Mulher Maravilha – A heroína mais foda de todas

Finalmente assisti o filme mais comentado e aclamado de 2017, pelo menos até o momento, Mulher Maravilha. Você provavelmente já leu tudo sobre esse filme nos sites e blogs por aí, mas o que vão ler aqui é único, afinal é o que eu achei do filme. Então, se quiser saber mais do que recordes, prêmios e etc, chega mais e se prepare para se encantar, assim como eu com a feminista mais foda de todas, Diana! Aliás, tem spoilers!

Mulher Maravilha, ou melhor, Diana princesa de Themyscira, foi esculpida do barro e trazida à vida por Zeus para ser a única capaz de matar Ares, deus da Guerra. Diana é uma deusa na terra dos homens, filha de rainha de Themyscira, uma amazona treinada pra ser a melhor das melhores guerreiras de todas.

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Do inicio ao fim do filme é óbvio o grande empoderamento que a mulher tem, Diana é exaltada tanto entre as amazonas, quanto dentro os homens. Sua força, sua coragem e sua determinação encanta todos a sua volta. O que eu achei interessante é que, ao contrário de outros super heróis, normalmente instigados pelo patriotismo, ou pela vingança.

Diana coloca sua paixão, empatia e amor como principal incentivo para ir a luta. Ela enfrenta a mãe, sua nação e vai atrás de um desconhecido só para lutar contra a injustiça de um mundo que ela nem mesmo conhece. Não vejo nada errado nisso, afinal muitos de nós fazemos isso. É bem aquilo que o próprio Steve Trevor (Chris Pine) disse: “Em frente a um problema nós podemos fazer nada ou tentar fazer algo” ou algo assim.

O que me incomoda é colocar essas qualidades em uma mulher e não em um homem, talvez eu esteja enganada, como já disse nunca li nenhum HQ. E nem conheço muito de super-heróis, mas percebi isso e quis falar sobre.

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Durante todo o filme eu me senti na pele de Diana, acho que toda menina/mulher se sentiu assim, nossas lutas diárias, são como aquela cena em que ela enfrenta sozinha os alemães no campo de batalha. E ouvir as melhores tiradas do machismo da época, que existe até hoje, foi excelente. Confesso que no momento em que ela afirma que depois de estudos um filosofo chegou a conclusão de que o homem é necessário para a procriação, mas não para o PRAZER, eu quis levantar e bater palmas. Risos.

Cenas engraçadas a parte, o amor romântico nunca falta quando temos uma protagonista mulher. E não vou dizer que Diana precisou perder o amor para ter força e derrotar Ares, Diana precisou sentir o amor, não sei se é o amor verdadeiro, mas todos nos lembramos do nosso primeiro amor e de como ter, ou perdê-lo, nos fez mudar. Acho que amar é um crescimento, um amadurecimento e no caso de Diana foi essencial para sua auto descoberta.

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Por fim, quero dizer que Diana, a Mulher Maravilha, me representou em ações e sentimentos. Se tem uma heroína que eu gostaria de ser é ela sem dúvida. E são exemplos assim que mulheres e meninas do mundo precisam ter. Mulheres fortes, confiantes e com empatia.

1.jpgData de lançamento: 1 de junho de 2017 (2h 21min)
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen mais
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia
Nacionalidade: EUA
Sinopse
Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

 

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