar asas,
Eu estaria voando nas alturas

Aquele que luta com monstros deve cuidar para não se tornar um monstro.

Fiquei pensando em suicídio. Na maioria das vezes, era apenas um pensamento passageiro. Eu queria morrer. Pensei nessas palavras muitas vezes. É algo difícil de dizer em voz alta. É ainda mais assustador quando você sente que pode estar falando sério.

Às vezes, quando não há justiça, você precisa cuidar disso

Eu quis ligar pra alguém. Contar o que tinha acontecido, e que doía. Mas não havia ninguém ali. Ninguém com que eu pudesse contar. Ninguém disposto a abrir mão do sono para ouvir minhas queixas. Ninguém que se importasse. Então eu virei pro lado e a dor veio. Rápida. Forte. Devastadora. Senti minha alma se rasgando ao lembrar daquelas palavras. E dói. Ainda dói.”

 

A julgar pela sua aparência, deve estar sofrendo o bastante por hoje.

Jessica Jones – Considerações sobre a série

Ficha Técnica
Jessica Jones – 2015
Duração: 13 episódios
Gênero: Investigação/Drama/Ação
Criadora: Melissa Rosenberg
Elenco: Krysten Ritter, Mike Colter, David Tennant, Rachael Taylor, Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty, Wil Traval, Susie Abromeit Phil Cappadora


Ontem eu terminei de assistir a primeira temporada de Jessica Jones e decidi fazer minha primeira resenha de série, na verdade não é uma resenha, é uma consideração. E no geral, Jessica Jones é uma série muito boa. No entanto, existem alguns pontos que eu não gostei e preciso comentar. Tudo bem que nunca li os quadrinhos da Marvel Comics e não sou muito fã deste estilo de serie, mas eu gostei muito do desenrolar da história, dos personagens e de quase tudo que aconteceu durante a série.

Primeiramente vamos aos pontos importantes, pesquisei em sites de “entendidos” e descobri que Jessica Jones foi criada pelo famoso quadrinista Brian Michael Bendis no início dos anos 2000 e estrelou uma série em quadrinhos chamada Alias. Na série de TV, Jessica é detetive particular da Alias e trabalha sozinha, geralmente acompanhada de um uísque e da sua câmera, ela vive entre esposas traídas e pessoas desaparecidas. Ela possui força sobre-humana, adquirida depois de um acidente, e pode dar grandes saltos e cair controladamente, segundo a própria personagem.

Sem mais mimimi, vou direto ao assunto. Achei Jones uma mulher independente e forte, mas é visível que ela tem uma grande amargura do passado e resolve tudo com álcool. Sem contar a agonia de vê-la sempre como mesmo estilo despojado de quem nem passa um desodorante, apenas levanta e deita, trocando as vezes de roupa. No entanto, em alguns flashbacks ela aparece toda arrumada, com vestidos coloridos, maquiagem e assim ficou mais repugnante ainda. No fim das contas ela poderia continuar sendo essa garota despojada, apenas podia se cuidar, ou aparentar se cuidar mais. E poderia NÃO MATAR BARATAS COM O DEDO, aquilo foi incrivelmente nojento.

Outra coisa que me deu raiva, Jessie se recusa a ser heroína, no entanto tem aquele dever de fazer as coisas da maneira certa. Provavelmente por influência de sua meia-irmã Trish Walker, mas realmente me dá agonia de ver que ela tem inúmeras oportunidades de acabar de vez com Killgrave, (poderoso controlador de mentes que está destruindo a vida dela, matando todos ao seu redor). Mas não o faz porque acha que a justiça será feita, depois de inúmeros episódios e incontáveis mortos ela decide que ele deve morrer e vai atrás. Realmente é aquele anti-herói estilo Hancook que possui sérios problemas com a bebida, e, por isso, é mal-humorada e desastrada, vivendo praticamente como um mendigo, Jones no caso tem um apartamento, mas parece não prezar nem um pouco por ele. Normalmente anda por aí cheirando a cachaça e não prezando pelo cuidado quando entra em ação, arrombando portas, quebrando vidros, janelas e etc.

Anyway… fora isso Jones é uma boa pessoa, cheia de problemas psicológicos, assim como todo ser humano. Problemas que interferem em seus relacionamentos e na sua forma de viver a vida, acho engraçado que em um dos flashblack ela não dava tanta importância para emprego, relacionamentos e responsabilidades antes de Killgrave (o cara que a sequestrou e mexeu com a cabeça dela) então duvido que seja algo que com algum possível desfecho vá melhorar. Claro que como toda série de super-herói tem o vilão, tem a mocinha, tem um enredo, mas não estou aqui para falar sobre isso. Não sou boa nisso, mas posso dizer o seguinte, a tal “Jonas Sister” me conquistou, claro que dá vontade de bater nela várias vezes, mas no fim, a gente se apega e quer continuar assistindo.

Por hoje é isso, espero voltar com novas considerações sobre séries em breve.