PROJETO: #12MESES12COISAS – #12 Filmes que Recomendo

Encontrei no blog Lemao Doce o projeto 12 Meses, 12 Coisas e decidi fazer também aqui.

Mas antes, para conhecer melhor o projeto:

O projeto #12Meses12Coisas é um projeto que pretende formar uma corrente entre blogueiros de toda a blogosfera, desafiando-os a enumerar 12 coisas quanto ao tema proposto para cada mês. A participação é livre, gratuita e fácil. Cada mês tem um tema sobre o qual será pedida uma lista de 12 coisas. Simples!

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Comporte-se como uma Dama, Pense como um Homem

Entre minhas leituras de 2017 coloquei um livro que pensei que seria interessante: Comporte-se como uma Dama, Pense como um Homem, o livro apresenta princípios, regras e dicas para as mulheres entenderam a mente masculina e saber quais as reais intenções do novo “pretendente”.É uma espécie de manual bem humorado, escrito pelo comediante Steve Harvey,  que alcançou o topo da lista no The New York Times, publicado em 29 países e com mais de 2 milhões de cópias vendidas.

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Tentei desistir dos homens por um mês

RepostVice

Uma das consequências de ser tão pública sobre minha vida amorosa é a quantidade de conselhos amorosos que recebo de amigos, conhecidos, estranhos e até alguns homens que já estiveram dentro de mim. Alguns conselhos dão raiva, como quando as pessoas me incentivam a ficar com alguém com quem claramente não tenho química simplesmente porque a pessoa gosta de mim. Mas o conselho que mais recebo é simplesmente parar de tentar. Esse é o enredo de incontáveis comédias românticas, e muitos dos meus amigos que estão em relacionamentos dizem que aconteceu com eles. “Encontramos um ao outro quando não estávamos procurando ninguém.”

Minha vida amorosa é cheia de tentativas. Estou em vários sites de encontro, perpetuamente indo a encontros às escuras, e saio várias noites por semana na esperança de talvez conversar com um estranho que não vai me matar. E ainda não consegui sair com ninguém por mais de alguns meses (se tanto). Pior ainda, vivemos numa era onde um uma mulher jovem admitir que gostaria de estar apaixonada é visto como brega e trágico. Bom, estou cansada de fingir que estou de boa. Quero o romance meloso que vem sendo enfiado na minha garganta por filmes, TV e livros desde que comecei a processar informação.

Então decidi fazer um jejum de macho. Um mês inteiro sem sair com ninguém que conheci pela internet, nada de transas casuais, nenhum encontro romântico de nenhum tipo a menos que alguém pareça realmente interessado em casar comigo, ter filhos e acariciar meu cabelo quando eu finalmente sucumbir a alguma doença de idoso. E foi assim:

Semana Um

Primeiro eu tinha que deletar todos os aplicativos de encontros que eu tinha: Tinder, Bumble (Tinder preppy), Happn (Tinder beta), Feeld (Tinder de ménage) e OkCupid (o Tinder original). Pronto. Segundo passo, deletar os telefones dos homens para quem ligo em casos de emergência de tesão. Depois de me livrar deles no meu celular, o terceiro e último passo era deletar o número de um skatista por quem tenho um crush há meses e pode ou não ter namorada. Essa limpeza me fez sentir como quando você faz um teste de DST e dá negativo: sou virgem de novo! Agora eu era uma placa limpa de todos os pintos do passado e estava pronta para um jejum de homens.

“Ficar fora dos aplicativos me fez perceber quanto da minha vida é dedicada a eles.”

Essa primeira semana foi bastante parada. Nada aconteceu para que eu conhecesse garotos, o que parece uma novidade para mim. O mais perto que cheguei disso no passado foi quando um cara deu match comigo no mesmo café, depois me mandou mensagem dizendo que tinha me visto. Transamos naquela noite e ele se mudou para a Argentina no dia seguinte. Não nos falamos desde então.

Ficar fora dos aplicativos me fez perceber quanto da minha vida é dedicada a eles. Eu achei que não ficava tanto tempo nos apps, mas a realidade é que usar os aplicativos se tornou uma parte tão regular da minha rotina que não parecia que eu fazia tanto isso. Isso é triste? Não responda. Acho que sei a resposta.

Semana Dois

Achando que eu deveria fazer algum esforço para manifestar o aparecimento do homem dos meus sonhos, decidi elaborar mais nas roupas do dia a dia. Num dia normal eu normalmente me produzo bem menos que para sair à noite, que é quando estou tentando transar. Minha roupa típica do dia a dia é legging ou jeans com uma camisetona. Quase nunca uso maquiagem, nem penteio o cabelo. Isso mudou essa semana.

Toda manhã dessa semana, pensei bem no que iria vestir. Passei um pouco de maquiagem, escovei o cabelo e quase só usei vestidos, encarnando a imagem mais clichê possível de feminilidade. Mudei minha rotina também, encontrando novos lugares para escrever e tomar café, além de novas lojas onde fazer as coisas.

“Esse é o meu mês de jejum de macho, e tenho que manter o foco.”

Bom, uma coisa aconteceu. Saí para tomar uns drinques com uma amiga e aconteceu de encontrar um amigo em comum. Ele é pai solteiro, mais velho que eu, bastante tatuado, mora sozinho e fede a indisponibilidade emocional. Depois de flertarmos por um tempo, estava bem claro que a gente queria transar — mas resisti a tentação sabendo muito bem que seria só sexo e nada mais. Em outro mês qualquer, isso não seria um problema para mim, mas esse é o meu mês de jejum de macho, e tenho que manter o foco.

Mas trocamos números. Secretamente eu esperava que a gente se envolvesse num flerte leve, que devo admitir que senti que era o que eu precisava para passar pelo resto do mês. Achei que se ele iniciasse a conversa, eu poderia só seguir a deixa.

Como já era previsível, ele nunca iniciou coisa nenhuma. Eu tenho que fazer todo o trabalho aqui?

Semana Três

Vou ser honesta aqui. Deixei a peteca cair essa semana. Bêbada, baixei o Tinder de novo e mandei mensagem para o skatista cujo número eu tinha deletado. Felizmente, tudo que consegui dizer naquele estado foi “ei”, mensagem que obviamente ele não respondeu por 12 horas. Não continuei a conversa e não iniciei nenhum outro papo com meus matches no Tinder. O jejum de macho ainda estava rolando.

Voltei para o visual mais largado, e percebi que me esforçar muito na minha aparência era uma forma de tentar muito fora do meu personagem.

Saí para beber de novo essa semana e fiquei surpresa em me ver paquerada outra vez. Dessa vez foi por um cara de 23 anos torcedor do Dodgers, que usava uma bandana e que conversou comigo sobre sua startup. Ele não chegava nem perto de ser o meu tipo. Normalmente, isso me faria terminar a conversa o mais rápido possível e dar a noite por encerrada. Mas pensando em todas as comédias românticas que assisti na vida, imaginei que isso poderia ser um daqueles cenários de “os opostos se atraem”, onde me torno a manic pixie dream girl que o apresenta para o mundo das artes e do punk rock, enquanto ele me ensina o valor de economizar e me importar com o meu futuro. Nada faz sentido no amor, e ainda assim… funciona.

“Caramba, eu realmente me esforço demais para trazer homens para a minha vida.”

Decidi seguir em frente e dar a ele meu número. Foi então que percebi que pode ter alguma coisa em não se esforçar muito nos encontros. Fui abordada duas vezes durante o experimento, o que não acontecia há algum tempo antes de eu começar meu jejum de macho.

O resto da semana passou. Ele nunca me mandou mensagem. Antes desse jejum, eu eventualmente teria mandado uma mensagem para ele. Mas propositalmente me impedir de fazer isso colocou minha vida amorosa em perspectiva. Caramba, eu realmente me esforço demais para trazer homens para a minha vida. Homens que provavelmente não estão interessados em mim. Pelo menos não o suficiente para realmente agirem.

Semana Quatro

OK, vou ser honesta. Transei com o pai solteiro. E fui eu. Eu fiz isso acontecer. Em minha defesa, eu não transava há vários meses, e o jejum de homem servia como um lembrete constante disso. Eu não tinha as distrações que normalmente tenho, como os aplicativos e flerte pela internet. Meus níveis de tesão estavam num pico, meu vibrador perdeu metade de sua potência original (esqueço de comprar pilhas) e eu só precisava de pinto mesmo.

Também pensei comigo mesma que talvez, só talvez, eu estivesse errada sobre a indisponibilidade emocional desse cara. Talvez isso pudesse realmente ser o começo de um relacionamento. Mas na noite em que ficamos, começamos a falar sobre exs e amores do passado. Ele mencionou uma mulher que o tinha largado recentemente, para quem ele voltaria na hora se ela mandasse mensagem. Então, sim. Eu estava certa no começo. Mas a transa pelo menos foi boa.

Concluindo: acho que tecnicamente esse jejum de homem não foi um sucesso (no sentido de que não consegui realmente me abster de homens), mas ainda tirei algumas lições de valor aqui.

Sei que devo continuar nesse caminho de não tentar tanto, mas ainda manter a conta no Tinder ativa, o que deixou meu humor melhor. Se alguma coisa acontecer, ótimo. Se não, tudo bem também. Por mais que eu queira ter um daqueles amores grudentos de filmes, não posso continuar tentando forçar isso com homens que não valem meu tempo ou minha atenção. Nenhuma de nós deveria.

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Stranger Thinsg 2 – Minhas considerações

Antes de mais nada quero dizer que aqui colocarei MINHAS considerações sobre a série, então se discorda eu entendo perfeitamente e até acho justo cada um ter suas próprias opiniões sobre algo, mas não venha me dizer o que devo ou não achar de algo.

Apesar de muitos acharem que a série não precisava de continuação, posso dizer que valeu a pena. A forma como os personagens se desenvolveram e o outro enredo também criou um bom roteiro para a segunda temporada. Gostei dos meninos estarem mais interessados em meninas, gostei da Nancy tomar uma atitude para pegar o Jhonathan e gostei da Eleven sendo mais segura de si. Tiveram muitos itens que poderiam melhorar, por exemplo a atitude de Mike nos primeiros episódios, tudo bem que ele havia perdido seu amor, mas não precisava de tanto. Também não gostei da ingenuidade do Dustin ao encontrar o Dart, tava na cara que aquele bicho não era daquele mundo… enfim muito poderia ter sido poupado.

Mas no geral eu gostei, achei tardio, mas o incomodo que Nancy sentiu pela morte de Barbara deu um novo significado ao personagem, assim como ficar com o Jhonatan. Isso mostrou que ela amadureceu e sabe escolher melhor. Porque depois de ver aquele ridiculo Billy, jurei que ela ficar toda apaixonadinha.

As crianças realmente são o ponto chave dessa série e apesar dos clichês, Will tendo problemas com o outro mundo, e a Eleven sumir depois de ver o Mike com outra garota, achei que a Max deu um up na turma, além de formar um casal fofo com Lucas. Fiquei com muita dó do Dustin, pois eu acho que ele é o mais legal da gangue, deveria até ter se relacionado com a El, no inicio, mas a cena no fim ele sozinho chorando, foi muito triste.

Ah sim, muitos falaram sobre o encontro de El com sua irmã, acredito que é obvio que tenham mais crianças com poderes neste mundo e seria muito legal se encontrassem todas antes da Eleven, ou pelo menos soubessem o que houve com cada uma.  Acho que o tal episódio da irmã, foi essencial para o amadurecimento de El, e para definir  o significado de “lar” para ela. Pois, até então o seu “papa” era um cara filho da puta que tinha machucado sua mãe e fazia experimentos com ela. E por mais que o Jim, tenha tratado ela muito bem, ela não tinha esse conhecimento de família e por isso achei que conhecer a irmã e entender o meio dela, foi essencial para construção do caráter de El. Além dela ter ficado uma fofa Punk.

Um casal que eu shippei muito e me aborreceu não estarem desde o inicio juntos foi o Jim e a Joyce, poxa depois de tudo que passaram juntos, pensei que rolaria algo ali. Senti faiscas, mas nada rolou. Espero, caso tenha uma terceira temporada, que os dois fiquem juntos.

Stranger Things

Me surpreendi com o Steve, acho que ao chegar um concorrente e perder quem se ama fez ele uma pessoa melhor, claro que ele já ajudou na primeira temporada, mas agora ele fez muito mais e foi um fofo com o Dustin.

Bom, é isso, caso eu me lembre de algo coloco por aqui, mas de forma geral eu gostei bastante dessa segunda temporada e espero que tenha mais. De preferencia uma estilo It, com as crianças crescidas.

 

 

 

 

 

It – A coisa e Annabelle 2 – A Criação do Mal

Já faz um tempinho que assisti Annabelle 2 – A Criação do Mal, mas It – A Coisa eu vi esse fim de semana. Como não havia falado sobre nenhum deles, decidi escrever um post falando um pouco sobre o que achei de cada um.

Antes de mais nada quero dizer que adoro filmes de terror, como vivo falando por aqui, mas esse meu gosto foi um pouco esquecido nos últimos meses, pois eu tava dando uma chance para os filmes de “amorzinho”. Quando saiu Annabelle corri para o cinema para ver, e como já fazia um tempo, fiquei morrendo de medo por uns dias, mas algumas semanas depois assisti de novo e pude ver melhor do que se tratava e aqui estou.

Anabelle – A Criação do Mal

Eu não tenho muito o que dizer do filme, ele é cheio de suspense clichê? É, mas vale a pena. Nessa continuação, ou melhor, o prequel  o drama passa em torno de um orfanato de meninas, e em específico uma menina com deficiência. Um casal perdeu a filha, fez pacto com o capiroto para vê-la e depois acha interessante chamar meninas inocentes sem família para morar na casa, tá, ok!

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É legal ter uma pequena referência de A Feira no filme, assim como entender melhor a origem de Annabelle, que na minha cabeça já estava bem explicada no primeiro filme, mas eu senti um apelo muito grande ao suspense barato, tipo, silêncio,  vai acontecer algo… ah não é nada, é sim. Sabe? Talvez eu esteja sendo chatinha demais, mas eu daria uma nota 7 para Annabelle, falando isso porque da primeira vez fiquei com muito medo, mas na segunda eu não achei assim tão assustador. Até porque, o primeiro filme me dá medo até hoje, principalmente na cena das escadas do prédio ou aquela do prédio.

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Enfim, acho que vale a pena, mas assim como Sobrenatural, talvez esteja perdendo o foco.

It – A Coisa

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Até o momento, o melhor filme de 2017. Eles fizeram uma mistura de Stranger Things com o filme de 1990, ficou excelente. Senti falta de algumas coisas, mas espero que esteja na continuação.

O que tenho de considerações? Primeiramente, adorei o elenco. Eles escolheram muito bem os personagens Finn Wolfhard, como Richie ficou excelente. Os melhores comentários, melhores piadas e melhor personagem ever! Pode ganhar quantos prêmios quiser… Claro que todos os outros atores colaboraram e muito com isso. Mas ele se destacou.  A cena do Eddie com o braço quebrado, perfeito!

Em pontos negativos, acho que sensualizaram demais a Bev, ela no original de 1990 é apenas uma menina, criança como as outras, e neste ela já no inicio tem uma fama de puta. E é cobiçada de uma forma muito sexual pelos outros garotos. Sem contar que ela parece ser mais velha que eles. Fiquei um pouco decepcionada com isso.

Além disso, acho que o filme foi muito bom. Um mix de comédia e terror assim como o filme Corra! que também amei. Só acho que o Pennywise deveria ser um pouco mais assustador, tipo o Twisty de AHS.

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Bom é isso, se eu lembrar de algo mais volto e falo com vocês…rs Se você já assistiu e quer deixar sua opinião fique a vontade.

 

 

 

 

The Walking Dead: Our World o novo jogo de realidade aumentada

Não sei se vocês já viram, mas eu acabei de saber sobre um novo jogo de realidade aumentada e estou super ansiosa. Sim, eu estou falando de The Walking Dead, o jogo que promete trazer os zumbis para o mundo real.

Com o nome: The Walking Dead: Our World, a próxima versão móvel será uma experiência de realidade aumentada baseada em localização, semelhante ao Pokémon Go ( que aliás eu continuo jogando e amando) – Segundo a AMC o jogo “permitirá que os jogadores mergulhem totalmente na ação do programa de TV de sucesso misturando objetos digitais, como personagens e outros elementos do jogo, com o próprio ambiente dos jogadores”.

Tal como o trailer de estréia do Pokémon Go, o primeiro vídeo de Our World parece ser largamente ambicioso, e não possui nenhuma jogabilidade direta. Em vez disso, mostra os jogadores que lutam contra os mortos-vivos em lugares como uma loja de conveniência e um hospital, defendendo-os usando tudo, desde armas e granadas até o que parece a espada de Michonne. Há também versões virtuais de alguns dos personagens mais populares do show, incluindo Rick, Daryl e Michonne, que fornecerão ajuda na batalha.

The Walking Dead: Our World
The Walking Dead: Our World está sendo desenvolvido pelo estúdio finlandês Next Games, o mesmo time por trás do jogo de estratégia móvel The Walking Dead: No Man’s Land, que o desenvolvedor diz que foi baixado mais de 16 milhões de vezes. A Apple também mostrou o jogo hoje como parte de sua nova lista de aplicativos e jogos AR.

“Os fãs adoram como o show encoraja você a perguntar:” O que eu faria em um apocalipse de zumbis? “, E neste jogo pretendemos que os jogadores explorem isso de forma hipotética de uma maneira que nunca antes experimentaram”, disse o próximo CEO Teemu Huuhtanen disse em um comunicado. “AR – Realidade Aumentada – permite aos jogadores viver a luta pela sobrevivência de uma maneira totalmente nova em seu ambiente familiar”.

O Pokémon Go tem sido um enorme sucesso ao longo do primeiro ano de disponibilidade, embora nunca tenha gerado um grande número de jogos de AR de cópia, como muitos previram. Nosso mundo parece ser a primeira grande propriedade a seguir nos passos de Pokémon Go. Embora se os jogadores vão atuar em de forma muito mais séria ao lutar contra zumbis, a maneira que fizeram de capturar Pokémons permanecerá a mesma.

Nenhuma data de lançamento foi definida, mas The Walking Dead: Our World chegará ao iOS e ao Android quando for lançado.

5 COISAS QUE TODOS PODEMOS APRENDER AO ESTARMOS SOLTEIROS

Nós fomos condicionados a pensar ser solteiro é uma coisa ruim. Se você é solteiro, o consenso geral é de que algo está errado com você. Isto está muito longe da verdade.

Embora seja ótimo ter um parceiro, um relacionamento também implica um compromisso sério de trabalho e tempo. Sempre que você estiver solteiro, foque nas características abaixo e tome o seu tempo na escolha de seu próximo relacionamento.

1. Você não é dependente dos outros para a sua felicidade

Relações devem ser duas pessoas que agem como dois indivíduos parte de uma equipe. Você deve pensar nisso como o caminho para ‘completar’ a si mesmo ou qualquer coisa nesse sentido.

Não gaste todo o seu tempo e energia à procura de seu próximo relacionamento ou olhando para o passado. Use esse tempo sozinho para tratar-se, envolver-se e, mais importante, amar a si mesmo.


2. Você tem tempo livre para explorar e compreender a si mesmo e a vida

Relacionamentos necessitam de tempo e recursos. Mesmo que todas as contas sejam divididas, há sempre mais despesas com mais pessoas a considerar. Tome o tempo que tem como solteiro e viva de uma forma que te faça feliz, tire proveito de sua independência. Você tem mais opções para viagem, passatempos, e projetos pessoais quando você é solteiro.

Você tem mais chances de chamar a atenção ou encontrar alguém da sua vibe se você ficar ativo e fiel a si mesmo.


3. Você não precisa de um parceiro para manter as aparências ou validar sua vida

Os relacionamentos não são um substituto para a confiança ou competência. Não deixe que as opiniões de outras pessoas sobre seus relacionamentos tem influenciem a permanecer ou em constante busca por um relacionamento.

Todas as coisas mudam e terminam. Quando o relacionamento terminar, você terá que muito mais trabalho.


4. Ser solteiro não significa que você não tem amor

O amor está em toda parte se você souber procurar. Sim, pode haver uma falta de energia sexual na vida, mas não significa que você é privados de amor, apreço e desejo. Ainda há pessoas que se importam com você, querem sair com você, desejam a sua opinião e te amam por quem você é. Fique de mente aberta e pronta para aceitar os presentes que universo está jogando em seu caminho.


5. Tempo gasto sozinho tempo é gasto recuperando-se

Se você acabou de sair de um relacionamento, provavelmente está um pouco mexido. Abrande, respire e aceite os sentimentos que você está enfrentando. Resista ao seu desejo de entrar em outro relacionamento ou outras distrações. Enfrente seus problemas agora, em seus termos. Quanto mais cedo você começar a trabalhar na recuperação, mais cedo você vai encontrar-se capaz de ser social.

Se você ignorar e saltar para outro relacionamento, estará deixando os sentimentos e as consequências de seus relacionamentos passados se acumularem em torno de você. Eles vão dificultar a sua felicidade e auto expressão.

Repost – O Segredo

8 séries ótimas que mostram que o empoderamento feminino está cada vez mais forte

O empoderamento feminino é a maravilhosa atitude (ou milhares delas) que algumas mulheres têm em relação ao patriarcado e a sociedade machista – mostrando que a luta pela igualdade de gênero está cada vez mais forte.

Para homenagear essas mulheres, o Papelpop resolveu fazer uma listinha com algumas personagens de diversas séries que mostram em seu cotidiano o quão poderosas as mulheres podem ser!

[ALERTA DE SPOILER – O texto faz um breve resumo das personagens de algumas séries, porém pode ser que alguma das informações sejam spoilers.]

How To Get Away With a Murder

Antes de falar de “How To Get Away Wiht a Murder”, vale lembrar que a Shonda Rimes, produtora executiva da série, arrasa no que faz quando o assunto é empoderamento. Ela também participa da produção de Scandal e Grey’s Anatomy.

Voltando à série, “HTGAWM” é estrelada pela musa suprema Viola Davis, que interpreta uma advogada super bem sucedida e professora de direito criminal que segue a linha bem durona com seus alunos. Ela prova o quanto as mulheres podem ser assertivas, estrategistas, objetivas, calculista e brilhantes. A cada causa que ela ganha (e faz tudo que pode para ganhar), ela representa, além do empoderamento feminino, a representatividade negra. Annalise Keating é realmente uma inspiração para mulheres em todo o mundo, principalmente aqui, num país como o nosso, que sofre preconceitos de gênero e raciais!

Sobre o fato de ela ser uma mulher bem durona, não vamos dar spoilers, mas são muitos os motivos que a tornaram assim. E o fato dela conseguir superar tudo e ser tão bem sucedida, mostram quão forte ela é.

Ah, e pra quem não sabe, a atriz Viola Davis ganhou o Emmy de Melhor Atriz na categoria “Série Dramática” com “How To Get Away With a Murder”, sendo a primeira negra a conquistar o prêmio.

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Jessica Jones

Ela é quem dá nome a série, é quem protagoniza e é quem nos ensina a lutar como uma garota! Inspirada nos quadrinhos da Marvel, “Jessica Jones” veio pra provar que histórias em quadrinhos estão longe de fazer parte de um universo restrito aos garotos.

A personagem Jessica Jones (Krysten Ritter) mostra pro mundo que mulher não é sinônimo de doçura, muito menos de fragilidade – ela tem o poder da super força, e pode dar saltos super altos. Além disso, ela não se importa com a moda, vive num apartamento super desorganizado e bebe álcool absurdamente. Todas as regras que a sociedade impõem para as mulheres são simplesmente ignoradas e pisadas pela personagem.

Outro ponto interessante, é a maneira incrível como a série aborda o relacionamento abusivo vivido por Jessica e o vilão Killgrave (David Tennant), que estabelece um terrorismo psicológico muito grande sobre ela.

Isso sem falar nas cenas românticas protagonizadas por Jesica e Luke Cage (Mike Colter), que também tem superpoderes, e que na hora do sexo é segue os comandos da protagonista.

A primeira temporada de “Jessica Jones” está disponível na Netflix e a segunda temporada já foi confirmada.

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American Horror Story

Pra quem não sabe, “American Horror Story” é uma série que a cada temporada muda sua narrativa, porém utilizando os mesmos atores. Nesse tópico, vamos falar especificamente da segunda temporada, vivida num manicômio.

Lana Winters (ou Lana Banana rs), vivida por Sarah Paulson, é uma repórter que, no início dos anos 60, deseja realizar uma reportagem nas instalações desse tal manicômio, com a certeza de que isso garantirá sua ascensão na carreira. Acontece que as entidades religiosas que governam o local não aceitam isso muito bem e a insistência de Lana acaba lhe custando caro.

Sem muitos spoilers do que acontece com Lana nessa jornada, podemos afirmar que ela se mostra uma mulher extremamente forte e determinada. Primeiro, pelo fato dela ser uma repórter e buscar seu lugar ao sol numa década onde mulheres tinha a “função social” de manter o lar. Segundo porque, apesar de não tornar público, Lana é lésbica e isso lhe faz pagar um preço muito alto na trama. Muitos são os sofrimentos vividos pela personagem, principalmente aqueles acarretados pela sua orientação sexual e por ser mulher, mas ela tem uma história de superação incrível que prova o quão fortes nós podemos ser!

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Game of Thrones

Sabemos que a série traz muitas personagens poderosas e poderíamos facilmente falar de várias delas. Mas vamos falar aqui da Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), também conhecida por Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome e por aí vai. Lá na primeira temporada, vemos a moça totalmente submissa aos comandos do irmão, que manda e desmanda no corpo dela, e a vende para o rei dos Dothraki em troca de um exército. Só que essa mudança na vida da personagem, a qual ela não tem escolha nenhuma, lhe causa uma transformação profunda – e não é pouco o sofrimento dela a chegar no novo reino.

Com o passar dos capítulos e temporadas, Daenerys passa por muitos momentos difíceis, mas que lhe trazem um poder enorme. Ela descobre que em seu sangue corre a genética dos dragões, herança de sua família, e se torna a mãe dos dragões. A partir daí, ela toma a frente do exército e entra na luta pelos Sete Reinos. Numa série onde as mulheres são tratadas como inferiores e não tem espaço na luta política, Daenerys representa muito bem o poder feminino.

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Sense 8

Entre tantos motivos para assistir essa série, como roteiro, fotografia, trama inovadora, o empoderamento feminino também é um deles! Pra quem não conhece, “Sense 8” trata de mostrar a história de oito pessoas espalhadas pelo mundo e que estão conectadas de uma maneira sobrenatural. Desses oito personagens principais, quatro são mulheres: Kala (Tina Desai), Nomi (Jamie Clayton), Riley (Tuppence Middleton) e Sun (Doona Bae).

Mas aqui falaremos de duas em especial. Comecemos por Sun, que é mestre em artes marciais e dirige a empresa da família. A Coréia é um país, como tanto outros pelos mundo, patriarcal. Tanto é que, antigamente, as mulheres tinha o “dever” de ter ao menos um filho homem para que ele levasse o sobrenome da família para frente e, em muitos casos, as famílias se entristeciam com a chegada de uma menina primeiro.

Bom, nesse contexto, Sun sofre bastante e chega até a ir para a prisão para acobertar desvios de dinheiro do irmão – já que o escândalo seria muito maior se fosse a público que um homem fez isso. Porém é lindo ver a força sobrenatural que essa personagem tem. Ah, e lembra que citamos que ela é mestre em artes marciais? Pois então, sensacional quando ela é subestimada por ser mulher e lutar e simplesmente humilha a qualquer um!

Outra personagem que merece destaque é a Nomi, que nasceu no corpo de homem e faz uma readequação de sexo. Além disso, a personagem mantém um relacionamento lésbico com Amanita. Infelizmente, sua família não aceita Nomi, nem sua namorada, e insiste em chamá-la pelo seu nome masculino – fato que a incomoda muito. Porém essa é mais uma personagem que tem uma força absurda para enfrentar os problemas!

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House of Cards

Infelizmente, no Brasil e em diversos lugares do mundo, o cenário político é predominantemente dominado pelos homens. Que sorte a nossa seria se mais Claires Underwood mudassem um pouco essa realidade.

Na série, Claire é a mulher de Frank Underwood e, assim como seu marido, é obstinada a lutar pelo poder e, juntos, eles enfrentam a todos para que um dia Frank chegue na presidência dos Estados Unidos.

Claire (Robin Wright) é uma mulher super inteligente, tem interesses em assuntos políticos, tem seu próprio negócio. O legal da série é justamente isso: ela ocupa uma posição que historicamente não é ocupada por mulheres. Além disso, ela optou por uma carreira profissional ao invés de formar uma família (nada contra mulheres que escolham ter família, desde que essa não seja sua única opção).

Em um determinado episódio da série, o tema da desigualdade salarial entre homens e mulheres é trazido à tona – um assunto que deveria ser discutido também no mundo real…

Sem dar muitos spoilers, nas temporadas mais recentes de “House of Cards”, a Claire ainda percebe que ela também não precisa apoiar apenas a ascensão política do marido e começa então a lutar pelo seu próprio poder político, doa a quem doer – inclusive ao Frank.

Participação da mulher na política? Queremos!

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Orphan Black

Óbvío que a série canadense de ficção científica da BBC americana não poderia ficar de fora dessa lista. Orphan Black começa com a golpista Sarah Manning roubando a vida de Elizabeth Childs, uma mulher que se suicidou e é parecida com ela. Porém, no desenvolver da trama, Sarah percebe que ela e Elizabeth são clones e dividem o mesmo material genético!

A atriz Tatiana Maslany interpreta ao menos oito personagens diferentes. Mas, novamente, sem muitos spoilers, vamos direto ao ponto. O legal da série é que personagens mulheres são colocadas como heroínas, deixando super em evidência a autonomia feminina. Isso porque nenhuma delas precisa de homens para salvá-las, elas se resolvem sozinhas.

Essa história de clonagem das mulheres faz com que homens, cientistas e religiosos, tentem interferir em suas vidas e usá-las para reprodução. E elas lutam fortemente, ajudando-se sempre, para provar que são donas de seus próprios corpos. Cada uma tem sua vivência, suas próprias lutas por autonomia, mas sempre sabendo se colocar no lugar da outra – a famosa empatia. Isso de muitas maneiras reflete a realidade das mulheres até hoje na sociedade patriarcal.

Viva ao empoderamento das mulheres de Orphan Black!

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Scandal

Quem conhece a série, automaticamente pensou na diva da Olivia Pope, certo? Interpretada por Kerry Washington, a personagem, ex-funcionária da Casa Branca e criadora da Pope & Associates, trabalha na área de relações públicas livrando seus clientes de escândalos, como o próprio nome da série sugere.

Numa área super delicada, Olivia arrasa, é extremamente habilidosa no que faz e não se amedronta com os homens que tentam intimidá-la constantemente. Além disso, ela não liga para o que pensam e falam dela, a RP faz o que sabe fazer de melhor e pronto. Ver uma mulher, negra, e com uma carreira hiper bem sucedida é algo que a TV não mostrava num passado bem próximo.

Olivia prova que uma mulher não precisa necessariamente ter um homem ao lado. Quer ser feliz num casamento? Pode! Não quer? Você pode viver sozinha em seu apartamento próprio e ser muito feliz assim!

Outra série de Shonda Rhimes, outra mulher empoderada!

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E aí, gostou da seleção desse time de mulheres empoderadas e poderosas? Quem mais você agregaria a essa lista?

 

Repost – Papel Pop